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Arte - Volume único
O filme e o livro:
O gabinete do Dr. Caligari se tornou um clássico do filme de terror. Trata-se de um marco 
do cinema expressionista alemão, no qual estão colocadas algumas das características 
fundamentais desse movimento: o interesse pelo abstrato, a expressão dos sentimentos 
subjetivos, o clima de angústia perpetuado em personagens dúbios e sombrios, a criação 
de cenários fantásticos e o jogo de luz e sombra, resultado de uma fotografia inovadora.
Sugestões para aprofundar o filme em sala de aula:
1) O expressionismo alemão foi um movimento artístico do início do século XX que se 
contrapôs fortemente ao movimento impressionista. Quais as diferenças entre esses 
movimentos?
2) O gabinete do Dr. Caligari foi filmado em meio ao clima de descrença e pessimismo que asso-
lou a Alemanha no pós – 1
a
- Guerra Mundial. Exemplo disso é quando Alan, um dos primeiros 
a morrer na história, pergunta ao sonâmbulo justamente por quanto tempo vai viver. Como 
esse clima de pessimismo se reflete na construção dos outros personagens do filme?
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sugesTões de leiTura
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna
. São Paulo: Compa-
nhia das Letras, 1992. 
BEHR, Shulamith. Expressionismo. Movimentos da Arte
Moderna. São Paulo: CosacNaify, 2001.
BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do século XX. 
São Paulo: Fundamento Educacional, 2008.
BRANDSTATTER, Christian. Klimt & a Moda. São Pau-
lo: Cosac & Naify, 2000.
CARDOSO, Rafael. A arte brasileira em 25 quadros 
(1790-1930). Rio de Janeiro: Record, 2008.
design brasileiro antes do 
design. São Paulo:
CosacNaify, 2005.
Uma introdução à história do design. São Pau-
lo: Edgar Blucher, 2000.
CARMEL-ARTHUR, Judith. Antonio Gaudi. São Paulo:
CosacNaify, 2000.
CAVALCANTI, Claudia (Tradução e organização). Poesia 
expressionista alemã, uma antologia
. São Paulo: Esta-
ção Liberdade, 2000.
FORTY, Adrian. Objetos de desejo, design e sociedade 
desde 1750
. São Paulo: CosacNaify, 2007.
FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura 
moderna
. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
GOMBRICH, E. H. A História da Arte. 16. ed. Rio de Ja-
neiro: LTC Editora, 1999.
HOBSBAWM, Eric J. A era dos impérios. 1875-1914. São
Paulo: Paz e Terra, 1996.
NAVES, Rodrigo. Espaços da Arte Brasileira/Goeldi
São Paulo: CosacNaify, 1999.
18. Moderno e Racional
Este capítulo aborda as vanguardas, o futurismo, o
cubismo, a busca pela representação do movimento, 
a industrialização e a estética da máquina, arte e revo-
lução na Rússia, o cinema na Rússia revolucionária, a
escola Bauhau
s na Alemanha e no Brasil, a Semana
de Arte Moderna, o Modernismo e a música erudita e
a popular no começo do século XX.
O Modernismo se caracteriza pela estética da má-
quina, que associa a beleza à velocidade, ao ruído. Du-
rante o Modernismo, a reprodutibilidade dos objetos
e das imagens são glorificados como meios que trarão 
um futuro melhor. O pós Primeira Guerra Mundial na
Europa e a revolução de 1917 na Rússia promoveram
o clima de reconstrução, de proposição para uma so-
ciedade nova, ideal e utópica.
Na abertura
vemos seis imagens: uma pintura,
um cartaz, um bule e três retratos: O que estas ima-
gens podem nos dizer sobre o modernismo? quem
as teria executado e com que finalidade? O que elas
representam?
As frases nos ajudam a responder algumas des-
tas perguntas; elas falam em eletricidade, máquina,
propaganda, revolução, arte útil, construção, Moder-
nismo brasileiro. O cartaz, o bule e a pintura falam de
um mundo novo, mais ordenado, simples e coman-
dado pela máquina. Os retratos representam três fi-
guras centrais do modernismo brasileiro: Oswald de
Andrade, Tarsila do Amaral e Mario de Andrade.
Cenário histórico descreve resumidamente 
o desenrolar da Primeira Guerra Mundial e como
ela colaborou para a Revolução de 1917 na Rússia. 
Descreve ainda a situação econômica difícil da Ale-
manha depois da guerra.
tema subjacente deste capítulo é A estéti-

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