Programa de Gestão Integrada de Águas e da Paisagem



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6.1.6 CONCEIÇÃO DO CASTELO

6.1.6.1 – Situação Atual

A região da cidade de Conceição do Castelo pertence à Bacia Hidrográfica do Rio Itapemirim. O corpo receptor natural deste sistema é o Rio Castelo afluente do rio Itapemirim. Na cidade existem 3 pequenos sistemas de tratamento tipo fossa-filtro que não funcionam adequadamente e recebem os esgotos de cerca de 10% da população, Esses sistemas serão desativados e um novo sistema foi projetado.



6.1.6.2 – Intervenção Proposta

O sistema de coleta e transporte de esgoto sanitário de Conceição do Castelo consistirá em rede coletora secundária nos logradouros, os quais descarregarão seus efluentes líquidos em coletores troncos ou interceptores localizados em fundos de vale e em margens de cursos d’água. A rede coletora projetada, será basicamente do tipo convencional, formada por tubos de 150 mm em PVC,

São previstas estações elevatórias de esgoto bruto para inversão de fluxo e reunir todo esgoto gerado em um único ponto de tratamento. A área de projeto foi dividida em cinco sub-bacias de esgotamento de acordo com as necessidades impostas pela topografia local. Procurou-se privilegiar o escoamento por gravidade e limitar profundidades excessivas na rede coletora.

O sistema foi projetado para atender a uma população de 5.144 habitantes em final de plano (2029) e vazão média de 11 l/s.

Na concepção do Sistema de Esgotamento Sanitário para a Sede do município de Conceição de Castelo foram previstas 5 (cinco) estações elevatórias de esgoto. As elevatórias EEE 1 (0,7 l/s), EEE 2 (0,67 l/s), EEE 3 (0,6 l/s) e EEE 5 (1 l/s) recalcarão o esgoto gerado pelas suas respectivas bacias, para a rede existente da Bacia 4, em pontos diferentes de lançamento. A EEE 4 (11 l/s) receberá por gravidade os esgotos de sua bacia e das demais elevatórias, levando até a ETE. As elevatórias serão do tipo submersíveis e abrigam em sua estrutura, além dos conjuntos moto-bomba um gradeamento para proteção do equipamento.

Os sistemas de tratamento de fossa filtro atuais serão desativados por não atenderem aos requisitos de lançamento atuais. A nova estação utilizará o processo de reator UASB seguido de filtro aerado submerso que alcança uma remoção de 90% de DBO e de 99,9% coliformes fecais. O sistema é composto de gradeamento, desarenador, reator UASB, filtro será do tipo submerso, leitos de secagem e queimador de gás seguindo a mesma concepção do sistema de Santa Leopoldina, variando apenas o tamanho das unidades.






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