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Sugestões para aprofundar o filme em sala de



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Arte - Volume único
Sugestões para aprofundar o filme em sala de 
aula:
1) No contexto da Depressão que afetou o mundo 
nos anos 1930, o filme faz duras críticas ao modelo 
econômico vigente baseado no sistema de linhas 
de montagem, o fordismo. Escolha uma cena do fil-
me que o exemplifique.
2) Carlitos, o “vagabundo” criado e interpretado por 
Charles Chaplin em vários de seus filmes, se tornou 
um dos personagens mais famosos do cinema. 
Descreva-o levando em conta tanto seus atributos 
físicos quanto os traços da sua personalidade.
3) Pode-se dizer que o filme gira em torno da ques-
tão do trabalho, pois o personagem principal vive em 
busca de um emprego ao qual ele nunca se adapta, 
instaurando sempre o descontrole nos espaços que 
ele percorre. Compare os tipos de trabalho nas ce-
nas em que Carlitos fica louco e comete atrocidades 
na fábrica na qual ele trabalha (Timecode: 13’50’’) 
com a cena em que ele apresenta um número musi-
cal no restaurante (Timecode: 1’48’’28).
4) Grande parte dos filmes americanos acaba com 
um final feliz. Analisando a última cena do filme, 
pode-se dizer que Tempos modernos tem um final 
feliz? Por quê? Qual o efeito que ele provoca no es-
pectador?
sugesTões de leiTura
AMARAL, Aracy. Textos do Trópico de Capricórnio. V. 1. 
Modernismo, Arte Moderna e compromisso com o lugar. 
São Paulo: Ed. 34, 2006.
ANDRADE, Oswald de. Teatro. Rio de Janeiro: Civiliza-
ção Brasileira, 1978.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Compa-
nhia das Letras, 1992. 
BELL, Julian. Uma nova história da Arte. São Paulo: 
Martins Fontes, 2008.
BORTULUCCE, Vanessa Beatriz. A Arte dos regimes to-
talitários do século XX
. Rússia e Alemanha, São Paulo: 
Annablume/Fapesp, 2008.
CACCIAGLIA, Mario. Pequena história do teatro no 
Brasil
. São Paulo: Edusp, 1980.
CAVALCANTI. Moderno e brasileiro. Rio de Janeiro: 
Jorge Zahar, 2006.
COSTA, Iná Camargo. A hora do teatro épico no Brasil
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
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As frases nos ajudam a responder algumas 
dessas perguntas, elas falam de guerra, de belo e 
terrível, da mudança do centro do mundo, da cur-
va e da arquitetura. A fotografia O dia D foi cap-
tada pelo fotógrafo húngaro Robert Capa (1913- 
-1954), que trabalhava para a revista estaduniden-
se Life e acompanhou os 156 mil soldados das 
tropas aliadas que desembarcaram na Normandia 
(norte da França) em 6 de junho de 1944: o “Dia 
D”. Robert Capa alcançou a terra com as primeiras 
tropas antes do amanhecer. Apesar da pouca luz, 
registrou em imagens emocionantes os soldados 
que se esquivavam da defesa alemã. O escultor es-
tadunidense Alexander Calder, que concebeu este 
tipo de escultura chamada móbile, esteve no Bra-
sil em 1948, quando foram organizadas aqui duas 
exposições de seus trabalhos. O artista permane-
ceu quase dois meses no país e encantou-se com o 
jeito descontraído dos brasileiros. No Rio, chegou 
a improvisar um ateliê em que produziu algumas 
peças inspiradas em nossa cultura.
O Cenário histórico aborda os acontecimen-
tos que se sucederam durante os cinco anos da Se-
gunda Guerra Mundial, e como se deu o desfecho 
do conflito.
tema subjacente deste capítulo é Para além 

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