Polis (do grego) = cidade-estado designa a atividade humana que se refere à cidade


O foco para Maquiavel sempre foi o Estado, não aquele



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auladefilosofiapoltica(1)
O foco para Maquiavel sempre foi o Estado, não aquele
imaginário e que nunca existiu; mas aquele que é capaz de
impor a ordem! O ponto de partida e de chegada é a
realidade corrente, ou seja: ver e examinar a realidade
como ela é e não como se gostaria que fosse
.
O que Maquiavel se questiona incessantemente é: como
fazer reinar a ordem 
– como instaurar um estado estável
– como resolver o ciclo de estabilidade e caos. Ele chega
a algumas conclusões interessantes 
– A ordem deve ser
construída para evitar a barbárie. Uma vez alcançada, não
é definitiva.
Em O Príncipe, Maquiavel faz uma análise não-moral dos atos de diversos
governantes, procurando mostrar em que momentos suas opções foram
interessantes para manutenção do poder.
O grande mérito de Maquiavel foi o de ter separado a reflexão política do âmbito
da moral e da religião, constituindo-se numa esfera autônoma.
Assim, no campo da política, os fins justificam os meios. Já no campo da moral,
não seria correto separa meios e fins, pois toda conduta deve ser julgada pelo
todo de suas ações e conseqüências, o que engloba caminhos e metas.


BODIN:
A defesa do governo nas mão de um só
(1530-1596)
Bodin, em sua obra A República, defendeu o conceito de soberano perpétuo e
absoluto, cuja autoridade representa a imagem de 
“Deus na Terra” (teoria do
direito divino dos reis).
Bodin afirmava ser a monarquia o regime mais adequado à
natureza das coisas. Afirmava que a família tem um só chefe, o
pai; o céu tem apenas um sol; o universo, só um Deus criador.

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