Português: trilhas e tramas, volume 2



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Realização

1. Depois de sorteados os papéis, cada um deve reler suas anotações de leitura e selecionar os argumentos para defender o ponto de vista adequado ao papel que vai desempenhar.

2. Todos devem se preparar, considerando que devem usar linguagem formal e basear-se em fatos narrados na obra.
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3. De acordo com a orientação do professor, realizem um ensaio.

4. O advogado de defesa deve se reunir com as testemunhas para selecionar alguns trechos do livro que serão empregados na defesa de Juliana.

5. O promotor deve se reunir com as testemunhas para selecionar alguns trechos do livro que serão empregados na acusação de Juliana.

6. Os alunos que representarão o público devem se reunir com os que representarão os repórteres para combinar como serão feitas as entrevistas (perguntas e respostas, contra e a favor de Juliana).

7. O professor e outros alunos podem combinar outras formas de participação que acharem interessantes.

8. Com o professor, combinem a duração do júri e a média do tempo de fala de cada um.

9. O juiz abre a sessão. Ele pode fazer interferências, dar a palavra a quem julgar necessário e interromper a fala do promotor e do advogado de defesa. Ao final, após se reunir com os jurados, profere a sentença final.

10. Para que os jurados formem sua opinião a respeito do caso, o promotor e o advogado de defesa devem:

• expor a tese (acusando ou defendendo, conforme o papel);

• fazer perguntas à ré e às testemunhas;

• debater as questões com réplicas e tréplicas.



11. O promotor e o advogado de defesa devem se dirigir ao juiz e aos jurados em tom de voz adequado e usando a linguagem formal. Podem também, sempre que necessário, consultar os registros que fizeram durante a etapa de preparação.

12. O público não pode se manifestar durante o julgamento.

13. Ao final, o juiz formula os quesitos, ou seja, as perguntas que serão votadas pelos jurados e as lê em plenário, para os jurados e o público. Os quesitos podem ser, simplesmente: 1. “Juliana é culpada porque...”; 2. “Juliana é inocente porque...”.

14. O conselho de sentença reúne-se na sala secreta para dar seu voto final: inocente ou culpada.

15. O oficial de justiça recolhe as cédulas de votação dos quesitos e as leva até o juiz.

Invicta Film/Divulgação

Raul de Carvalho (Jorge) e Amélia Rey Colaço (Luísa), em cena do filme português O primo Basílio, de 1923.

Eurindia films/Divulgação

Andrea Palma (Luísa) e Joaquín Busquets (Jorge), em cena do filme mexicano El primo Basilio, de 1934.
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