Propostas para o plano de açÃo do encontro anti-imperialista de solidariedade, pela democracia e contra o neoliberalismo



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PROPOSTAS PARA O PLANO DE AÇÃO DO ENCONTRO ANTI-IMPERIALISTA DE SOLIDARIEDADE, PELA DEMOCRACIA E CONTRA O NEOLIBERALISMO
Como resultado do trabalho de três dias de sessões, em que delegados de 85 países debateram profundamente sobre temas diversos que afetam nossos povos, e realizaram 227 intervenções, em dois painéis, uma Tribuna Anti-imperialista e seis comissões de trabalho, foi proposto o seguinte plano de ação:

  1. Estabelecer uma estratégia de comunicação comum, articulando os meios com as comunidades, utilizando as novas tecnologias e as redes sociais como arma poderosa para a ação da esquerda.

  2. Impulsionar redes de cooperação entre governos e sociedade civil, promovendo a democracia, desde um pensamento político coeso. Construir blocos, frentes e bancos de ideias para a ação social desde a esquerda.

  3. Fazer de 2020 um ano de ofensiva dos povos pela democracia e contra o neoliberalismo:

- na última semana de maio (25 a 30), organizar uma mobilização anti-imperialista em nível global. Palavras de ordem: Nunca mais TRUMP, não ao IMPERIALISMO, Sim à VIDA.

- Março de 2020, convocado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) do Brasil: jornada de luta anti-imperialista - Mãos Juntas - para derrotar o imperialismo e pela construção do socialismo.



  1. Estabelecer o dia 16 de novembro de 2019 como Dia Internacional de Protesto, ante as embaixadas e consulados dos Estados Unidos, em todos os países, condenando o bloqueio contra Cuba.

  2. Participação de amigos de outros continentes no Encontro Continental Europeu, que se realizará na Rússia, em 2020.

  3. Celebração da Quinta Ação Mundial 2020, convocada pela Marcha Mundial de Mulheres, com o lema “Resistimos para viver, marchamos para transformar”.

  4. Convocação na Bolívia, para defender o voto democrático.

  5. Mobilização convocada pela Coalizão Cuba Sim, para celebrar a libertação dos Cinco Heróis.

  6. Convocação internacional para a celebração do Primeiro de Maio em Cuba, em 2020.

  7. Exigir dos governos, em nossos respectivos países, o apoio à Resolução contra o bloqueio que o Governo cubano apresentará, nos dias 5 e 6 de novembro de 2019, ante as Nações Unidas.

  8. Divulgar a Lei 80/1996: Lei de Reafirmação da Dignidade e da Soberania Cubana, aprovada pela Assembleia Nacional, na Quarta Legislatura, em 1996, e que, em seu Artigo I, declara ilícita, inaplicável e sem efeito, a Lei Helms- Burton.

  9. Conseguir pronunciamentos de governos, parlamentares, políticos, movimentos sociais, religiosos, contra o bloqueio e de apoio à Revolução Cubana, e desenvolver uma Jornada de ações no Parlamento Europeu.

  10. Revitalizar os Comitês contra o Bloqueio e as Coordenadorias Regionais de Solidariedade, para fazer frente comum a essa política genocida contra Cuba.

  11. Realizar ações simultâneas em todos os países, no dia 17 de cada mês, que tenham impacto midiático.

  12. Incentivar a realização de protestos em frente as representações diplomáticas e consulares dos Estados Unidos em nossos países, e em frente a instituições federais nos Estados Unidos, com ênfase particular na Jornada contra o Bloqueio, em Washington DC.

  13. Fortalecer a estrutura e unidade do Movimento de Solidariedade com Cuba, enriquecendo sua ação, com a participação ampla e representativa das forças de esquerda e movimentos sociais, na batalha contra o bloqueio.

  14. Trabalhar para que “Cubainformación” se converta na mídia alternativa a serviço do movimento de solidariedade com Cuba, em contraposição às campanhas midiáticas de desinformação e tergiversação da realidade cubana, e que os europeus ajudem em seu financiamento.

  15. Divulgar e participar do Seminário Internacional pela extinção das bases militares e pela paz, que se realizará em Cuba, e daqueles organizados pelo Conselho Mundial pela Paz (Evento de 27 a 29 de abril de 2020: Caribe, Zona de Paz).

  16. Ativar a Coalizão Internacional contra as Bases Militares, nos Estados Unidos, integrada por 15 movimentos pela paz.

  17. Promover e estimular a participação nos eventos que o ICAP organize em Cuba e particularmente nas brigadas de solidariedade e trabalho voluntário de 2020, bem como nas atividades programadas em celebração do 60º aniversário do ICAP.

  18. Conseguir a ação concertada da esquerda da Europa, América Latina e Caribe, Ásia, África e América do Norte, na ação de solidariedade com Cuba, através dos fóruns internacionais (Foro de São Paulo, Partidos de Esquerda Europeus, Associação Povos Caribe).

  19. Trabalhar pela incorporação dos jovens - renovação e continuidade do Movimento de Solidariedade com Cuba - às Associações de Amizade em nossos países.

  20. Divulgar os spots sobre o bloqueio, realizados em Cuba e pelos projetos de solidariedade, como IFCO/Pastores pela Paz, França-Cuba e outros, para divulgar a realidade cubana, fundamentalmente nas esferas da saúde e educação.

  21. Divulgar as conquistas da presença da colaboração médica cubana, em contraposição à campanha de desprestígio contra os médicos cubanos, lançada pelo atual presidente dos Estados Unidos.

  22. Criar um espaço de encontro, no âmbito do Festival do Caribe, dos diretivos da solidariedade com Cuba dessa área.

  23. Difundir os acordos do Foro de São Paulo em Caracas, Venezuela, julho/ 2019, e os acordos da Assembleia dos Povos do Caribe, efetuada em Trinidad e Tobago, agosto/ 2019, relativos ao repúdio às empresas transnacionais e o Tratado de Livre Comércio (TLC).

  24. Coordenar uma Jornada Mundial, condenando a presença das empresas transnacionais em nossos países, de 25 a 30 de maio, no contexto da semana de luta anti-imperialista convocada pela Assembleia Internacional dos Povos, aprovada no 25º Foro de São Paulo.

  25. Realizar uma campanha de repúdio, nas redes sociais, contra as transnacionais e os TLCs em cada país, como também divulgar Declarações das diferentes organizações sindicais e movimentos sociais, utilizando todas as plataformas digitais com hashtags destinadas só para este dia.

  26. Potencializar o trabalho de influência direta nas bases sindicais, camponesas e de movimentos sociais, que permita transmitir informação sobre a importância de consumir produtos naturais e desenvolver os mercados locais, como uma forma natural de se contrapor aos TLCs.

  27. Desde os sindicatos e movimentos sociais, influir no fortalecimento das economias internas dos diferentes países, para propiciar a criação dos mercados locais alternativos que possam competir com as transnacionais, ou boicotar seus produtos.

  28. Organizar manifestações em frente às embaixadas ou consulados dos ESTADOS UNIDOS no mundo, para denunciar as políticas neoliberais praticadas hoje pelas transnacionais e os TLCs, contra os trabalhadores, dirigentes sindicais, líderes sociais e camponeses, com o lema identificador desta ação nas redes sociais:

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