Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Protocolo Samu 192

Emergências Clínicas

1/1

Quando suspeitar ou critérios de inclusão: 

FC < 60 bpm. 

Conduta


1.

  Realizar avaliação primária (Protocolo AC1)com ênfase para:

• 

manter permeabilidade das vias aéreas;



• 

ventilação assistida, se necessário; e

• 

oferecer oxigênio (se hipoxemia, dispneia ou aumento do trabalho respiratório). 



2.

  Realizar avaliação secundária (Protocolo AC2) com ênfase para:

• 

monitorizar: ECG (identifi car o ritmo), pressão arterial, oximetria;



• 

entrevista SAMPLA; e

• 

não retardar a terapia.



3.

  Realizar ECG 12 derivações.;



4.

  Instalar acesso  venoso.



5.

  Identifi car e tratar causas reversíveis 5H e 5T.



6.

  Avaliar presença de sinais de baixo débito: hipotensão, alteração aguda do estado mental, sinais de 

choque, insufi ciência cardíaca aguda e desconforto torácico isquêmico.

Ausência de sinais de baixo débito:

• 

observar e monitorar o paciente.



Presença de sinais de baixo débito:

• 

administrar Atropina 0,5 mg IV em bolus. Pode ser repetida a cada 3 a 5 minutos, até dose máxima de 



3mg;

• 

se não houver resposta satisfatória, considerar instalação de marcapasso  transcutâneo – MPTC, (não 



retardar se bloqueio de 2° grau tipo II ou 3° grau) ou usar adrenalina ou dopamina; e

• 

manter atenção para a ocorrência de PCR (Protocolo AC5).



7.

  Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou unidade de saúde 

de destino.

AC13 - Bradicardia

AC13 - Bradicardia 

                                                                                                          

   

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 



Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Agosto/2014 



Revisão: Outubro/2014

AC13


• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).

• 

Ritmos que causam bradicardia: bradicardia sinusal, BAV 1º grau, BAV 2ºgrau (tipo 1 e tipo 2), BAV 3º 



grau.

• 

Sinais de baixo débito: hipotensão, alteração aguda do estado mental, sinais de choque, insufi ciência 



cardíaca aguda e desconforto torácico isquêmico, congestão pulmonar ou  SatO

2

.



• 

A atropina deve ser usada com cautela na isquemia coronariana ou no IAM, pois a elevação da FC 

pode piorar a isquemia.

• 

Para a utilização do MPTC, considere analgesia ou sedação leve.



• 

A meia-vida da atropina é curta (4 min) e sua principal vantagem é permitir um intervalo de tempo para o 

preparo do MPTC ou de outras medicações.

• 

O uso de adrenalina e dopamina exige bomba de infusão para controle da dosagem.



Observação:

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