Protocolos de Suporte Avançado de Vida


  Estabilizar a agulha, fi xando sua base com esparadrapo (se necessário) ou dispositivo próprio; 12



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11. 

Estabilizar a agulha, fi xando sua base com esparadrapo (se necessário) ou dispositivo próprio;



12. 

Conectar a um equipo e iniciar a infusão prescrita;



13. 

Registrar a realização do procedimento na fi cha/boletim de atendimento.

Observações

• 

Médicos e enfermeiros podem realizar este procedimento, desde que capacitados. Os serviços devem 



garantir que seus profi ssionais sejam capacitados para o uso do dispositivo disponível.

• 

Dispositivos manuais são inseridos no sítio da punção pela força do profi ssional (geralmente modelos de 



agulha com trocater). Dispositivos automáticos podem ser de impacto ou rotação.

• 

A técnica para crianças abaixo de 12 anos é descrita no protocolo pediátrico correspondente.



• 

Como opção para a punção da região anteromedial da tíbia, pode ser colocado um coxim embaixo do 

joelho, dobrando-o em um ângulo aproximado de 30 graus com leve rotação externa coxofemoral para 

facilitar a estabilização da extremidade.

• 

São contraindicações para a punção intraóssea:



• 

Fratura e lesões por esmagamento próximas ao local da punção

• 

Condições com ossos frágeis



• 

Tentativas anteriores de estabelecer acesso no mesmo osso

• 

Infecção nos tecidos adjacentes.



• 

A maior parte dos medicamentos utilizados em emergências pode ser administrado pela via intraóssea: 

solução salina, glicose, adrenalina, atropina, adenosina, diazepan e morfi na, dentre outros.

• 

A absorção e a biodisponibilidade das drogas administradas por via endovenosa (EV) são 



equivalentes quando administradas pela via intraóssea (IO). Portanto, a dose por via IO é a mesma 

indicada para via EV.

• 

A realização de anestesia é opcional. Considere o quadro geral e a gravidade do paciente;



• 

Complicação imediata: extravasamento de líquidos no tecido subcutâneo.

• 

Esse acesso deve ser mantido por até 2 h após a inserção. Dentro deste período, recomenda-se a troca 



assim que for possível realizar o acesso venoso periférico.

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AP22 – Punção intraóssea 

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AP22 – Punção intraóssea

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