Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



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APed18 – Insufi ciência respiratória aguda

APed18 – Insufi ciência respiratória aguda

APed 


18

4. 

Estar atento à possibilidade de parada respiratória (Protocolo APed6) ou PCR (Protocolo APed7).



5. 

Realizar contato com a regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou unidade de saúde de 

destino.

6. 

Registrar achados e procedimentos na fi cha/boletim de ocorrência.

Observações

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).



• 

Atentar para o direito da criança de ter um acompanhante (responsável legal ou outro).

• 

Para determinar a frequência respiratória no paciente pediátrico, deve-se contar por 30 segundos e 



multiplicar por dois, para evitar imprecisões.

• 

Lembrar que bebês que apresentam cardiopatia congênita cianótica podem ter  SatO



2

 basal muito baixa, 

em decorrência da patologia de base, não por insufi ciência respiratória.

• 

Tentar, por meio de intervenções apropriadas, evitar que um desconforto respiratório evolua para 



insufi ciência respiratória aguda.

• 

Defi nições:



• 

Desconforto respiratório: caracterizado por frequência respiratória anormal e esforço, que podem 

variar em intensidade. Os sinais clínicos são: taquipneia, esforço respiratório elevado (batimento de 

asa de nariz, retrações), esforço respiratório inadequado (hipoventilação, bradipneia), sons anormais 

nas vias aéreas (estridor, sibilo, gemido), taquicardia, pele pálida e fria, alterações do nível de 

consciência.

• 

Insufi ciência respiratória: estado de oxigenação e/ou ventilação inadequada, podendo ser o estágio 



fi nal do desconforto respiratório. Sinais clínicos: taquipneia nítida (precoce); bradipneia/apneia 

(tardias); esforço respiratório elevado, reduzido ou ausente; movimento de ar distal débil ou ausente; 

taquicardia (precoce), bradicardia (tardia); cianose; estupor/coma (tardio). 

• 

Se o paciente for considerado crítico, o tempo de permanência na cena deve ser o mínimo possível.



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