Prefeito acm neto lança na acb



Baixar 384 Kb.
Pdf preview
Página1/66
Encontro18.03.2020
Tamanho384 Kb.
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   66
7581

Prefeito ACM Neto

lança na ACB

o projeto Revitalizar

Prefeito ACM Neto

lança na ACB

o projeto Revitalizar

ANO XVIII 

|

 Nº 92 



DEZEMBRO 2016

A Revista ACB é Dez

P

OR



: P

EDRO


 D

ALTRO


 

página 6


Nordeste: A dupla punição

P

OR



: L

UIZ


 F

ERNANDO


 S

TUDART


 R

AMOS


 

DE

 Q



UEIROZ

página 4


Ainda sôbre o ativismo jurídico

P

OR



: A

NTONIO


 J

OSÉ


 M

ARQUES


 N

ETO


página 28

Re

vist



a



CONTEÚDO

Nordeste: 



A dupla punição 4

A Revista ACB é Dez 

6

Reconhecimento e incentivo 



10

Prefeituras têm R$ 300 milhões em financiamentos 

da Desenbahia 

14

ACB comemora os 166 anos da Juceb 



16

Ex-presidentes no valioso Conselho Superior 

17

Reflexo do turismo no comércio 



20

Um caso de sucesso, socioambiental 

22

As melhores frases de Delfim Netto 



24

As 7 pragas do Brasil moderno 

24

Seminário debate a PEC 241 



25

Baía de Todos os Santos exige nova gestão 

26

Ainda sobre o ativismo jurídico 



28

Câmara Municipal homenageia Arnon Barbosa 

30

Nogueira Reis, Cidadão de Salvador 



30

Ex-presidente homenageado em Portugal 

30

Prêmio Lojista para Ótica Ernesto 



30

Diretor da Chesf na ACB 

31

Diretor da ACB preside o Convention Bureau 



31

Provedor reeleito na Santa Casa 

31

O sentimento popular 



32

Israel é modelo que a Bahia deveria adotar 

33

Herança do PT 



36

As vantagens do vinho quando bebido moderadamente 

38

A pedra no caminho dos poetas 



40

Reconhecimento e incentivo

Prefeitura anuncia remissão de dívidas de

imóvel da ACB, marco da luta pela revitalização

e modernização do bairro do Comércio.

Revista ACB comemora 

dez anos de circulação 

em seu novo formato

6

10

14

22

A Desenbahia fecha o ano 

com a marca de R$ 300 

milhões em financiamentos 

às prefeituras

Um caso de sucesso, 

socioambiental

EMPRESA



Luiz Fernando Studart Ramos de Queiroz

Presidente da Associação Comercial da Bahia

4

Revista ACB  •  edição 92, dezembro 2016

Nordeste:

 

A dupla punição

T

odos se lembram da crise enfrentada pelo país no Governo Dil-

ma, quando, a pretexto de preservar sua atividade econômica, 

o Governo Federal desonerou uma série de produtos e atividades 

dos impostos sobre eles incidentes, sobretudo o Imposto sobre 

Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda (IR). Essas 

desonerações alcançaram R$ 550 bilhões de reais,

 

e puniram, seve-



ramente, o nordeste, já que os Fundos de Participação dos Estados 

e dos Municípios são abastecidos por estes impostos. A Bahia, é o 

estado que mais recebe recursos desses fundos.

 

Não houve qualquer política compensatória para minorar o problema. 



Num país com graves desníveis regionais como o nosso, políticas 

públicas boas para certas regiões, são perversas para outras.

Durante a euforia do consumo, e com a receita tributária em alta, os 

estados mais ricos aumentaram seus gastos, sobretudo com  pessoal, 

que é uma despesa difícil de controlar, e quase impossível de baixar. 

Ao lado disso, por força do prestígio junto ao Governo Federal, 

começaram a aumentar o endividamento, descontroladamente, nem 

sempre bem empregado. Uma situação como esta, não é sustentável 

nem no médio prazo. O resultado todos conhecem: esses estados 

quebraram. Agora, é preciso pagar a conta. Vem, então, a dupla 

punição para o nordeste.

Por falta de força política, como regra geral, esses estados se 

endividaram pouco, prejudicando seus investimentos, inclusive na 

infraestrutura, educação, saúde, etc..  O Rio Grande do Sul deve 2,7 

vezes a sua receita corrente; Minas Gerais, 1,99; Rio de Janeiro, 1,98. 

A Bahia, deve 0,59. (Folha de S. Paulo, 15/12/16). Pra esses estados 

mais endividados, o Governo Federal dá um “alívio” de três anos sem 

pagar suas dívidas. Para poder aderir a esse programa, o estado tem 

de estar insolvente, e ter um plano de recuperação aprovado pelo 

Governo Federal. De qualquer forma, um prêmio.

Enquanto isso, o nordeste está com 14,1% de desempregados 

ante 11,8% do país. Nos últimos 12 meses sua economia caiu 6%. O 






Compartilhe com seus amigos:
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   66


©historiapt.info 2019
enviar mensagem

    Página principal