Praça Dr. Augusto Gonçalves



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Praça Dr. Augusto Gonçalves 

 De: 07 Hs às 19 Hs

itaparkest@hotmail.com

O original de Itaúna

Folha


povo

Itaúna.com

Itaúna, sábado, 20 de julho de 2019 |  Ano 23 |  Edição nº 1341 | 10  páginas

Fundado por Renilton Gonçalves Pacheco, em 1º de janeiro de 1996

  |  R$ 2,00 

PÁGINA ?

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Câmara aperta o cinto

contenção de gastos

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Execução no 

Parque Jardim 

vIngança

PÁGINA 5


Bispo celebra 

no domingo

Festa de sant’ana

Novo time 

profissional

FUteBol


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Risco médio 

em Itaúna

Uso de cRacK

Discussão 

sobre a MG-050

oBRas


PÁGINA 7

Um grupo de 24 venezuelanos (5 

famílias – 13 homens, 5 mulheres e 

6 crianças), refugiados daquele país, 

foram recebidos em Itaúna, na noite 

de quarta-feira e manhã de quinta-

feira, 17 e 18, na Comunidade Bom 

Pastor. Com o anúncio da chegada 

dos venezuelanos, foi lançada cam-

panha para angariar doações para os 

refugiados e, conforme apuramos, as 

necessidades atuais são de alimen-

tos, principalmente leite, verduras, 

legumes. Outra necessidade dos 

refugiados é oferta de empregos para 

que eles possam se manter. Confor-

me a voluntária da Comunidade Vir-

gínia Gonçalves, alguns empresários 

já entraram em contato para oferecer 

empregos aos venezuelanos, mas 

ainda são necessárias mais ofertas. 

A reportagem ouviu a dona-de-casa 

Rosimere, que veio para Itaúna com o 

marido e três filhos, de 15, 12 e 7 anos. 

O marido é pintor e pedreiro e ela faz 

serviços domésticos. Sua expectativa 

é “conseguir trabalho, me instalar e 

quem sabe ter um lar aqui”. Bruno é 

outro refugiado que tem boas expec-

tativas na cidade. Ele é eletricista e 

instalador de câmeras de circuito 

interno. Tem três filhos, “mas todos 

maiores, morando nos Estados Uni-

dos, Colômbia e Espanha”, disse. An-

tônio Carlos Oliveira, da coordenação 

da Comunidade, informou à FOLHA 

que estão sendo levantadas todas as 

informações dos refugiados, como 

idade, profissão, grau de instrução, 

e esses dados serão utilizados para 

encaminhamento às empresas, em 

busca de colocação para os venezue-

lanos aptos a trabalhar. As crianças 

serão encaminhadas às escolas e a 

proposta é integrar o grupo à comu-

nidade itaunense.

Venezuelanos estão na Comunidade Bom Pastor

ItaúNa RECEBE 24 REfuGIaDos




Folha

povoitauna.com

2

opinião


Itaúna | sábado, 20 de julho de 2019 | edição 1341

chaRge


por outro 

ângulo…


“Você briga muito... Só cobra e critica... Não consegue olhar o lado positivo 

das ações...”. Posso até concordar, em parte. É evidente que, analisando um 

todo, acontecem ações diversas que são importantes no aspecto de que há 

avanços para o município com reflexos diretos para a comunidade e que para 

isso é necessário um trabalho político constante. Nesse sentido, Itaúna tem, 

sim, obtido sucesso já há décadas. Diríamos que desde a década de 60, com 

representatividade política nos governos estaduais e até no federal, sempre 

com homens trabalhadores e que tiveram o nosso torrão como prioridade 

em suas vidas públicas. Com isso, obtivemos avanços significantes e temos 

uma boa estrutura, e poderíamos afirmar sem susto que temos uma exce-

lente estrutura nas áreas prioritárias, como educação, infraestrutura urbana, 

saneamento, atendimento básico à saúde, dentre outras. Há problemas, não 

restam dúvidas, tem os muitos problemas, em sua maioria pontuais. Mas 

podemos afirmar que causamos inveja à maioria dos municípios brasileiros 

do mesmo porte e população.

