Português: trilhas e tramas, volume 2



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a) da amada?

b) daquele que a ama?

2 Identifique as figuras de linguagem presentes nos versos a seguir e explique o seu uso:

[...] enquanto vou vivendo de esperança, por ela vou morrendo – e... ai! [...]



3 No caderno, explique o efeito de sentido provocado pela linguagem figurada presente na expressão “comigo ausente”, nos versos:

[...] Minha senhora, desde aquele dia, ai, me senti bem mal, comigo ausente. [...]



4 Em sua opinião, por que o autor Antônio Barreto usou:

a) a palavra reivi, no título da cantiga?

b) o pseudônimo Atônito, em lugar de Antônio?
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Passos largos

1 Leia esta outra cantiga de amor do poeta-trovador Paio Soares de Taveirós:

Cantiga d’amor

Como morreu quen nunca bem
Como pôde morrer quem nunca o bem
ouve da ren que mais amou
teve de quem mais amou
e quen viu quanto reçeou
d’ela e foi morto por en,
por isso
Ay, mha senhor, assi moyr’eu!
Ai, minha senhora, assim morro eu!

Como morreu quen foy amar


quen lhe nunca quis ben fazer,
e de que[n] lhe fez Deos ueer
ver
de que foy morto com, pesar,
Ay, mha senhor, assi moyr’eu!

Com ome que ensandeceu,
Como homem
senho, cõ gran pesar que uiu,
com / viu
e foy ledo, nen dormiu
não
depois, mha senhor, e morreu,
Ay, mha senhor, assi moyr’eu!

Como morreu quen amou tal


dona que lhe nunca fez bem
e quen a uiu leuar a quen
levar
nõ valia, nen a ual,
não a valia (merecia), nem a vale (merece)
Ay, mha senhor, assi moyr’eu!

TAVEIRÓS, Paio Soares de. Cantiga d’amor. In: LINS, Álvaro; FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Roteiro literário de Portugal e do Brasil. Antologia da língua portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966. v. 1.



heleyro/shutterstock

Com relação a essa cantiga, identifique, entre as alternativas abaixo, a que está incorreta e reescreva-a no caderno, corrigindo-a.



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