Protocolos de Suporte Avançado de Vida


  Considerar analgesia. 12



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11. 

Considerar analgesia.



12. 

Realizar contato com a Regulação Médica para defi nição do encaminhamento e/ou unidade de saúde 

de destino.

Quando suspeitar ou critérios de inclusão

Paciente de trauma de extremidades apresentando algum dos seguintes sinais ou sintomas: dor, ferimento, 

deformidade, crepitação, encurtamento, alterações sensitivas, vasculares ou motoras.

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05/06/2015   19:49:53





SUPORTE AVANÇADO DE VIDA

Protocolo Samu 192

Emergências Traumáticas

• 

Considerar os 3 “S” (Protocolos PE1, PE2, PE3).



• 

Considerar a cinemática do trauma e sempre buscar lesões associadas.

• 

O retorno à posição anatômica pode aliviar a compressão de artérias ou nervos e melhorar a perfusão e 



a função neurológica.

• 

Não recolocar o osso exposto para o interior do ferimento.



• 

Se as extremidades ósseas se retraírem para dentro da ferida durante a imobilização, anotar essa 

informação na Ficha de Atendimento que deverá ser passada para a equipe do hospital.

Observações:

AT20 - Fratura exposta das extremidades

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AT20 - Fratura exposta das extremidades

Este protocolo foi pautado nas mais recentes evidências científi cas disponíveis. 

Adaptações  são  permitidas  de  acordo  com  as  particularidades  dos  serviços.                 

 

Elaboração: Agosto/2014 



Revisão: Outubro/2014

AT20


Conduta

1. 

Realizar avaliação primária (Protocolo AT1).



2. 

Realizar avaliação secundária (Protocolo AT2).



3. 

Controlar sangramento externo com curativo compressivo estéril.



4. 

Considerar breve limpeza/enxague dos ferimentos abertos com solução salina em caso de sujidade 

grosseira.

5. 

Cobrir ferimentos abertos e/ou extremidades ósseas com curativo estéril.



6. 

Realizar a reposição volêmica, se necessária, conforme protocolo do choque (Protocolo AT4).



7. 

Avaliar pulso periférico e perfusão, sensibilidade e mobilidade.



8. 

Realizar a imobilização do segmento afetado com ênfase para:

• 

retorno à posição anatômica, exceto se presença de dor signifi cativa e/ou resistência ao reposicionamento; e



• 

escolha da técnica mais apropriada.



9. 

Reavaliar pulso periférico e perfusão, sensibilidade e mobilidade após a imobilização. 






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