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que ficar tensa ou preocupada... você não quer?


Eu... eu...
—  Você  está  inchada,  neném  —  soprei  em  seus  lábios.  —  Toda
molhadinha, coração acelerado, retina dilatada... seu corpo sabe que quer, sua
mente que a está deixando perdida...
Ela concordou.
Rebolou  em  cima  dos  meus  dedos,  segurou  firme  em  meu  peito  e
empurrou o quadril para baixo, como se assim meus dedos pudessem penetrá-la.
Mas não iam, não assim.
Calma — voltei a soprar em seus lábios. — Calma...
Tirei-a do chão e a deitei novamente na mesa. Abri suas pernas e coxas e
esfreguei a glande inchada, doendo de tão dura, louca por seu corpo, para fodê-la
de uma vez, depois de tantos dias preso em seu encanto...
Mas ela era virgem, porra. Não merecia a selvageria, não nesse instante.
Mostre para mim como você se toca — pedi.
Ela  ficou  confusa  no  início.  Mas  depois  perdeu  um  pouco  o  temor  e
começou a se tocar lentamente, aumentou a intensidade conforme se sentia mais
empolgada, até que grudou suas costas na mesa e começou a remexer-se.
Entre seus dedos ágeis e as mordidas que sua boca dava nos lábios como
se  fosse  arrancá-los,  esfreguei  a  cabeçona  do  meu  caralho  entre  os  dedos,  no
frenesi  de  sua  vontade  animal,  acabei  penetrando  superficialmente  suas  carnes
inchadas e sedentas, mas me contive.
Controlei-me o máximo que pude para deixa-la à vontade e não a vi tensa
em nenhum outro momento.
Ela  se  remexeu,  gemeu  demais  e  quando  estava  prestes  a  ter  seu
orgasmo,  eu  afastei  seus  dedos  e  meti  a  glande  em  sua  boceta,  num  vai  e  vem
rápido,  o  dedo  indicador  e  do  meio  ágeis  em  massagear  o  clitóris,  mas  não  fui
até o fim.
Beatriz  liberou  seu  líquido  e  perdeu  o  ar,  eu  não  parei  de  empurrar  a
glande e manter apenas ela no entra e sai, até que foi a minha hora de explodir.
—  Vista-se,  pois  temos  um  almoço  familiar  para  ir  —  tirei  o  lenço  do
meu terno para dar-lhe.
Você... você não... — ela ficou confusa, era perceptível. — Obrigada
— murmurou.
Após assisti-la se limpar superficialmente, vi que ainda havia um pouco
de seu líquido escorrendo.
Enfiei o rosto novamente entre suas pernas e suguei tudo o que restava e


depois segurei em seu pescoço e subi seu corpo escultural para encará-la.
Não tenha tanta pressa, Bia. Ainda teremos 365 dias.




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