Programa de qualidade em radioterapia



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MINISTÉRIO DA SAÚDE

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INSTITUIÇÕES 

FILANTRóPICAS DE COMBATE AO CâNCER

PROGRAMA DE QUALIDADE EM RADIOTERAPIA

EDITORES

Adelino J. Pereira

AUTORES

Adelino J. Pereira

Miguel Daniliauskas

Regina Maria Godoy Lopes

Gisele Pereira Haddad

José Carlos da Cruz 

Homero Lavieri Martins

REVISORES

Antônio de Freitas Peregrino

Geraldo Magela

Carlos E. de Almeida

PROJETO GRÁFICO

TIRAGEM

José Serra

Renilson Rehem de Souza

Jacob Kligerman

Marcos Moraes 

Carlos Eduardo de Almeida

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 - 

Wilson Domingues de Souza

200 exemplares

2001, Ministério da Saúde

É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.

 - H. A. C. Camargo

 H. A. C. Camargo

 Varian


Hospital das Clínicas - USP

 H. A. C. Camargo

 H. A. Einstein

Fundação Dr. Amaral Carvalho

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Instituto Nacional de Câncer

Instituto Nacional de Câncer e Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 

Ficha Catalográfica



B823

Brasil. Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer.

   Curso para técnicos em radioterapia. Rio de Janeiro: INCA, 2000 

43 p.: il. (Programa de Qualidade em Radioterapia)

Bibliografia

ISBN 85-7318-09-5

1.Radioterapia. 2.Dosimetria. 3.Cursos. I.Título. II.Série.

CDD 615.842




Apoio:

Colégio Brasileiro de Radiologia - CBR

European Society for Therapeutic Radiology and

Oncology - ESTRO

International Atomic Energy Agency - IAEA

Laboratório de Ciências Radiológicas - LCR/UERJ

Co-patrocínio:

Programa de Qualidade em Radioterapia

Associação Brasileira de Instituições

Filantrópicas de Combate ao Câncer

Manual para Técnicos

em Radioterapia




COMISSÃO EXECUTIVA

Aristides Maltez Filho – Médico

Hospital Aristides Maltez - BA

Associação Brasileira de Instituições

Filantrópicas de Combate ao Câncer

Carlos Eduardo de Almeida – Físico - Coordenador

Instituto Nacional de Câncer

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Heloisa A. Carvalho – Médica

Hospital das Clínicas - USP

Colégio Brasileiro de Radiologia

Luiz Henrique J. Pinto – Médico

Instituto Nacional de Câncer

Miguel A. Gonçalves – Médico

Fundação Pio XII - SP

Colégio Brasileiro de Radiologia

Paulo Eduardo P. S. Novaes – Médico

Hospital A. C. Camargo - SP

Colégio Brasileiro de Radiologia

COMISSÃO CIENTÍFICA

Adelino José Pereira - Físico

Hospital A. C. Camargo - SP

Carlos Manoel M. de Araújo - Médico

Instituto Nacional de Câncer

Eugenio Del Vigna Filho - Físico

Santa Casa de Belo Horizonte - MG

Ivaldo Ferreira - Físico

Estro - European Society of  Therapeutic Radiology and Oncology - França

João Luis Fernandes da Silva - Médico

Hospital Sírio Libanês - SP

José Carlos da Cruz - Físico

Hospital Albert Einstein - SP

Marcos Davi L. de Mello - Médico

Santa Casa de Maceió

Miguel A. Mizziara Filho - Médico

Instituto Arnaldo Viera de Carvalho - SP

Miguel F. Guizzardi - Médico

Instituto Nacional de Câncer

Sérgio Lannes Vieira - Médico

Hospital  São Vicente de Paulo - RJ

Programa de Qualidade em Radioterapia



O Técnico em Radioterapia é, sem dúvida nenhuma, um profissio-

nal chave na realização e no sucesso da Radioterapia.

Cabe a ele o contato diário com o paciente e a execução, de

forma precisa e segura, do plano de tratamento.

Por isto, é importante que tenha o entendimento claro dos aspectos

técnicos dos equipamentos e dos modificadores de feixe, muitas vezes

específicos para cada paciente.

O Programa de Qualidade em Radioterapia logo no seu segundo

módulo, percebeu a necessidade de uniformizar os conhecimentos dos

técnicos nos aspectos mais importantes relacionados com sua atividade.

Estamos apresentando um manual  dedicado especificamente aos

técnicos, inicialmente enfocando os aspectos mais urgentes das

atividades diárias.

Estamos certos que este documento, fruto da fase de Uniformização

de Procedimentos do PQRT, preencherá uma lacuna existente até este

momento no processo de formação de  um importante membro da

equipe de Radioterapia.

