Programa de Gestão Integrada de Águas e da Paisagem


Tabela 4‑5 - Classes da Terra no Estado do Espírito Santo



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Tabela 4‑5 - Classes da Terra no Estado do Espírito Santo

Classe de Uso

Tipo

Sigla

Área km²

Afloramento / Solo Exposto

Antrópico

AFL

32,13

Agricultura

Antrópico

AGR

51,92

Áreas Urbanas

Antrópico

URB

87,93

Floresta Plantada em Crescimento

Antrópico

FPC

23,08

Pastagem

Antrópico

PAS

1.643,45

Total Uso Antrópico

1.838,51

Áreas Alagadas

Natural

ALG

51,03

Floresta natural

Natural

FNA

29,43

Floresta Natural Primária ou Secundária Avançada/Média

Natural

FNP

1.370,61

Manguezais

Natural

MAN

7,81

Restinga Arbustiva e Arbórea

Natural

RAA

2,71

Restinga Herbácea e Praia

Natural

RHP

3,80

Vegetação Natural Secundária

Natural

VNS

473,16

Total Uso Natural

1.938,55

Total

3.777,06

Fonte: IEMA, Uso da Terra 2007/2008

As pastagens são extensas áreas de uso antrópico do meio rural; muitas vezes tais áreas não necessariamente são utilizadas como pasto, mas podem ser áreas em pousio.

As Florestas Naturais se dividem em Primárias (quando se trata da vegetação original da região) ou secundárias (quando a vegetação foi suprimida em algum momento, mas se encontra em recuperação).

Gráfico 4‑2 - Área por Classe de Uso (km²)





Fonte: IEMA, Uso da Terra 2007/2008
      1. SITUAÇÕES CRÍTICAS DE SECAS E INUNDAÇÕES


Foi elaborado pelo Governo do Estado do Espírito Santo documento conhecido como ARES - Atlas das Áreas Com Potencial de Riscos do Estado do Espírito Santo. Este trabalho identificou as áreas problemáticas em vários temas (deficiência hídrica, áreas de inundação, deslizamentos em encostas entre outros). No caso em questão foram utilizados os estudos referentes a deficiência hídricas e inundações.

Conforme a Figura 4 -7 a seguir as áreas alvo do programa não apresentam deficiência hídrica ou apresentam deficiência hídrica muito baixa. De fato, os estresses hídricos ocorrem na porção norte do estado, onde existem programas de combate à desertificação.





Fonte: ARES, 2012. Elaboração Equipe Técnica, 2012.

Figura 4‑7 – Deficiência Hídrica no Estado do Espírito Santo.



Com relação à possibilidade de inundação (Figura 4 -8) na área de estudo destacam-se os municípios de Cariacica e Vila Velha, que já estão bastante próximo ao litoral, sendo que os canais hídricos já entram em um relevo plano e começam a sofrer influência da maritimidade.



Fonte: ARES, 2012 / Elaboração Equipe Técnica, 2012

Figura 4‑8 - Áreas Propensas à Inundação no Estado do Espírito Santo.



Importante destacar, contudo, que em vários locais da área de estudo existem pontos propensos à inundação, que não são mapeáveis na escala da figura. Estas áreas normalmente se traduzem em pequenos estrangulamentos que podem ser naturais (como entradas em vales mais encaixados) ou artificiais (como pontes e tubulações mal projetados).
      1. BACIAS HIDROGRÁFICAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO


O estado do Espírito Santo é dividido em 20 bacias hidrográficas conforme mostrado na Figura 4 -9, cujos pontos de monitoramento fluviométrico são mostrados na Figura 4 -10. As bacias do Rio Santa Maria da Vitória, Rio Jucu e Rio Itapemirim serão afetadas diretamente pelas ações de saneamento previstas no Programa, cuja caracterização é descrita a seguir.





Figura 4‑9 - Bacias Hidrográficas do Estado

Figura 4‑10 - Pontos de Monitoramento Fluviométrico




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