Portugues ling int vol3 pnld2018 capa al pr indd



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O processo

, escrita entr

e 1914 e

 

1925. A epígrafe r



epr

oduz as primeiras linhas

 

do r


omance 

Metamorfose.

“Onde se canta, deixa-te ficar

 

sossegado: Gente ruim não tem



 

canções.”

Johann Gottfriede Seume

 

Johann Gottfriede Seume (1763-1810)



 

foi um escritor alemão, conhecido por

 

seus r


elatos de viagem e poesia.

 

“E a orla branca foi de ilha em continente,



Clar

eou, corr

endo, até ao fim do mundo,

E viu-se a terra inteira, de r

epente,

Sur


gir

, r


edonda, do azul pr

ofundo.”


Fer

nando Pessoa

Fer

nando Pessoa (1888



-1935) foi um poeta

 

português, cuja obra é associada ao



 

movimento do Moder

nismo em Portugal. É

 

considerado um dos mais importantes poetas



 

da língua portuguesa e da literatura universal.

 

“Enfim, cada um o que quer apr



ova, o senhor

 

sabe: pão ou pães, é questão de opiniães.”



 

Guimarães Rosa

João Guimarães Rosa (1908-1967) foi um escritor

 

brasileir



o considerado da ter

ceira fase do

 

Moder


nismo. O r

omance 


Grande sertão: veredas

 

(1956) é considerado sua obra-prima e um dos



 

grandes r

omances brasileir

os do século XX.

 

V

olume 2



“Ora, como todas as vidas vividas até o fim

 

são longas e tristes, e como todas as vidas



 

dariam r


omances, pois o r

omance é só um

 

jeito de contar uma vida, foge, polida mas



 

ener


gicamente, dos homens e das mulher

es

 



que suspiram e dizem: ’Minha vida daria um

 

romance’.”



Paulo Mendes Campos

Paulo Mendes Campos (1922-1991) foi um

 

jor


nalista e escritor brasileir

o conhecido

 

principalmente pelas inúmeras cr



ônicas que

 

publicava em jor



nais e em coletâneas. Essa

 

epígrafe é um tr



echo da cr

ônica 


Para Maria

 

da Graça

.

“As últimas décadas do século XIX



 

assistem ao que se pode chamar de

 

saturação do Romantismo. [...] Como



 

uma r


eação àquela atitude emocional

 

diante da vida, sur



ge uma concepção

 

mar



cada pelo racionalismo e pela

 

objetividade que será a base do



 

Realismo.”

 

Rita de Cássia Natal Chaves



Rita de Cássia Natal Chaves é

 

pr



ofessora de Literaturas Africanas de

 

Língua Portuguesa no curso de Letras



 

da Universidade de São Paulo.

 

“É o começo da identificação com o outr



o,

 

chave de bons r



elacionamentos e da vida em

 

sociedade de uma for



ma geral.”

Suzana Her

culano-Houzel

Suzana Her

culano-Houzel (1972) é

 

neur



ocientista e pr

ofessora de neur

oanatomia

 

da Universidade Federal do Rio de Janeir



o.

 

Além da pesquisa de publicações científicas,



 

dedica-se à divulgação de ciências para o

 

grande público, com diversas publicações



 

nessa ár


ea. Mantém um 

blog

 e é colunista de

 

jor


nal.

 

“A cidade é passada pelo rio



como uma rua

é passada por um cachorr

o;

uma fruta



por uma espada.”

João Cabral de Melo Neto

João Cabral de Melo Neto (1920-1999) foi um

 

poeta e diplomata brasileir



o, considerado um

 

dos principais r



epr

esentantes da ter

ceira fase do

 

Moder



nismo no Brasil. Sua poesia é conhecida

 

por r



etratar as condições de vida difíceis no

 

Nor



deste brasileir

o.

 



V

olume 3


“A memória é um diário que todos andamos

 

carr



egando conosco.”

 

Oscar W



ilde

Oscar W


ilde (1854-1900) foi um escritor

 

irlandês. Dedicou-se à poesia, à pr



osa e ao

 

drama. Sua obra mais conhecida é,



 

possivelmente, o r

omance 


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