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Porcentagem da população que vive



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Humanitas.doc - Volume 3
Porcentagem da população que vive 
em área urbana, por região (2015)
Centro-Oeste
Sudeste
Brasil
Sul
Norte
Nordeste
0
20
40
60
80
100 %
B
anco de imagens/Arquiv
o da editora
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ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS |
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expansão do contágio por doenças, algumas das quais prati-
camente erradicadas graças à vacinação em massa.
Discuta com os estudantes como a desinformação so-
bre os processos científicos contribui para a construção 
de ideias distorcidas acerca da realidade dos fatos.
 Insti-
gue-os a refletir sobre a imposição do coletivo sobre a in-
dividualidade nos ambientes urbanos.
Analisar e refletir 
p. 79
Resposta pessoal. Entre as possibilidades, os estudantes podem 
citar: a mudança nos hábitos de consumo, minimizando os 
itens supérfluos; a redução do consumo de descartáveis e o 
incentivo ao reaproveitamento de embalagens e vasilhames; a 
implantação de composteiras domésticas e comunitárias para 
os resíduos de comida.
A atividade visa mobilizar a CG7 e a CG10, além de apri-
morar e desenvolver as habilidades EM13CHS301, 
EM13CHS303 e EM13CHS304. Promova entre os estudan-
tes um debate acerca dos padrões de consumo atuais e 
como isso afeta a exploração de recursos e a qualidade 
ambiental do planeta. O assunto enseja o trabalho com os 
TCTs Educação para o consumo e Educação ambiental.
Discuta como o sistema capitalista busca construir a 
identidade dos indivíduos por meio do consumo. De-
monstre as possibilidades de construir padrões de con
-
sumo mais conscientes, éticos e solidários, com a redução 
de supérfluos e a opção pela compra de produtos pro-
venientes de empresas social e ambientalmente éticas.
Roteiro de estudos 
p. 80-81
1. a) Espera-se que os estudantes recorram à CG1 e resgatem 
que a constituição da cidade foi acompanhada de uma ima-
gem de separação em relação à natureza. Sua característica 
como produto da obra humana permitiu a construção de um 
imaginário de uma cultura urbana oposta e independente da 
natureza, e, como consequência, processos como o da cadeia 
alimentar são associados somente à produção no campo.
A CG2 e as habilidades EM13CHS105 e EM13CHS302 devem 
ser mobilizadas para analisar que tal dicotomia esconde o pa-
pel central que a cidade tem nas cadeias de produção, consu-
mo e descarte de alimentos. 
b) A prática de reaproveitamento dos resíduos aponta para 
um padrão de vida sustentável que destoa da lógica produti-
vista e consumista que organiza a vida nas cidades. Ela pode 
ser considerada poética na medida em que cria novos sentidos 
e usos a partir daquilo que foi considerado imprestável por 
outros.
Os estudantes devem utilizar a habilidade EM13CHS303 
e identificar que as cidades são organizadas com muitos es-
tímulos ao consumo permanente, com descarte de produ-
tos usados e obtenção de novos, sem visibilização dos im-
pactos socioambientais desses processos. Nesse contexto, 
parece “fazer sentido”, conforme afirma o Texto II, a ausência 
de políticas públicas que valorizem as condições de traba-
lho dos catadores e outros atores com papel semelhante.
c) A atividade contempla a CG9 e a CG10 e as habilidades 
EM13CHS301 e EM13CHS304, demandando que os estudantes 
elaborem por conta própria uma intervenção com significati-
vos impactos socioambientais possibilitados pelo trabalho do 
catador. Intervenções feitas pelo coletivo Pimp My Carroça po-
dem servir de inspiração – como faixas e vagas para a carroça 
nas ruas, lixeiras específicas para descarte de latinhas e artes de 
visibilização do trabalho desses atores. Para aprimorar o exer-
cício, sugere-se a possibilidade de contato com cooperativas 
de catadores locais ou coletivos de apoio a esses trabalhadores.
2. a) Os estudantes devem perceber que a segregação socioes-
pacial sempre fez parte da organização das cidades e que, com 
a acelerada urbanização, esse processo se intensificou. O ima-
ginário da cidade moderna e repleta de oportunidades atrai 
muitas pessoas advindas do campo, mas sua realidade impede 
uma inserção plena desses sujeitos. Assim, apesar de não com-
porem a imagem padrão das cidades, as favelas são parte es-
sencial de sua constituição, atraindo, no Brasil, principalmen-
te sujeitos pobres e negros, invisibilizados na construção 
desse imaginário. 
