Pesquisa incluída no fim de cada capítulo: assistir, ouvir, ler, contemplar e percorrer os sites indicados, sem limitações à curiosidade. Entretanto, é na página Ação



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Arte - Volume único
l
ocal
, a ideia é 
reunir diferentes registros da paisagem rural e ur-
bana e perceber as transformações. Caso julgue 
conveniente, trabalhe também o tema das técnicas 
de conservação fotográfica e a importância da foto-
grafia como documento histórico. 
para encerrar
Você acha que com a fotografia é possível 
mostrar a realidade?
Converse com os alunos sobre o que pensam e 
como usam a fotografia em seu cotidiano. Os jo-
vens são convidados a mostrar exemplos em que a 
fotografia mostra e não mostra a realidade. O pro-
pósito é debater o tema. Não há uma resposta certa.
Um crítico de arte francês da época da invenção 
da fotografia afirmou: “A fotografia copia tudo e
não explica nada. Ela é cega para o reino do espíri-
to”. Leve a questão para os alunos e indague o que 
eles acham dessa afirmação. 
ação – foTografia projeTada
O ideal é que os alunos façam a fotografia na es-
cola. E que já tragam de casa equipamento e mate-
rial necessário para o trabalho, como figurinos ou
objetos especiais.
Reúna as fotografias selecionadas e projete-as para 
a classe, promovendo uma discussão sobre os concei-
tos e intenções por trás de cada imagem: o que estava
previsto e o que cada imagem final suscitou na turma.
textos complementares
.. 
1. os novos maTeriais da arquiTeTura
Com o ferro, um material de construção artificial apa-
recia pela primeira vez na história da arquitetura. Ele 
passou por uma evolução cujo ritmo se acelerou no 
decorrer do século [XIX]. Recebeu seu impulso defini-
tivo quando ficou claro que a locomotiva, que estivera 
sendo experimentada desde o fim da década de 1820, 
só podia ser utilizada em trilhos de ferro. O trilho era a 
primeira unidade de construção, o precursor da longa-
rina. O ferro era evitado nas moradias, mas usado em 
galerias, salões de exposição, estações ferroviárias e 
edifícios com finalidades transitórias.
Walter Benjamin. paris: capital do século XIX, 1930. Citado por 
frampTon, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna.
são paulo: martins fontes, 1997. p. 25.
2. a arTe no final do século xix
Se a arte era [vista na época como] análoga à ciên-
cia, ela partilhava então também a característica do 
progresso que, com algumas restrições, igualava 
“novo” ou “último” a “superior”. Isso não levantava 
maiores dificuldades com a ciência, pois qualquer 
estudante, em 1875, entendia mais de física do 
que Newton ou Faraday. Isso, porém, não é ver dade 
nas artes: Courbet era melhor do que digamos, 
Baron Gros [artista francês que pintou as batalhas
de
Napoleão], não porque houvesse aparecido 
mais tarde ou fosse um realista, mas porque ti-
nha mais ta lento. Além disso, a palavra “progresso” 
em si mesma era ambígua, já que podia ser e era 
aplicada igualmente a qualquer mudança historica-
mente observada. O “progresso” podia ou não ser 
um fato, mas “progressista” era uma declaração de 
intenção política. O revolucionário nas artes poderia 
ser facilmente confundido com o revolucionário na 
política [...].
HoBsBaWn, eric J. A era do capital: 1848-1875. são paulo: 
paz e Terra, 1996. p. 406-407.
atividade complementar
... 
1. Trabalho em grupo
Reunidos em grupos de quatro alunos experimentem construir uma câmera escura. 
a) Peguem uma lata de leite em pó (ou recipiente plástico similar) e pintem-na de preto 
interiormente (ou forrem com papel preto). Na tampa, façam um furo com um prego 
fino. No fundo da lata, coloquem um papel branco. 
b) Para observar a imagem invertida no fundo da lata façam um orifício maior na lateral
para dele aproximarem um olho. 
Hoje, mais interessante que fixar a imagem, é entender a caixa preta e verificar como se formam as imagens. Os alunos 
podem procurar enquadramentos e compartilhar seus achados.
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2. Análise de imagem
Observe com atenção a pintura As respigadeiras, de Millet, e O violeiro, de Almeida Júnior. 
Aponte características que as duas tenham em comum, bem como diferenças entre elas. 
Analise aspectos técnicos, históricos e ideológicos.
As duas pinturas representam o cotidiano da vida dos camponeses. Ambas representam personagens em seus afazeres 
cotidianos, com bastante realismo, sem lhes atribuir ares heroicos. Na tela de Millet, as mulheres são mostradas em sua 
tarefa árdua de colher espigas do trigo ceifado; na obra de Almeida Júnior, o casal toca viola e canta, num momento de des-
contração. A pintura de Millet é do final da década de 1850; a de Almeida Júnior, de três décadas depois.
3. Roteiro para trabalhar com filme 
 
Janela da Alma. Documentário. Direção: João Jardim e Walter Carvalho. Brasil, 2001.

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