E, sem nenhuma dúvida, para que chegássemos ao estágio em que 

estamos, o trabalho dos nossos representantes nas esferas do poder foi 

fundamental. Não teríamos, por exemplo, uma universidade na década de 

60 se não tivéssemos Dr. Miguel Augusto Gonçalves de Souza no governo 

Magalhães Pinto, assim como não teríamos a ligação entre Itaúna e o bairro 

de Santanense e a nossa principal rua, a Silva Jardim, também asfaltada 

àquela época. Não teríamos avanços significantes na indústria e na edu-

cação pública, com construções de escolas, não 

fosse o trabalho dos nossos deputados, como 

Marcos de Cerqueira Lima, federal, Hidelbrando 

Canabrava, Francisco Ramalho e Neider Moreira, 

estaduais. O mesmo avanço não aconteceria na 

área da saúde se não fossem eles. Nossos avanços 

também tiveram e têm a dedicação dos nossos 

prefeitos, desde Dr. Nilton Penido, Célio Calam-

bau, Bandinho, Ramalho, Osmando, Eugênio 

e Neider. Todos trabalharam e trabalham para 

que obtivéssemos avanços nas mais diversas 

áreas. Itaúna não tem do que reclamar, apesar 

das lamúrias constantes de setores da sociedade. 

Somos uma cidade privilegiada. 

E tanto o somos que a sociedade privada 

também teve um papel importantíssimo no 

desenvolvimento da cidade ao longo dos anos

desde a emancipação, em 1901, graças ao trabalho 

do Dr. Augusto Gonçalves como nosso represen-

tante junto ao governo do Estado. A sociedade 

privada, por meio das famílias mais abastadas, 

desde a implementação do município até os dias 

de hoje, tem dedicado parcelas de suas fortunas 

para melhorar a comunidade como um todo. 

O exemplo é o Hospital Manoel Gonçalves de 

Souza Moreira, que é depois de décadas o nosso 

único Hospital. Manoelzinho, como era conhecido, deixou sua fortuna para 

os itaunenses. Além do Hospital, o Orfanato, internato para meninas, está 

aí prestando seus serviços. O mesmo aconteceu com o Colégio Sant’Ana, 

colégio para moços à época, também doação do benemérito Manoelzinho. 

É fato que alguns dos patrimônios mais importantes da cidade estão hoje 

em mãos de particulares, mas aí é outro assunto, que tem que ser tratado 

em outras oportunidades. 

E o editorial vem neste sentido para tratar da notícia de que a família 

Mendes Nogueira, através do Grupo J. Mendes, doou a construção de um 

novo prédio a ser erguido no Hospital Manoel Gonçalves. Um prédio com 

2.500 metros de área, com três andares, onde funcionarão a hemodinâmica 

e a unidade coronariana, com mais 32 leitos. Uma notícia espetacular para 

toda a comunidade itaunense, toda mesmo, independente da condição social 

e financeira. Todos somos dependentes do Hospital do Manoelzinho, porque, 

como já afirmei inúmeras vezes nesse espaço, o primeiro atendimento será 

alí, e isso independe da fortuna acumulada. Então quanto mais equipada a 

Casa de Saúde, melhor. Mas, além da filantropia anunciada vir ao encontro 

das necessidades dos itaunenses, serve também como um exemplo a ser 

seguido por outros abastados, que poderão dedicar a outras causas sociais 

que venham melhorar a vida da comunidade num todo. 

Itaúna é privilegiada, mesmo não concordando uma parcela da popula-

ção, uma parcela pequena. A maioria reconhece que temos homens públicos 

que se dedicam a um todo, em prol de todos. É obrigada a reconhecer, pois é 

um fato incontestável. E reconhece que temos homens e famílias abastadas 

e muitos e muitas nem tanto, que dedicam seu tempo a melhorar o dia a dia 

da comunidade num todo. Costumo dizer que somos quase 100%. Podemos 

tirar o quase, basta união de esforços, entendimento, reconhecimento, 

respeito político e ideológico e, mais que isso, dedicação. Vamos em frente.

Ponta da Caneta




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