Professora: elisandra oliveira da costa



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APOSTILA DE PORTUGUES DO 3 BIMESTRE 6 ANO

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM BOSCO
APOSTILA DE LÍNGUA PORTUGUESA
6º ANO
PROFESSORA: ELISANDRA OLIVEIRA DA COSTA


PORTO DE MOZ-PARÁ

ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM BOSCO


DIRETORA: MARIA LUCINEIDE DO SOCORRO NOGUEIRA CARDOSO
VICE-DIRETORA: ERIGLEICE TORRES
COORDENADOR :ADDERLY LAURIDO DA SILVA
PROFESSORA: ELISANDRA OLIVEIRA DA COSTA
COMPONENTE CURRICULAR: LÍNGUA PORTUGUESA
ANO: 6º
III- BIMESTRE:

  • LEITURA; ESTRATÉGIAS DE LEITURA:

  • ­Texto e interpretação do texto: A formiga boa.

  • Produção de texto de opinião – O diálogo entre Calvin e o tigre Haroldo, Lendas.

  • MORFOLOGIA:

  • Verbo,

  • Pronome;

  • Modos verbais.

  • ORTOGRAFIA:

  • O emprego das letras (g e j) e (u ou l) no final

LEITURA; ESTRATÉGIAS DE LEITURA:

  • Texto e interpretação do texto: O Sítio do Pica pau Amarelo.

  • Texto e interpretação do texto: O dono da bola.

  • MORFOLOGIA:

  • Futuro do presente do indicativo.

LEITURA; ESTRATÉGIAS DE LEITURA:

  • O homem e a galinha.

TEXTO: FÁBULA: A FORMIGA BOA
Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só parava quando cansadinha; e seu divertimento então era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.
Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.
A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém.
Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro. Bateu – tique, tique, tique...
Aparece uma formiga friorenta, embrulhada num chalinho de paina.
– Que quer? – perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama e a tossir.
– Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu...
A formiga olhou-a de alto a baixo.
E que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa?
A pobre cigarra, toda tremendo, respondeu depois dum acesso de tosse.
– Eu cantava, bem sabe...
– Ah! exclamou a formiga recordando-se. Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?
Isso mesmo, era eu...
– Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou.
Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.
A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.
LOBATO, Monteiro. Obra infantil completa – 3 – São Paulo, Brasiliense

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