Porque ele nos amou, sejamos intercessores fiéIS



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PORQUE ELE NOS AMOU, SEJAMOS INTERCESSORES FIÉIS

Esta dinâmica é um encenação, um monólogo!

Para que essa atividade tenha êxito é necessário que o promotor contextualize o episódio, lendo os textos relacionados: Josué 15.16-19 e Juízes 1.12-15.

Entra a personagem Acsa, vestida com trajes de época. Deverá ser uma moça ou jovem senhora com desenvoltura na fala e expressividade.



MONÓLOGO: Acsa faz um pedido ao seu pai

- Shalom! Permitam que eu me apresente a vocês. Meu nome é Acsa. Gostariam de saber o que significa meu nome? Significa tornozeleira. Penso que meu pai Calebe tenha colocado esse nome em mim por me considerar como uma bela joia escondida.



Deixe-me contar a minha história. Meu pai, Calebe, foi um dos doze espias que Moisés enviou à Canaã, para ver o que havia na terra. Ele e Josué retornaram com boas notícias, enquanto os outros dez foram muito pessimistas quanto ao que encontraram na terra.

Desde pequena, meu pai sempre me tratou com muito amor e me ensinou a ser temente ao El-Shaday, o Deus Todo-Poderoso. Lembro-me até hoje do sabor das uvas daqueles cachos enormes que ele trouxe juntamente dos outros. Ele nos contava que daquela terra manavam leite e mel, quer dizer, a terra era muito fértil.

Certo dia, meu pai, já velho e um pouco cansado de tantas conquistas de terras, propôs uma batalha contra a cidade de Quiriate-Sefer. Naquela terra existiam gigantes. Quem vencesse a batalha seria digno de se casar comigo. Otoniel, meu primo, enfrentou o desafio e venceu. Nós nos casamos com a bênção do meu pai.

Recém-casados, fomos presenteados com terras oferecidas por meu pai. Mas eram terras áridas, muito secas mesmo. Não desfiz do presente, mas confesso que gostaria de ter ganho terras produtivas, mais férteis, como eu havia sonhado desde a infância passada no deserto. Mas pra isso, era necessário que nelas houvesse nascentes.

Fui até meu esposo, pedi que ele conversasse com meu pai e lhe pedisse terras com fontes de águas, para que pudéssemos trabalhar nelas. Não queria passar por cima da autoridade dele. Como ele não teve coragem, eu mesma fui até meu pai, Calebe, e com meu jeitinho de filhinha do papai, supliquei: “Pai, dá-me um presente! O senhor já me deu terras e eu agradeço por isso. Mas são terras secas. Dá-me também terras com fontes de águas!”.

Quando fiz esse pedido, na verdade o que eu queria era garantir um lugar para encher meus cântaros todos os dias. O simples fato de eu receber terras produtivas não garantiria a produtividade da terra. Teríamos de trabalhar duro para garantir o sustento da nossa família que nascia. Eu estava tentando garantir a matéria-prima da nossa felicidade, mas sabia que meu pai criaria expectativas sobre o que nós faríamos com o presente que, humildemente, eu estava pedindo a ele.

Sabem, da mesma forma acontece quando pedimos algo a Deus. Toda dádiva divina traz consigo expectativas sobre o que faremos com a bênção que Ele nos dá. Quando Deus nos pergunta: “O que você deseja?” é como se perguntasse: “Você tem certeza de que saberá utilizar essa bênção para a minha glória?”.

Eu fui determinada, insisti com meu pai, mas pra isso tive de apear do cavalo, me humilhar e pedir. Eu tinha um sonho e sabia que pedir ao meu pai era a única forma de semear as bênçãos para o meu futuro. O máximo que poderia acontecer seria eu receber um redondo “não”.  Eu fui proativa, ou seja, tomei a iniciativa da ação quando percebi que meu esposo se retraía. Mas eu estava sujeita à vontade do meu pai. Se ele não me concedesse aquela bênção, tentaria fazer o melhor com o que eu tinha recebido.

Eu entendi o poder da intercessão e fui diretamente a quem poderia nos ajudar: o meu pai. E ele me deu muito além do que pedi: nos concedeu tanto as fontes superiores quanto as inferiores, ou seja, terras produtivas nas montanhas e nos vales.

Quando cheguei em casa e contei a Otoniel que meu pai havia me concedido a bênção que fui buscar, ele nem acreditou. Mas me disse. afetuosamente: “Quando venci gigantes por sua causa é porque eu sabia que valeria a pena. Você é uma mulher batalhadora e desejo passar o restante dos meus dias ao seu lado.”.

Quando eu disse ao meu pai: “Dá-me também fontes…”, não pedi em nome do meu marido. Eu disse: “Dá a mim”. Isso significava que eu me responsabilizaria pessoalmente pelo presente. O querer investir é individual, pois cada um dará conta de si mesmo. Através de mim, toda a minha descendência seria abençoada. A intercessão envolve responsabilidade pessoal, mas seus resultados alcançam muitas vidas.




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