A atividade contempla a CG2 e as habilidades 
EM13CHS101 e EM13CHS102, demandando que os es-
tudantes utilizem diferentes fontes para refletir critica-
mente sobre o conceito de “modernidade” e sua realiza-
ção concreta.
b) Os estudantes devem identificar que, de um lado, a fave-
lização é uma consequência da ausência ou da inadequação 
de políticas públicas que garantam habitação digna. Nas ci-
dades, a terra é tratada como mercadoria e está sujeita à es-
peculação feita pelo capital com anuência do poder público. 
De outro lado, deve ser percebido que a população prejudi-
cada por esse processo encontra formas próprias de recria-
ção dos espaços.
A atividade mobiliza as habilidades EM13CHS201 e 
EM13CHS206, e solicita que os estudantes reflitam criti-
camente sobre a dinâmica de ocupação e produção do 
espaço pela população.
c) A experiência de Paraisópolis expressa a construção própria 
de territorialidades dos sujeitos periféricos diante da ausência 
de condições possibilitadas pelo Estado. Diante da insuficiên-
cia das políticas de prevenção ao coronavírus, a comunidade 
organizou-se por conta própria para cumprimento das medi-
das sanitárias e cuidado da população local. 
A habilidade EM13CHS204 deve ser mobilizada para 
avaliar o processo de ocupação do espaço e formação de 
territorialidade a partir de uma experiência concreta e do 
fundamento teórico presente nos textos. 
3. Alternativa 
c
Atividades complementares
Essa atividade busca promover o maior engajamento 
entre os estudantes e sua comunidade, por meio da dis-
cussão a respeito dos problemas socioambientais recor-
rentes no lugar em que vivem. Para realizá-la, os estudan-
tes terão que construir uma vídeo-reportagem relatando 
a ocorrência de problemas ou eventos naturais provoca-
dos pelas atividades humanas e que afetam diretamente 
a qualidade de vida da população.
O primeiro passo para realizar essa atividade é orientar 
os estudantes a se reunir em grupos e organizar o material 
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necessário para construir a reportagem. Nesse caso, eles pre-
cisarão de um equipamento eletrônico capaz de registrar 
fotografias e gravar vídeos, tais como 
smartphones, tablets 
ou máquina de fotografar, além de um caderno de campo.
Em seguida, peça para os grupos escolherem a pauta 
da reportagem, isto é, o problema socioambiental e seu 
local de ocorrência. É importante ressaltar que o públi-
co-alvo da reportagem é a própria comunidade escolar; 
portanto, as escolhas dos estudantes devem atender às 
necessidades da população local. 
Planeje uma data para os grupos se dirigirem ao local 
para reconhecimento prévio. Nesse momento, é impor-
tante que possam conversar com moradores locais e le-
vantar fontes, convidando algumas pessoas a participar 
da reportagem por meio de uma entrevista, a ser realiza-
da posteriormente, em dia combinado. Não se esqueça 
de orientá-los a pedir uma autorização de uso de imagem 
aos participantes.
Em sala de aula ou em casa, oriente os grupos a pes-
quisar informações mais detalhadas sobre o problema so-
cioambiental escolhido em fontes confiáveis, tais como 
artigos científicos, entrevistas publicadas nos meios de co-
municação da grande mídia, etc., levantando a opinião de 
especialistas a respeito da gravidade e da forma como o 
problema pode afetar a qualidade de vida da população.
A próxima etapa corresponde à elaboração das per-
guntas que serão feitas ao entrevistado. Os estudantes 
devem ter como objetivo descobrir quando o proble-
ma ambiental passou a ocorrer, por que e como ele 
afeta a comunidade. Além das questões da entrevista, 
o grupo deve elaborar um roteiro com os pontos que 
serão abordados na vídeo-reportagem. Nesse caso, de-
vem considerar também as informações fornecidas 
pelo especialista.
Munidos do material necessário, os grupos devem 
se dirigir novamente ao local e gravar a vídeo-reporta-
gem, pautando-se no roteiro elaborado e na entrevista 
realizada com a fonte. Se necessário, os estudantes po-
dem procurar programas de edição de vídeo para editar 
a reportagem.
Para auxiliar os estudantes na elaboração de vídeos, 
inúmeras informações podem ser encontradas na rede, 
como no canal Multicultura do
YouTube (Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=PPXupwjhmWM. 
Acesso em: 5 set. 2020). Para a edição do vídeo em si, uma 
opção é o uso do Windows Movie Maker, ferramenta 
gratuita que permite aos usuários a edição e o comparti-
lhamento em redes sociais. O programa pode ser encon-
trado aqui: https://www.baixaki.com.br/download/win 
dows-movie-maker.htm. Acesso em: 18 set. 2020.
Por fim, oriente-os a compartilhar o material com a co-
munidade escolar por meio das redes sociais. Essa 
atividade permite explorar a competência específica das 
Ciências Humanas e Sociais aplicadas ao Ensino Médio 3, 
as habilidades EM13LP33, EM13CHS302 e EM13CHS304.

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