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Héctor Mitchell
Dois dias depois.

Ao entrar no escritório do diretor executivo – vulgo CEO – da Mitchell &
Smith,  vi  Beatriz  de  costas.  Estava  escorada  no  grande  vitral  que  mostrava  o
mundo civilizado lá fora, cheio de cores, tecnologia e transeuntes.
No  último  andar  daquele  prédio  alto  era  realmente  prazeroso  ver  o
mundo  lá  embaixo,  fazia  tudo  parecer  pequeno  diante  do  que  o  império
representava.
—  É  aqui  que  você  vai  passar  os  seus  dias?  —  sua  voz  doce  me
perguntou.
— Sim.
—  Se  eu  soubesse  que  era  tudo  isso,  tinha  exigido  mais.  Sabia  que  era


algo  grande,  mas  olhando  daqui,  faz  parecer  que  meus  pensamentos  eram
pequenos  demais...  —  ela  finge  um  resmungo,  depois  vira  o  rosto  apenas  o
suficiente para me olhar. — É só brincadeira, tá?
Colei  o  corpo  em  suas  costas  e  dedilhei  seus  braços,  depois  o  baixo
ventre, subi cautelosamente até os seios.
— Peça-me qualquer coisa, senhorita Rodrigues, estou aqui para atendê-
la à altura de que fui atendido.
Beatriz pendeu a cabeça para trás, deixando-a em meu peito. Sua bunda
farta começou a me deixar duro, pois a balançava suavemente em minha virilha.
— Quando chegar a hora certa talvez eu saiba o que pedir...
Vai bancar a misteriosa? — murmurei em seu ouvido.
Beatriz  fez  menção  de  se  afastar,  então  eu  a  segurei  com  ainda  mais
firmeza.  Minha  palma  da  mão  subiu  um  pouco  mais  além  dos  seios  e  foi  se
fechando levemente em seu queixo.
—  O  que  eles  estão  falando  do  casamento?  —  ela  mudou  de  assunto,
seus  olhos  grandes  e  cobiçosos,  refletidos  no  vidro,  fitavam  os  carros  do  ano
passando pela avenida.
Não me importa. Agora estou mais concentrado na lua de mel...
Beatriz  riu  e  ronronou,  rebolou  com  mais  força,  deixando  a  situação
impossível;  rangi  os  dentes  pela  dor  da  ereção  na  calça  justa  e  agarrei  sua
cintura, trazendo seu rabo grande para amaciar meus espasmos.
E o que decidiu sobre a lua de mel? — ela provocou. Sua voz mudou,
seus olhos encararam os meus pelo reflexo e ela abriu um sorriso de mulher de
negócios.
— Poderia começar aqui — sugeri.
Por mim tudo bem — ela jogou a bolsa de mão em cima da cadeira e
virou-se para mim.
Levantei-a  do  chão  e  a  deixei  sentada  em  cima  da  mesa  principal,  de
pernas abertas, subindo aquele maldito vestido apertado até suas coxas grossas.
Meu  dedo,  que  buscava  saciar  parte  do  desejo,  friccionou  contra  a
calcinha de renda e depois a arrancou com um puxão.
— Você é deliciosa — as palavras escaparam da minha boca.
Massageei  suas  carnes  ritmicamente,  acompanhando  os  gestos  que  seu
rosto fazia e aumentando o ritmo conforme Beatriz parecia se perder no toque.
— Você não sabe o quanto esperei por isso — revelei.
Não havíamos sentado para definir os pormenores do acordo. Tudo o que


