Programa de Gestão Integrada de Águas e da Paisagem



Baixar 5.32 Mb.
Página71/158
Encontro08.10.2019
Tamanho5.32 Mb.
1   ...   67   68   69   70   71   72   73   74   ...   158
Unidades

Quantidade

Rede

6,6 Km

Estações Elevatórias

0,9 km

Emissários

3 EEBs

Vazão ETE

5 l/s

6.1.2.3 – Avaliação Ambiental Específica

Localização da ETE

A localização da ETE está a cerca de 200 m da área urbana, o que reduz a possibilidade de impactos negativos como odores, ruídos e etc. (Vide Mapa Localização da ETE Divino São Lourenço – Anexo II)



Impactos sobre o corpo receptor

Situação sem Projeto




População (fim de plano)

2.366 hab

Carga de DBO lançada (horizonte de projeto)

128 kg/dia

Vazão Q 7,10 – rio do Veado

0,54 m3/s

Estimativa de acréscimo de DBO

1,1 mg/l

Situação com Projeto




Carga de DBO lançada (horizonte de projeto)

13 kg/dia

Estimativa de acréscimo de DBO

0,1 mg/l

A primeira situação – sem projeto - pode levar o rio a suplantar o limite de classe 2 em virtude de consumir mais de 22% da concentração limite. Esta situação demonstra a clara necessidade de implantar a complementação do sistema de esgotamento sanitário da cidade com um nível de tratamento de 90% de remoção de DBO.

6.1.3 IRUPI

6.1.3.1 – Situação Atual

A região da cidade de Irupi pertence à Bacia Hidrográfica do Rio Itapemirim na região do Caparaó. O corpo receptor natural deste sistema é o Rio Pardinho afluente do rio Itapemirim.

A cidade possui um sistema de esgotamento sanitário que atende cerca de 30% da população da cidade que era operada pela Prefeitura. O sistema possui cerca de 4000 m de rede coletora, 3 elevatórias e 3 estações de tratamento compactas do tipo fossa e filtro. Partes das redes estão entupidas ou com baixa declividade dificultando que o esgoto chegue ao tratamento.

Uma das unidades existentes está funcionando precariamente e parte do esgoto está sendo lançado in natura no Rio Pardinho. Duas das estações foram construídas em 2008 e nunca entraram em operação. Esta estação de tratamento foi construída de forma que, tanto a fossa como os filtros fazem parte de uma estrutura única, temos uma estação elevatória na entrada para bombear os esgotos para o início do tratamento, que depois de tratados são lançados do curso de água, que é afluente do Rio Pardinho.

Com relação às redes de esgotos implantadas no município, elas aparentam ter sido bem executadas. Na área central foram abertos vários poços de vistas, encontrando-se em funcionamento. Na área central, 60% das redes coletoras projetadas foram implantadas e como não foram migradas todas as ligações o sistema está ainda operando com as redes antigas, que segundo consta são de manilha de barro e diâmetro de 200 mm, já as novas são em PVC e diâmetro de 150 mm. Na área central a grande maioria das ligações apresenta caixa de ligação na frente do imóvel, só não se sabe se todas estão ligadas a rede e se sua ligação é possível. As maiorias das ligações desta área estão ligadas a rede coletora salvo algumas exceções que estão ligadas nas galerias de águas pluviais ou estão lançando diretamente nos cursos de águas.

Não há monitoramento das unidades de tratamento de esgotos existentes.








Compartilhe com seus amigos:
1   ...   67   68   69   70   71   72   73   74   ...   158


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal