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Arte - Volume único
 
Sinopse do filme: 
 Brasileirinho é um documentário musical que 
retrata a história e a vitalidade do choro. Por 
volta de 1870, grupos formados por funcioná-
rios públicos, tocando por prazer, mesclaram 
estilos europeus, como a polca e a valsa, com 
o ritmo africano e as melodias indígenas bra-
sileiras. Nascia o primeiro gênero brasileiro de 
música urbana, o choro. Segundo Joel Nasci-
mento, radiologista e músico, a fundação da 
“Camerata Carioca”, nos anos 1970, mexeu nos 
conceitos do choro. Na época, o reduto do choro 
era um boteco, o “Sovaco de Cobra”. O músico 
Zé da Velha é considerado o rei do contracanto 
e define o choro, embora mais antigo, como o 
jazz brasileiro. Você toca criando, dialogando na 
música. O improviso é como uma comunicação 
espiritual. Luciana Rabello e Maurício Carrilho 
mantêm no Rio de Janeiro uma oficina de cho-
ro para mais de 400 alunos. Segundo Luciana
o choro desenvolve o talento por ser virtuosis-
ta, difícil de tocar. Ela considera o choro a alma 
da música do Brasil. Joatan Nascimento afirma 
que o improviso é diferente do jazz, pois é livre 
e não obrigatório. No Teatro Municipal de Nite-
rói, Yamandu Costa, com lágrimas nos olhos, 
toca seu violão de 7 cordas, acompanhado 
pelo canto da plateia. Belas interpretações de 
clássicos como “Noite de Lua”, “Santa Morena”, 
“Brejeira”, entre outras, reúnem grandes intér-
pretes, como Yamandu Costa, Zezé Gonzaga e 
Elza Soares, ilustrando a história desse ritmo 
que sobreviveu ao tempo se reinventando.
2. Assista: Villa-Lobos, uma vida de paixão. Dire-
ção: Zelito Viana. Brasil, 2000, 130 min.
 
Sinopse do filme:
O filme mostra a vida do maestro Villa-Lobos. 
Parte de sua chegada nos Estados Unidos, onde 
é recebido por Érico Veríssimo para ser homena-
geado, já no final de sua jornada. Ao passar mal 
durante o evento, é levado às pressas para o 
hospital e mergulha em suas memórias. A rela-
ção com a família de músicos e a rigidez do pai 
com sua educação, que reprime sua vocação 
musical. Ainda criança ouvia suas futuras sin-
fonias dentro da cabeça. Seu primeiro encontro 
amoroso com uma cortesã. Sua evolução na
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manual do professor |
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sugesTões de leiTura
AMARAL, Aracy. Textos do Trópico de Capricórnio. v. 1 
Modernismo, Arte Moderna e compromisso com o lugar.
São Paulo: Editora 34, 2006.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna
. São Paulo: Compa-
nhia das Letras, 1992. 
CARDOSO, Rafael. A arte brasileira em 25 quadros 
(1790-1930). 
Rio de Janeiro: Record, 2008.
. (Org.). design brasileiro antes do design. São 
Paulo: CosacNaify. 2005.
COTTINGTON, David. Cubismo: movimentos da arte
moderna. São Paulo: CosacNaify, 2001.
DROSTE, Magdalena. Bauhaus. Köln: Taschen, 1992.
FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura 
moderna
. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro:
LTC, 1999.
GOODING, Mel. Arte abstrata: movimentos da arte mo-
derna. São Paulo: CosacNaify, 2002.
HUMPHEYS, Richard. Futurismo: movimentos da arte
moderna. São Paulo: CosacNaify, 2001.
KLEE, Paul. Sobre arte moderna e outros ensaios. Rio de 
Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
PINHEIRO FILHO, Fernando Antônio. Lasar Segall: arte
em sociedade. São Paulo: CosacNaify, 2008.
RICKEY, George. Construtivismo. São Paulo: CosacNai-
fy, 2002.
SCHWARTZ, Jorge (Org.). Da Antropofagia a Brasília:
Brasil 1920-1950. Valência: IVAM Institut Valencià d`art
Modern/São Paulo: FAAP/CosacNaify, 2002.
SYLVESTER, David. Sobre arte moderna. São Paulo:
CosacNaify, 2006.
19. Dada e Surrealismo
Este capítulo aborda o Dadaísmo, o Surrealismo
e sua relação com a literatura e o cinema. O capítu-
lo abarca ainda artistas brasileiros que se relaciona-
ram de alguma forma com esses movimentos.
O questionamento e a ironia são a base do movi-
mento dadaísta, que é considerado ponto de partida 
de movimentos contestadores como o dos punks
entre outros. O Surrealismo, por sua vez, propôs um
mergulho no inconsciente. A colagem, o uso de obje-
tos cotidianos, performances e atividades coletivas 
caracterizam os dois movimentos que têm claras co-
nexões; alguns artistas dadaístas também se ligaram
ou produziram obras surrealistas.
Na abertura
vemos quatro imagens: uma escul-
tura, duas pinturas e um objeto cotidiano. O que 
estas imagens podem nos dizer sobre o Dada e o
Surrealismo? O que cada um destes objetos pode
representar? Para que serve este objeto metálico?
Lendo as frases na abertura recolhemos algu-
mas pistas para responder as perguntas: elas falam
de ready-made, olho, portal, sonho, automatismo. 
Algumas destas palavras são difíceis, indecifráveis.
O que é um ready-made
? O que significa automa-
tismo? A expressão ready-made será explicada no
capítulo, significa “pronto para usar” em inglês, e
aparece aqui para nomear um porta-garrafas, que o 
artista francês Marcel Duchamp converteu em arte.
Cenário histórico nos conta, de forma sucin-
ta, as consequências da Primeira Guerra na Europa
e nos Estados Unidos, e descreve o cenário de crise
do final da década de 1920.
tema subjacente do capítulo é Irreverência, 

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