sabíamos  era  que  eu  tinha  interesses  e  ela  também.  E  para  fazer  aquilo
sobreviver por um ano – malditos e deliciosos 365 dias – teríamos de fazer sexo.
Muito sexo. Foder até que estivéssemos minimamente saciados.
E eu era insaciável.
Tudo  foi  espontâneo  e  natural.  Eu  fiquei  com  vontade,  pois  ela  me
provocou.
Ela mesma puxou o beijo e se entregou em minha boca. Começou tímida,
curiosa,  mas  se  acostumou  com  minha  intensidade,  os  chupões  na  boca  e  a
língua recebendo carinho.
Quando  senti  que  ela  estava  menos  tensa  e  mais  entregue,  agachei-me,
com os olhos fixos em seu rosto de total surpresa e mostrei que a língua podia
fazer carinho em outros lugares.
Beatriz  segurou  a  mesa  com  força,  jogou  o  corpo  para  trás  e  abriu  as
pernas um pouco mais.
Meti  o  rosto  e  a  boca  entre  suas  pernas,  lambuzando-me  com  aquele
delicioso  sabor  que  sonhei  noite  após  noite  ao  ser  provocado  pelo  seu  andar  e
dança sensual.
Suguei  seu  clitóris  e  o  chupei  devagar,  intensamente,  arrancando-lhe
suspiros que só aumentavam.
Minhas  mãos  agarraram  suas  coxas  e  eu  a  deitei  na  mesa,  deixando-a
mais à vontade e dei-lhe uma palmada na bunda quando a virei de lado.
Você está bem? — perguntei.
—  É  um  bom  começo  —  ela  respondeu  manhosa,  do  jeito  que  eu
gostava.
—  Você  está  toda  molhadinha,  Bia  —  meus  dedos  espalharam  toda  a
umidade pela região, aproveitei para excitá-la, deixa-la louca, em frenesi.
Eu... eu... — ela tentou dizer, mas se perdeu com o meu toque.
—  Você  precisa  me  deixar  molhado  também,  assim  fica  mais  fácil  —  a
provoquei.
Ela se virou devagar na mesa e deu de cara com o meu pau já em riste,
babão, escorrendo o pré-gozo.
É grande... — ela examinou o pau e depois me olhou.
— Por isso você precisa ser uma boa menina e deixar ele bem molhado,
para ele entrar fácil, deslizar melhor e não te machucar... — fiz uma massagem
em sua nuca, aproveitei para puxá-la sorrateiramente para perto do membro.
Beatriz  arregalou  os  olhos  conforme  se  aproximava.  Ao  estar  diante  do


meu pau ficou muda, sem saber o que fazer.
—  Vai  dizer  que  nunca  viu  um  pau  na  vida?  —  brinquei  e  o  balancei,
fazendo-a rir, pareceu diminuir um pouco da tensão.
—  Mas  é  muito  grande...  vai  machucar  de  qualquer  jeito...  —  ela
constatou.
—  Então  é  melhor  deixar  ele  bem  molhado,  neném  —  terminei  de
empurrá-la finalmente em direção ao seu prêmio.
Beatriz  esfregou  os  lábios  vermelhos  na  glande  e  abriu  uma  pequena
fresta  na  boa  para  beijá-la.  A  língua,  curiosa,  saiu  da  boca  e  com  a  ponta  dela
sentiu a maciez do início do membro.
Ela  gostou.  Colocou  toda  a  glande  na  boca  e  sugou  sem  parar,
aumentando os chupões, deixando-me quase sem o controle das próprias pernas.
Vai com calma — pedi e tirei a cabeçona do pau de sua boca molhada.
 Desculpe...  estou  um  pouco  nervosa...  e  ansiosa...  —  ela  desviou  o
olhar.
— Por quê? — foi instintivo.
—  Por  que...  nada...  só  estou  —  ela  achou  que  conseguiria  desviar  do
assunto segurando em meu membro e masturbando-o.
Eu a impedi, embora parecesse uma boa pedida.
— Diga-me — rosnei.
É que... bem... não tivemos tempo para conversar, mas...
Você adora enrolar, não é? — apertei seu queixo.
Sou virgem — ela revelou.
Aquilo esclareceu muita coisa e tornou tudo mais interessante.
Virgem? — lambi os beiços.
— Não zombe de mim! — ela rapidamente cruzou os braços e se sentou
na mesa.
—  Não  estou  debochando  —  abracei  sua  cintura  e  a  puxei  para  mim,
tirando-a da mesa.
Pressionei seu corpo contra o móvel e encostei a ponta de nossos narizes,
era engraçado vê-la “de cima” e ficar com o rosto voltado para baixo.
É sério... eu sou... — ela mordiscou o lábio inferior.
Levei meus dedos indicadores e do meio por entre suas pernas.
—  Tudo  bem,  eu  acredito  em  você  —  tentei  acalmá-la.  —  Não  há  pelo


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