Dr. Jacob Kligerman

INCA/Ministério da Saúde

APRESENTAÇÃO

Dr. Marcos Moraes

ABIFCC




Capítulo 1- Introdução ...................................................................................................... 9

1. O que é câncer? ............................................................................................................. 9

1.1 Câncer ........................................................................................................................ 9

1.2 Fatos sobre o câncer ....................................................................................................9

2. O papel do técnico em Radioterapia ............................................................................... 10

2. 1. Qualificação ............................................................................................................. 10

2. 2. Deveres e responsabilidades ..................................................................................... 10

2. 3. O Papel do Dosimetrista em Radioterapia ................................................................... 11

Capítulo 2 ...... ................................................................................................................ 13

1. Radioterapia ..................................................................................................................13

1.1. A descoberta dos Raio X ............................................................................................ 13

1.2. A descoberta da radioatividade ................................................................................. 13

1.3. A descoberta do Radium ............................................................................................ 13

1.4. Tipos de Aparelhos em Teleterapia .............................................................................. 14

1.5. Emprego de Mais de Um Campo de Irradiação ............................................................. 15

1.6. Princípios da Braquiterapia e Tipos de Aplicação ........................................................... 15

1.7. Radioproteção em Braquiterapia ..................................................................................15

1.8. Unidades e Medidas da Radiação ................................................................................. 16

Capítulo 3 ....................................................................................................................... 17

1. Introdução .................................................................................................................. 17

1.1. Processo básico na aceleração dos elétrons ................................................................ 17

2.  Modulador .................................................................................................................. 17

3. Sistema de Dosimetria ................................................................................................... 19

3.1. Principais Áreas de um Acelerador Linear ..................................................................... 19

3.2. Acelerador para a Produção de Raios X de  Alta Energia ..............................................  20

3.3. Sistema de dimensionamento do feixe .......................................................................... 20

3.4. Acelerador para a Produção de Elétrons ...................................................................... 21

Capítulo 4 .......................................................................................................................... 23

1. Recomendações do ICRU 50 ............................................................................................ 23

1.1. Volumes ..................................................................................................................... 23

2. ICRU - 62 ....................................................................................................................... 25

2.1. Volumes e  Margens  ................................................................................................... 25

2.2. PTV .......................................................................................................................... 27

2.3.  ITV (internal target volume - volume interno do alvo) .....................................................27

2.4. Conclusão .................................................................................................................. 27

3. Bibliografia ...................................................................................................................  28

CONTEÚDO



CONTEÚDO

Capítulo 5 ................................................................................................................29

1. Imobilizadores ............................................................................................................... 29

1.1. Imobilizadores de cabeça e pescoço ........................................................................... 29

1.2. Imobilizadores pélvicos ............................................................................................... 31

1.3. Imobilizadores para mama ......................................................................................... 32

2. Blocos.............................................................................................................................. 33

2.1. escolha do material .................................................................................................... 33

2.2. o  cadinho ................................................................................................................. 33

2.3. o molde .................................................................................................................... 34

2.4. o cortador de isopor ................................................................................................. 34

2.5.Cortador de isopor disponível no mercado ................................................................. 35

2.6. bandejas individuais .................................................................................................. 35

2.7. Bolus ........................................................................................................................ 35

2.8. Compensadores ....................................................................................................... 35

2.9. Moldes para braquiterapia ........................................................................................ 35

2.10.  Material de apoio .................................................................................................. 36



9

Manual para Técnicos em Radioterapia

1.  O que é câncer?

1.1. Câncer

Câncer é um grupo de doenças que

ocorrem quando as células se tornam anormais,

dividindo-se e formando mais células, sem controle

ou ordem.

O câncer é resultado de uma série de

alterações nos genes que controlam o crescimento

e o comportamento celular.  A ocorrência e a falta

de controle dessas alterações gênicas são objeto

de intensas pesquisas médicas em todo o mundo.

Alguns desses genes são hereditários e seus

portadores podem ter predisposição ao câncer,

enquanto outros tipos de câncer são considerados

esporádicos.

Richard D. Klausner NCI, 1998

1.2. Fatos sobre o câncer

(O que você sempre quis saber sobre o câncer e,

até agora, ninguém lhe contou.)

a. Câncer é uma palavra derivada do grego

“karkinos”.

b.  Câncer não é uma doença única, mas

aproximadamente 200 doenças distintas, cada

uma delas com suas próprias causas, história

natural e tratamento.

c. O câncer compreende um grupo de doenças

que aflige a raça humana e a animal.

d. O câncer é caracterizado por um crescimento

autônomo, desordenado e incontrolado de células

que ao alcançarem uma certa massa, comprimem,

invadem e destroem os tecidos normais vizinhos.

e. Não se conhecem a causa ou causas de

85~90% do câncer.

