Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Protocolo Samu 192

Protocolos de Emergências Gineco-Obstétricas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Abril/2016



T – TRAUMA

• 

Revisar canal do parto em busca de lacerações: considerar 



tampão vaginal, nos casos de sangramento de difícil controle, 

até a chegada no centro obstétrico de referência.

• 

Em caso de inversão: reposicionar imediatamente o útero, 



através da manobra de Johnson.

Manobra de Johnson

Após reversão uterina, mantendo a mão no canal vaginal, enquanto se 

aguarda a contração do útero, administrar ocitocina endovenosa 20 UI 

a 40 UI, diluída em 1.000 mL de solução salina 0,9% ou ringer lactato 

(infundir 500 mL em 10 minutos).

T – TECIDO 

(Retenção de restos placentários)

• 

Realizar inspeção completa dos anexos ovulares (placenta e 



âmnio), observando se há falta de algum segmento.

T – TROMBINA

• 

Considerar diagnóstico de coagulação intravascular disseminada 



(CIVD), coagulopatia de consumo e defi ciência especifi ca da 

coagulação sanguínea.



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AGO10 – Hemorragia puerperal

AGO 

10

AGO10 – Hemorragia puerperal 



Fonte: http://www.uv.es/~jvramire/apuntes/passats/obstetricia/TEMA%20O-36%20

(2008).pdf

Observações:

• 

Considerar os 3”S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).



• 

Na presença de choque, ver Protocolo AC16); na presença de síndromes hipertensivas, ver Protocolo AGO11).

• 

O cateterismo vesical de alívio tem como objetivo contribuir para a melhora do tônus uterino e favorecer a 



realização de manobras (se indicadas) em virtude do esvaziamento da bexiga.

• 

Não foram encontrados estudos que demonstrem evidências sobre a indicação de realização das 



manobras previstas nos 4T no cenário pré-hospitalar. A decisão quanto à realização dessas manobras na 

fase pré-hospitalar deve considerar a gravidade do quadro, a resposta do paciente às manobras iniciais, o 

tempo de deslocamento até a unidade de saúde e a experiência dos profi ssionais. Sugere-se, se possível, 

a tomada de decisão em conjunto com o médico regulador.

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