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Arte - Volume único
pressionista tem ainda hoje?
A pergunta é especulativa. Não há uma resposta
certa, mas pode surgir um bom debate sobre a arte 
figurativa, o belo, a natureza e o prazer da pintura.
Promova as trocas dos saberes entre os colegas. 
Antes de encerrar a aula, peça aos alunos que tra-
gam amostras de cores na próxima aula.
ação – experiência com a cor
Professor, reforce a necessidade de trazer as
amostras para as aulas. Promova uma feira de troca 
de cores antes de começar as atividades. Os alunos 
podem dividir amostras maiores e compartilhar suas 
cores com os colegas. Quanto maior a quantidade de 
cores que cada grupo tiver em mãos, mais interes-
sante fica a atividade. Depois de feitas as experiên-
cias, os alunos podem ser estimulados a fazer mon-
tagens usando as amostras restantes livremente.
textos complementares
.. 
1. moneT
Monet e o invisível
Impressão: sol nascente. Este quadro, exposto pela 
primeira vez no Salão de 1874, deu nome à nova pin-
tura que surgia – o Impressionismo. Mas o interesse 
do quadro não se limita a este dado histórico: mais de 
um século depois, ele mantém sua capacidade de 
nos emocionar, na simplicidade de seus elementos 
e na intensidade de sua atmosfera luminosa. Se ele 
assinala historicamente o início do Impressionis-
mo, anuncia também o surgimento de um novo e 
extraordinário pintor cuja obra marcará a visão pic-
tórica de nosso tempo. Não resta dúvida que, neste 
amanhecer brumoso e incendiado, há o sopro de 
Turner, mas há igualmente o novo sentido da cor e do 
espaço, a pincelada viva e sensível que dilui os obje-
tos e põe à mostra a pintura, o ato de pintar.
Monet descobre a tessitura entremeada do concre-
to e do abstrato, as fronteiras impalpáveis do mun-
do objetivo e da subjetividade. Através das décadas, 
através de paisagens e figuras, de montes de feno 
e campos floridos, de catedrais, de marinhas e ne-
núfares, caminhará até a sinfonia final e apoteótica 
dos painéis da Orangerie. Como num templo – uma 
Capela Sistina às avessas, sem figuras humanas 
nem divinas, em tom baixo, música de câmera, 
noturno para piano, pode-se ali viver a experiência 
de uma linguagem que quer dizer o indizível, ou o 
invisível: de determinada distância veem-se, ainda 
que imprecisas, as flores, as folhas, os ramos, que 
as pinceladas sugerem... mas um passo adiante, 
e eles em mancha se transformam; outro mais, e 
é como se nós mesmos, espectadores, fôssemos 
cair naquele abismo, assimilados por seu espaço 
de sonho – o abismo da pintura.
Gullar, ferreira. Relâmpagos – dizer o ver. 
são paulo: Cosacnaify, 2003. p. 59. 
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sugesTões de leiTura
CARDOSO, Rafael. A arte brasileira em 25 quadros 
(1790-1930). Rio de janeiro: Record, 2008.
O design brasileiro antes do design
. São Paulo:
CosacNaify, 2005.
Uma introdução à história do 
design. 3. ed. São 
Paulo: Blucher, 2008.
FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura 
moderna
. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
GAUGUIN, Paul. Noa noa. Rio de Janeiro: Philobiblion,
1993.
GOMBRICH, E. H. A história da arte. Rio de Janeiro:
LTC, 1999.
HOBSBAWM, Eric J. A era do Capital. 1848-1875. São
Paulo: Paz e Terra, 1996.
MERLEAU-PONTY, Maurice. A dúvida de Cézanne. In:
olho e o espírito
. São Paulo: CosacNaify, 2004.
RODIN, Auguste. A Arte. Conversas com Paul Gsell. Rio 
de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
SCHAPIRO, Meyer. Impressionismo. São Paulo:
CosacNaify, 2002.
THOMSON, Belinda. Pós-impressionismo. São Paulo:
CosacNaify, 2001.
VAN GOGH, Vincent. Cartas a Théo
. Porto Alegre: L&PM,
2002.
17. Arte Nova
Este capítulo aborda o Art Noveau, a Secessão 
de Viena, o conceito de vanguarda na arte, o ex-
pressionismo alemão e a dança moderna. Abarca 
também o Art Noveau, o design, o expressionismo 
e o carnaval no Brasil no início do século XX.
O Art Noveau é um estilo exuberante em que 
as formas ornamentais são inspiradas na natureza.
Em oposição aos impressionistas, os expressionis-
tas estavam interessados no que está por trás da
aparência das coisas. Para expressar emoção com 
imagens, os artistas usaram muitas vezes cores pu-
ras e contrastantes e formas contorcidas.
Nas quatro imagens da abertura 
vemos: um
vaso, uma ilustração de um poema, um cartaz e
uma pintura. O professor pode interrogar a turma:
O que estas imagens nos dizem sobre a virada do
século XIX para o século XX? O que elas represen-
tam? Como são estas representações?.
As frases nos ajudam a responder a algumas 
destas perguntas: elas falam em formas orgânicas,
padrões geométricos, expressionismo, cinema, ou-
sadia, experimentalismo. A arte moderna se dobra 
sobre o fazer, sobre a linguagem, de modo que para
os artistas modernos a forma e a cor são mais im-
portantes que o tema. O Cenário histórico des-
creve a tensão que havia na Europa nos primeiros
anos do século XX, e como um incidente isolado se 
transformou em uma guerra mundial.
O tema subjacente deste capítulo é Corpo e ex-

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