f. Câncer ambiental é aquele em que o meio

ambiente tem papel direto ou indireto em sua

causa.


g. Os estudos epidemiológicos indicam que os

C

APÍTULO



 1- I

NTRODUÇÃO

Adelino José Pereira

fatores ambientais são importantes na causa da

maioria dos cânceres.

h. 80 a 90% dos cânceres resultam de fatores

ambientais (Higginson & Doll).

i. A idade é a determinante mais importante para

o risco de câncer.

j. Na maioria dos carcinomas (ca epiteliais) as taxas

de incidência aumentam constantemente com a

idade.  Isto se explica pelo efeito cumulativo da

exposição a diferentes tipos de carcinógenos.

k. Para alguns tipos de tumores (leucemias  e tumor

de testículo) a maior incidência ocorre nos primeiros

4 anos de vida e entre os 20-24 anos,

respectivamente.

l. Fumar causa câncer.

m. Exposição excessiva ao sol aumenta o risco de

câncer de pele.

n. O câncer ocorre em qualquer idade, porém é

mais frequente em pessoas de idade avançada.

o. A cura do câncer é definida como:  ausência de

tumor após o tratamento, por um período de vida

tão longo como o daquele que não teve câncer.

p. O câncer NÃO É uma desgraça social, uma

punição divina ou um estigma pessoal.

q. Os oncologistas, com as novas tecnologias e

tratamentos, hoje oferecem maior índice de cura,

respeitando a dignidade do ser humano, sua

qualidade de vida e relacionamento familiar e

social.


r. A cura do câncer depende de tratamento

multidisciplinar.

s. Os fatores ambientais (macro e micro) são

responsáveis por 80% dos tumores malignos e os

fatores endógenos e genéticos, responsáveis pelos

outros 20%.

t. A América Latina tem alta incidência de tumores

associados com a pobreza (colo do útero e

estômago).



10

Manual para Técnicos em Radioterapia

u. Os dados de mortalidade mostram que os

tumores malignos ocupam os primeiros lugares em

todos os países, e a tendência é de aumentar na

faixa etária de 45-65 anos.

v. A faixa de mortalidade por câncer é maior entre

as mulheres do que nos homens em todos os

países, numa faixa etária de 30-64 anos.  Isto se

explica pela alta incidência em colo de útero e

mama.

x. Alguns tipos de câncer, se diagnosticados em



tempo e tratados corretamente, têm cura.

z. As crianças respondem melhor ao tratamento

oncológico.

Extraído do “site” do Hospital do Câncer – AC

Camargo

2. O papel do técnico em

radioterapia

A Radioterapia exige uma equipe

multidisciplinar de profissionais composta de

médicos, físico hospitalar e técnico em radioterapia,

para que o tratamento das neoplasias malignas

seja efetivo e correto.

O técnico em radioterapia deve ter, no

mínimo, o 2º. Grau escolar, treinamento específico

na especialidade e certificado do Conselho Regional

dos Técnicos em Radiologia.  É desejável um grau

universitário médio, similar a um curso de

enfermagem, que se  complementa com os

ensinamentos dos aspectos físicos e técnicos da

radioterapia.

Em termos gerais, ele tem por missão

ajudar o radioterapêuta e o físico hospitalar na

preparação dos tratamentos e, principalmente,

efetuar o tratamento dos pacientes e registrar

todos os dados importante relativos a esse

tratamento.  Também prepara moldes e blindagens

para o paciente sob a supervisão do físico

hospitalar e participa nas simulações de

tratamento.

2.1. Qualificação

• Certificado pelo CRTR

• Treinamento em serviço de radioterapia

2.2. Deveres e Responsabilidades

O técnico em radioterapia, sob a direção

do médico radioterapêuta e supervisão do físico

hospitalar, tem as seguintes tarefas:

2.2.1.Aplicar apropriadamente, com mínima

supervisão, o tratamento prescrito pelo

radioterapêuta e planejado pelo físico

hospitalar.

Nesta tarefa ele deve:

• Identificar o paciente e a ficha técnica respectiva;

• Verificar e conferir o diagnóstico, a clareza da

prescrição e os dados da ficha técnica;

• Explicar ao paciente as formas de comunicação

e os procedimentos a serem seguidos em casos de

emergência, durante o tratamento;

• Reforçar os conselhos médicos aos pacientes

quanto a possíveis reações do tratamento e os

cuidados gerais às reações;

• Preparar a sala de tratamento e o equipamento

para atender à prescrição e ao planejamento,

principalmente quanto a:

- tamanho de campo

- distância de tratamento

- orientação dos feixes de radiação

- tempo ou dose monitor prescritas

- uso de dispositivos de imobilização

(máscaras, etc.)

- uso de dispositivos de blindagem

(chumbos, blocos, etc.)

