Protocolo clínico


Indicação do uso de anticoagulação oral



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3.0 Indicação do uso de anticoagulação oral


  • Mutações do fator V Leiden, deficiência de proteína C, síndrome antifosfolípide, deficiência de proteína S, deficiência de antitrombina III e resistência homozigótica à proteína C ativada.

  • Tromboembolismo venoso;

. Os sinais clínicos têm baixa sensibilidade (50% das tromboses venosas profundas -TVP- não têm sintomas ou sinais Em função disso, o diagnóstico é normalmente feito pelo Duplex scan. Os sintomas são caracterizados principalmente por dor na panturrilha ou coxa, associada a edema ou petequeais. Grupo de risco são pessoas com histórico de Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), cirurgia recente, trauma, neoplasia, uso de anticoncepcionais orais.

  • Cardiopatia isquêmica;

Usado para a prevenção secundária da doença arterial coronariana, do infarto agudo do miocárdio (IAM), e a prevenção do tromboembolismo sistêmico podendo ser usado de formas crônica no ultimo caso. Em cada uma dessas situações, a prevenção do AVC surge como um dos desfechos alcançáveis. Na cardiopatia isquêmica crônica (IAM prévio) recomenda-se a anticoagulação oral para prevenção do AVC quando houver: fibrilação atrial crônica; e história prévia de AVC embólico.

    • Valvopatias;

As valvopatias tem potencial tromboembólico sendo que é maior a chance quanto mais avançada esta a doença e pela associação do avanço da idade. Somente o diagnóstico de valvopatia não é indicação isolada de uso crônico de antitrombótico a porem se houver algum fator de risco como fibrilação atrial, história de fenômeno tromboembólicos, achado de trombo (eco, cirúrgico) pode ser usado.

  • Próteses valvares cardíacas;

O implante de prótese metálica dá continuidade ao potencial tromboembólico. O uso de anticoagulante oral é eficaz na prevenção do fenômeno tromboembólico associado à valvopatia/fibrilação atrial/prótese metálica

  • Fibrilação atrial

Aumenta em seis vezes o risco de Acidente Vascular Cerebral, sendo que a fibrilação atrial é uma arritmia prevalente na população idosa. Quando associada a estes fatores de risco: História de episódio isquêmico cerebral transitório, história de tromboembolismo, história de hipertensão arterial, disfunção ventricular esquerda, e idade > 75 anos. Essas combinações aumenta a chance de AVE em 17 vezes.



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