Protocolos de Suporte Avançado de Vida



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Estado térmico

Temperatura (°C)

Subnormal

34-36

Normal


36-37

Estado febril

37-38

Febre


38-39

Febre alta (pirexia)

39-40

Febre muito alta (hiperpirexia)



40-42

• 

Na suspeita de hipotermia, considerar os valores de temperatura corporal de referência apontados no 



Protocolo AC27.

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Protocolo Samu 192

Protocolos de Procedimentos

SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Janeiro/2016



AP27

AP27 – Escala de coma de Glasgow



1/2

AP27 – Escala de coma de Glasgow

Indicação 

Instrumento utilizado na avaliação neurológica para determinar o nível de consciência e detectar 

precocemente alterações. Permite avaliação objetiva da função cerebral, principalmente em avaliações 

neurológicas seriadas.

Materiais

• 

Equipamento de proteção individual obrigatório



Procedimento:

1. 

Iniciar a avaliação pela abertura ocular e pontuar de acordo com a melhor resposta obtida:

• 

Se a abertura ocular é espontânea: 4 pontos.



• 

Na ausência de abertura ocular espontânea, utilizar um estímulo verbal solicitando a abertura dos 

olhos ou simplesmente chamando o paciente. Se o paciente atender ao estímulo verbal: 3 pontos.

• 

Na ausência de abertura ocular ao estímulo verbal, utilizar um estímulo doloroso, preferencialmente 



compressão do leito ungueal, pinçamento digital do músculo trapézio ou pinçamento digital do 

músculo esternocleidooccipitomastoideo. Se o paciente abrir os olhos após o estímulo doloroso: 2 

pontos.

• 

Na ausência de abertura ocular mesmo após estímulo doloroso: 1 ponto.



Obs.: Se houver algum impedimento para essa avaliação, deve-se pontuar 1 e apresentar justifi cativa. 

Exemplo: AO: 1 (edema periorbitário bilateral).

 

2. 

Avaliar a resposta verbal e pontuar segundo a melhor resposta obtida possível: Utilizar perguntas simples 

para avaliação da orientação em tempo, espaço e pessoa: 

“Como é seu nome?”

 ou 

“O que aconteceu 



com você?”.

• 

Considerar “orientado” o paciente que responde coerentemente às perguntas: 5 pontos;



• 

Considerar “confuso” o paciente que, embora responda às perguntas, demonstra desorientação no 

tempo e no espaço e/ou incompreensão da situação atual e/ou incoerência com a realidade: 

4 pontos;

• 

Considerar o uso de palavras inapropriadas: 3 pontos;



• 

Considerar o uso de sons incompreensíveis: 2 pontos;

• 

Na ausência de resposta verbal: 1 ponto.



Obs.: Se houver algum impedimento para essa avaliação, deve-se pontuar 1 e apresentar justifi cativa. 

Exemplo: MRV: 1 (intubação) ou MRV:1 (T).



3. 

Avaliar a resposta motora e pontuar segundo a melhor resposta obtida possível: Dar um comando claro e 

simples para uma ação motora: 

“Mostre o dedo”

“Abra as mãos”



, etc.

• 

Se o paciente obedece ao comando: 6 pontos.



• 

Na ausência de resposta ao comando, utilizar um estímulo doloroso para avaliação da resposta. 

Preferir os seguintes estímulos: compressão do leito ungueal, pinçamento digital do músculo trapézio ou 

pinçamento digital do músculo esternocleidooccipitomastoideo. 

• 

Considerar resposta de “localização” se o paciente localiza e tenta afastar o estímulo doloroso: 5 



pontos.

• 

Considerar resposta de “retirada” se o paciente tentar afastar o estímulo doloroso mediante fl exão do 



membro estimulado: 4 pontos.

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