- uso de bandejas aparadoras de

blindagem

- uso de filtros modificadores de feixe,

etc.

• Colocar correta e seguramente o paciente  na



maca de tratamento, dando atenção especial ao

posicionamento e à imobilização;

• Manter marcas e tatuagens no paciente de forma

visível, clara e inequívoca;

• Localizar corretamente o campo de irradiação

na região a ser tratada, usando os dispositivos de

localização de feixe e as marcas e tatuagens no

paciente;

• Verificar diariamente o tempo de tratamento ou

a dose monitor prescritos e colocá-los corretamente

no painel de controle;

• Aplicar o tratamento prescrito na ficha técnica;

• Manter comunicação visual e audível com o

paciente durante o tratamento;

• Assegurar que o tratamento diário prescrito foi

realizado;

• Retirar o paciente da maca e da sala de

tratamento após o término do tratamento;

• Registrar diariamente  tratamento aplicado na

ficha técnica do paciente.




11

Manual para Técnicos em Radioterapia

2.2.2. Colaborar na simulação e planejamento.

Nestes procedimentos, o técnico deve:

• Entender os diferentes métodos de tratamento e

os protocolos clínicos utilizados na instituição;

• Encarregar-se dos aspectos técnicos da

localização e simulação do tratamento;

• Calcular e verificar os tempos de irradiação e as

unidades monitoras com a supervisão do

dosimetrista ou do físico hospitalar;

• Utilizar e colaborar na construção de acessórios

de imobilização dos pacientes;

• Colaborar na simulação, planejamento e

preparação das fontes em braquiterapia.

2.2.3. Observar reações ou eventos não usuais

no paciente.  Qualquer fator não usual deve

ser comunicado imediatamente ao

radioterapêuta responsável, que tomará as

providências necessárias.

2.2.4. Seguir as recomendações de segurança

e radioproteção  para trabalhadores e

pacientes.

2.2.5. Checar os dispositivos direcionais de

feixe, as blindagens de chumbo, as máscaras,

etc.  Verificar a consistência dos dispositivos.

Reportar à física médica os erros encontrados.

2.2.6. Manter a sala de tratamento e a

máquina limpas e em condições operacionais

adequadas.

2.2.7. Cooperar com todo o pessoal para o

funcionamento correto do serviço.

2.2.8. Manter registros de todas as operações

realizadas, principalmente as relacionadas

com os tratamentos dos pacientes.

2.2.9. Comparecer aos cursos, seminários,

reuniões ou aulas a que forem convocados.

2.2.10. Conhecimentos gerais necessários:

• Conhecimentos gerais de oncologia que lhe

permitam ter uma visão global da patologia e do

tratamento;

• Conhecimentos sobre as reações psicológicas dos

pacientes frente à patologia oncológica e a

importância simbólica do técnico em radioterapia;

• Noções de física radiológica;

• Conhecimento sobre os efeitos da radiação e os

procedimentos de proteção radiológica;

• Conhecimento sobre mecanismos de

funcionamento dos diversos equipamentos em

radioterapia e seu correto manuseio;

• Conhecimentos que permitam seguir

rigorosamente a prescrição radioterápica,

reproduzindo o tratamento diariamente;

• Conhecimento de técnicas de tratamento e

acessórios que permitam detectar eventuais

enganos no planejamento técnico, contribuindo

assim para o controle de qualidade;

• Conhecimentos de anatomia que permitam

posicionar o paciente em correta localização de

tratamento;

• Conhecimentos básicos de enfermagem que

permitam o manuseio seguro do paciente;

• Conhecimento sobre os efeitos colaterais no

paciente durante o tratamento;

• Conhecimentos de radiologia que permitam a

obtenção de radiografias de planejamento.

• Conhecimentos de simulação e planejamento

para encarregar-se dos aspectos técnicos da

localização, uso de acessórios e imobilização dos

pacientes.

2.3. O Papel do Dosimetrista em Radioterapia

Em alguns países existe um profissional

denominado dosimetrista, cujas funções se

encontram compreeendidas aproximadamente

entre as do físico e as do técnico em radioterapia.

O título de dosimetrista corresponde a um grau

universitário médio. Na maioria dos casos o

dosimetrista se ocupa dos aspectos físicos da

radioterapia.  Com a supervisão do físico, participa

e executa atividades de calibração do feixe,

controles de qualidade das unidades de

tratamento, de planejamento, incluindo sua

participação nos procedimentos de localização,

simulação e irradiação.  Quando o dosimetrista

não existe, esta atividade é realizada por um físico

em formação ou por técnico com preparação

adequada em planejamento de tratamentos,

cálculo de dose  (com ou sem computador) e

calibração dos feixes das unidades de tratamento.






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