Programa de Gestão Integrada de Águas e da Paisagem


Tabela 4‑17 – Usos da Água na bacia



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Tabela 4‑17 – Usos da Água na bacia

USOS CONSUNTIVOS

USOS NÃO CONSUNTIVOS

X

Abastecimento de Urbano

X

Recreação, Lazer e Turismo

X

Abastecimento Rural




Navegação




Consumo Industrial

X

Geração de Energia

X

Irrigação

X

Diluição de Esgotos

X

Dessedentação de Animais




Mineração




Aquicultura




Garimpo




Pesca

X

Manutenção da biodiversidade


Tabela 4‑18 – Caracterização dos Principais Usuários

PRINCIPAIS USOS

TIPO USUÁRIO

OBSERVAÇÕES

Abastecimento Público

CESAN e Prefeituras

Captação Direta

Agroindustria

Beneficiamento de produtos agrícolas e laticínios




Dessedentação de Animais

Produtores Rurais

Disseminado em toda bacia

Irrigação

Produtores Rurais

Embora não seja uma prática geral, ela é bem utilizada em áreas de fruticultura.

Uma das principais causas da degradação da qualidade das águas da bacia é o lançamento de esgotos urbanos sem tratamento. Além desta, por toda a bacia existem frigoríficos e cooperativas de derivados de leite, cujos efluentes são lançados nos cursos d’água da bacia. Ressalta-se ainda o carreamento parta os cursos d’água de agrotóxicos oriundos do cultivo do café nas regiões de Castelo e Iúna. As tabelas 4.15 e 4.16 sumariza os principais fatores de degradação e os impactos observados.
        1. Uso e Ocupação da Terra


De acordo com mapa de Uso da Terra fornecido pelo IEMA (visita técnica da equipe em outubro de 2012), na área de estudo da Região do Caparaó existem 2,97 km² de área urbana, o que corresponde a 0,19% da área. Este montante é muito menor do que o que ocorre na área do Jucu e Santa Maria; de fato na Região do Caparaó ocorrem manchas urbanas bastante pequenas, em municípios menores e mais pobres.

Os Usos Agrícolas somam 55,77% da área (871,40 km²), importante destacar somente as pastagens já respondem por 54,37% da área de estudo, uma situação muito parecida com a encontrada na região das Bacias Jucu e Santa Maria; importante destacar que esta região apresenta um relevo mais montanhoso (Mares de Morros, conforme postulou Aziz Ab’Sáber), estando dessa forma, mais propensa a erosões e ravinamentos, comuns em áreas de pisoteio de gado.

As áreas vegetadas representam 42,74% da área, o que corresponde a 667,75 km². Como ocorre na região do Jucu e Santa Maria parcela significativa desta vegetação (13,30% da área de estudo) trata-se de vegetação secundária em diferentes estágios de regeneração. Importante também destaque as florestas plantadas (silvicultura) representando 0,90% da área de estudo.

A seguir é apresentada Tabela 4-17 com as informações sobre a ocupação da terra na área de estudo da Região do Caparaó.

Tabela 4‑19 - Planimetria de Uso e Ocupação da Terra




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