Protocolos de Suporte Avançado de Vida


  Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou unidade de saúde de  destino. 1/2



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Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou unidade de saúde de 

destino.

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APed 8 – PCR no paciente pediátrico: Assistolia 

APed 8 – PCR no paciente pediátrico: Assistolia 

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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Pediátricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



Observações

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).



• 

Atentar para o direito da criança de ter um acompanhante (responsável legal ou outro).

• 

Ênfase na compressão torácica de boa qualidade. 



• 

Compressões torácicas de boa qualidade compreendem:

• 

Paciente pediátrico, posicionado em decúbito dorsal horizontal, sobre superfície rígida e plana;



• 

No bebê: comprimir o esterno com dois dedos posicionados imediatamente abaixo da linha 

intermamilar, deprimindo pelo menos 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax ou cerca de 4 cm;

• 

Na criança: realizar compressões com uma ou duas mãos posicionadas na metade inferior do esterno, 



deprimindo pelo menos 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax ou cerca de 5 cm;

• 

Permitir o completo retorno do tórax após cada compressão; não se apoiar sobre o tórax após 



cada compressão;

• 

Limitar as interrupções nas compressões torácicas a menos de 10 segundos;



• 

Comprimir na frequência de 100 a 120 compressões/minuto;

• 

Alternar os profi ssionais que aplicam as compressões a cada 2 minutos.



• 

Insufl ações de boa qualidade compreendem: duração de 1 segundo, com volume sufi ciente apenas para 

promover a elevação visível do tórax;

• 

Instalar o monitor/desfi brilador assim que disponível, mantendo as manobras de reanimação até a 



disponibilidade do equipamento e efetiva instalação. 

• 

Não interromper as manobras de RCP para administrar drogas no manejo específi co do ritmo. 



• 

Manter os ciclos de RCP ininterruptamente até chegar ao hospital, ou se o paciente apresentar sinais de 

circulação (respiração, tosse e/ou movimento). 

• 

NÃO HÁ INDICADORES SEGUROS DE RESULTADOS PARA ORIENTAR QUANDO TERMINAR OS 



ESFORÇOS DE RESSUSCITAÇÃO NO PACIENTE PEDIÁTRICO.

• 

Causas associadas potencialmente reversíveis de PCR:



• 

6H: hipovolemia, hidrogênio (acidose), hipóxia, hipo ou hipercalemia, hipotermia, hipoglicemia; e

• 

5T: tensão no tórax por pneumotórax, toxinas, trombose pulmonar, tamponamento cardíaco, trombose 



coronariana (infarto agudo do miocárdio).

• 

Rever “Algoritmo Geral RCP Pediátrica” (Protocolo APed 12).



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APed 8 – PCR no paciente pediátrico: Assistolia 

APed 8 – PCR no paciente pediátrico: Assistolia 

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