Pesquisa incluída no fim de cada capítulo: assistir, ouvir, ler, contemplar e percorrer os sites indicados, sem limitações à curiosidade. Entretanto, é na página Ação



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Arte - Volume único
Arte e Filosofia – O Iluminismo. 
O boxe abor-
da o Iluminismo, pensamento filosófico que inspirou
a Revolução Francesa. Para isso, apresenta o traba-
lho do escultor francês Houdon, que retratou os pro-
tagonistas do movimento. O debate do tema pode 
ser ampliado na aula de História ou de Filosofia. 
pesquisa – a música românTica
Professor, dê prioridade para a audição da valsa 
n.7 de Chopin e a sonata opus 
14 em lá maior para 
violino e piano de Leopoldo Miguez. Promover mo-
mentos de audição pode ser muito prazeroso para a
R
eprodução/Museus Castro Maya, Rio de J
aneiro, RJ
.
R
eprodução/Museu Nacional de Belas 
Ar
tes, Rio de J
aneiro, RJ
.
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turma e aumenta a qualidade da escuta e a cultura 
musical do jovem.
Se achar conveniente, solicite aos alunos que 
pesquisem também os ritmos brasileiros: batuques
e lundus. É interessante perceber a diferença entre 
a música erudita e popular da época.
Para a proposta da subseção 
local
, procure criar 
um clima descontraído e ameno, para que os compo-
sitores da classe não se intimidem. 
para encerrar 
O que é música romântica para você?
Aqui o aluno é convidado a falar, cantarolar e 
relembrar letras e músicas que fazem parte de sua
vida, seu repertório afetivo, referências de suas 
comunidades e de sua infância. Cabe ao professor 
manter um clima acolhedor para que todos fiquem 
à vontade nessa hora.
ação – noTação musical experimenTal
Para aquecer
Professor, apague a luz da sala e peça um minuto
de silêncio antes de começar a atividade. Acesse o 
site
: acervo/discos-pro-memus/leopoldo-miguez-sonata-
-opus-14-em-la-maior-para-violino-piano-1988/>.
Na seção “Áudios”, ponha para tocar a faixa
“Discos PRO-MEMUS – Leopoldo Miguez – Sonata
– 01 – Allegro”. Caso não seja possível reproduzir a
música por meio do acesso ao site, procure repro-
duzi-la em um tocador de mp3.
Mantenha a luz apagada durante a audição da
música. Esta atividade procura estimular a audição
dos alunos, além do reconhecimento de suas indi-
vidualidades. Inventar uma anotação é algo muito
difícil, a proposta é uma experiência intuitiva. Os 
alunos devem fazer a primeira audição já cientes da
atividade que será realizada. A faixa indicada dura
pouco mais de 11 minutos. Você pode orientá-los a
fazer uma divisão inicial no papel. Os alunos podem
usar um relógio e ficar atentos ao tempo para aju-
dá-los no uso do espaço. Procure manter um clima
de tranquilidade e concentração em sala de aula. 
Depois, se possível, sugerimos que você apre-
sente a partitura da sonata de Leopoldo Miguez,
disponível em: musicabrasilis.org.br/files/partitura/Miguez_Sona-
ta_op.14_lm.pdf>.
textos complementares
.. 
1. a academia e exposições
Durante o século XVII o governo francês havia fun-
dado instituições destinadas a apoiar a literatura, a 
pintura, a escultura, a música, a dança e a arquite-
tura e a ensinar essas disciplinas. Assim, seguindo o 
modelo da academia de Florença, fundada no Renas-
cimento, foi aberta na França, em 1648, a Academia 
Real de Pintura e Escultura, a qual criou um estatuto 
do artista a fim de diferenciá-lo do artesão. Ali, a pin-
tura e a escultura, assim como a poesia e a música, 
eram vistas como artes liberais, nas quais a inven-
ção intelectual era considerada fundamental. 
Essa instituição promovia uma exposição perió-
dica dos trabalhos de seus membros: o chama-
do Salão de Arte, realizado no Palácio do Louvre. 
As obras a serem expostas eram escolhidas por 
um júri de especialistas. Por ser, nessa época, a 
única mostra de arte pública na França, o Salão 
acabou favorecendo estilos que se tornaram ofi-
ciais, moldando o gosto popular, o que aos poucos 
foi consolidando o controle da Academia sobre a 
produção artística da época. Esse sistema de aca-
demias e salões foi também adotado durante o 
século XVIII em outras capitais do Ocidente, como 
Berlim e Londres.
A Revolução Francesa trouxe mudanças para 
essa instituição. O Salão, que antes só expunha 
trabalhos de associados, tornou-se aberto a to-
dos os artistas, inclusive estrangeiros. No entan-
to, o número de exibidores tornou-se a certa altu-
ra tão grande que foi preciso novamente instituir 
uma seleção.
Paradoxalmente, o ensino acadêmico, que havia 
sido adotado no século XVI para libertar a forma-
ção do artista do controle das corporações de arte-
sãos, facilitando a produção intelectual, acabou por 
tornar-se, no fim do século XVIII e começo do XIX, 
um sistema rígido e institucionalizado. O currículo 
incluía o estudo de perspectiva, anatomia, história 
e mitologia grega, entre outras matérias. As ativi-
dades práticas começavam pela cópia do desenho
prosseguiam com cópia de esculturas da Antigui-
dade clássica e por fim passavam ao trabalho com 
modelo vivo. Com essa formação, esperava-se que 
o aluno se capacitasse a abordar a natureza de ma-
neira “correta”.
2. goya
Em seu livro Traçando Madrid, uma espécie de guia 
sobre a capital da Espanha, o escritor contemporâ-
neo brasileiro Luís Fernando Veríssimo convida o
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manual do professor |
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fantasma de Goya a acompanhá-lo por uma diverti-
da visita à cidade (cujo nome o autor preferiu grafar 
em espanhol, com ‘d’ final).

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