Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Protocolo Samu 192

Emergências Clínicas

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Agosto/2014



Revisão: Janeiro/2016

Quando suspeitar ou critérios de inclusão

Parada cardiorrespiratória (PCR) com ritmo de assistolia ao monitor cardíaco.

Conduta


1. 

Realizar rapidamente (em menos de 10 segundos) o protocolo da linha reta para confi rmar assistolia e 

descartar uma fi brilação ventricular fi na:

• 

Verifi car adequada conexão dos cabos e eletrodos;



• 

Aumentar ganho de sinal no monitor cardíaco (amplitude/potência de sinal); e

• 

Checar ritmo em outra derivação.



2. 

Se assistolia confi rmada, iniciar imediatamente a ressuscitação cardiopulmonar (RCP), começando 

pelas compressões torácicas, 100 a 120 compressões por minuto (30 compressões para duas 

insufl ações) por 2 minutos.



3. 

Administrar epinefrina o mais rápido possível: 1 mg intravenosa/intraóssea (IV/IO) em bolus seguido de 

20 mL de solução salina 0,9% e elevação do membro (repetir a cada 3 a 5 minutos). 

4. 

Após 2 minutos de ciclos de compressões e insufl ações, checar novamente o ritmo. Se persistir a assistolia, 

reinicie a partir do item 2.

5. 

Se, a qualquer momento, o ritmo evoluir para:

• 

Fibrilação ventricular/taquicardia ventricular sem pulso – considerar Protocolo AC6;



• 

Atividade elétrica sem pulso – considerar Protocolo AC8; e

• 

Atividade elétrica com pulso – iniciar cuidados pós-ressuscitação (Protocolo AC10).



6. 

Realizar simultaneamente os seguintes procedimentos: 

• 

Instalar dispositivo de via aérea avançada, preferencialmente a intubação orotraqueal. Considerar uso de 



máscara laríngea no caso de intubação difícil, para não retardar a realização das compressões de boa 

qualidade;

• 

Confi rmar efetiva ventilação e fi xar o dispositivo escolhido;



• 

Após instalação da via aérea avançada, manter compressões torácicas contínuas (100 a 120/min), sem 

pausas para as insufl ações, oferecer 10 insufl ações/min (uma a cada 6 segundos não sincronizadas) e 

checar o ritmo a cada 2 minutos;

• 

Instalar eletrodos do monitor; e



• 

Realizar o diagnóstico diferencial e procurar tratar as causas reversíveis identifi cadas (Fatores H e Fatores T).






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