Por meio de convênio assinado no início do ano passado entre a Universi


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Duração mínima de quatro anos.

 

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Duração mínima de quatro anos.

 

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Licenciatura está focada nas seguintes áreas do 

conhecimento: Desenho e Produção, Atuação, 

Direção, Dramaturgia e Teatrologia.

 

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Bacharelado, com habilitação em Cenografia

Direção Teatral, Interpretação Teatral e Teoria 

do Teatro; ou licenciatura em Educação Artística, 

com habilitação em Artes Cênicas. 

 

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Para ingressar na faculdade é necessário 

atender os requisitos estabelecidos pela UNAM.

 

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Anualmente são abertas 15 vagas, preenchidas 

por exame de seleção da FUVEST, 

acompanhado de provas específicas.




Intercâmbio Cultural Aproxima Brasil e México

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em determinados pontos: o intercâmbio não tem 



outro papel senão permitir às duas universidades 

trocar conhecimentos a respeito de suas deficiên-

cias e qualidades aprimoradas ao longo dos anos. 

Para Mario Espinosa, diretor do CUT, é muito im-

portante passar por esse tipo de experiência, como 

a que permitiu que atores brasileiros tivessem con-

tato com um diretor mexicano, e os atores mexi-

canos, por sua vez, trabalhassem com um diretor 

brasileiro. Segundo ele, “em cada lugar temos os 

nossos costumes, nossa maneira de fazer as coisas, 

o que nos obriga a ser mais flexíveis nesses contex-

tos, criar outra visão e tomar atitudes de maneira 

distinta”. Ainda na opinião do diretor, essa é uma 

excelente oportunidade para minimizar preconcei-

tos que existem entre nações latino-americanas e 

promover uma união de fato.

Sobre as trocas que vão além da construção dos 

espetáculos, Ferdinando pondera que as universida-

des se completam, sendo que a UNAM se desen-

volveu em áreas diferentes da USP, e vice-versa. Um 

exemplo claro diz respeito à infraestrutura da Uni-

versidade de São Paulo. Para o diretor do TUSP, “a 

UNAM tem um fazer teatro muito mais avançado 

que o nosso, digamos, em cenografia, em produção e 

em recursos humanos e estrutura física, inclusive. Na 

USP, por exemplo, temos duas pessoas para cuidar 

de figurino e lá tem toda uma equipe para isso. Eles 

têm uma oficina de marcenaria própria para ceno-

grafia, coisa que a gente não tem. É uma verdadeira 

máquina de produção! Além disso, a UNAM tem 14 

salas de teatro e nós temos apenas duas, então, nesse 

sentido existe um encaixe”.

Em contrapartida, a UNAM não oferece pós-gra-

duação em Teatro, sendo que seus profissionais ficam 

limitados a realizar estudos em áreas afins ou a ter que 

se deslocar para outros países com o objetivo de cur-

sar mestrado ou doutorado.  Segundo Mario Espi-

nosa, “a Universidade tem especializações em Artes 

Visuais, Estética, História da Arte e Letras, mas não 

especificamente em Teatro, então, quem se dedica a 

fazer teatro acaba não ficando na UNAM”. De acordo 

com ele, o objetivo da Universidade é estruturar um 

programa que colabore para a formação de mestres e 

no México, ser exigida a graduação para a continui-

dade de estudos acadêmicos ou para dar aulas. Espi-

nosa acrescenta que uma alternativa é recorrer à lei 

que permite provar a “aquisição de conhecimentos”, 

segundo a qual as pessoas são capazes de aprender 

determinados assuntos de forma autônoma, ou seja, 

usando a mesma prerrogativa dos autodidatas.

Atualmente, de acordo com Espinosa, “o que a 

UNAM tem tentado fazer é instituir um processo 

muito similar ao que se estabeleceu na Alemanha e 

na França, que optaram pela titulação, meta da uni-

versidade para 2014”. Ainda segundo o diretor do 

CUT, na Europa, desde 2010, implantou-se o proces-

so Bolonha, cujo objetivo foi reorganizar graus e di-

plomas do ensino superior a fim de facilitar seu reco-

nhecimento e ampliar oportunidades de mobilidade 

frente a outras instituições da comunidade europeia.

Sobre os cursos oferecidos na USP, Darília Lil-

bé comenta que, quando procurou a EAD, ter uma 

graduação não era seu principal objetivo, mas que 

hoje faria o CAC também, caso pudesse destinar 

um tempo para se preparar para o vestibular. De 

acordo com a estudante, “apesar de funcionar como 

uma escola técnica, a EAD pode ser considerada 

uma espécie de especialização – procurada tanto 

por gente que já se formou, tem experiências fora 

do país ou fez pós-graduação, quanto por aqueles 

que veem na FUVEST uma barreira para ingres-

sar na Universidade”.  Para a atriz, a importância 

do teatro universitário está ligada à necessidade de 

instrumentalização do artista e às vantagens de se 

conviver com um grupo que tem interesses em co-

mum. “É importante dar ferramentas para o ator 

conseguir comunicar o que está latente nele e poder 

partilhar de um ambiente em que encontra pessoas 

que querem pesquisar. Muitos de nós temos coisas 

para dizer e não sabemos como; essa é também uma 

forma de nos reconhecermos”, argumenta.




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