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Arte - Volume único
Sinopse do filme:
Holanda, 1665. Griet é uma jovem camponesa que vai trabalhar como criada na casa do pintor 
holandês Johannes Veermer. Na casa também vivem a mulher do pintor, sua sogra, seus filhos e 
outra criada mais velha. Griet é incumbida de limpar o ateliê, ao qual pouquíssimas pessoas têm 
acesso. A relação entre o pintor e a jovem começa nesse espaço em comum, ele pintando, ela 
limpando. Vermeer sente que Griet tem uma sensibilidade especial para as artes e aos poucos ela 
vai se tornando sua ajudante. Num jantar oferecido ao mecenas Van Ruijven, este fica encantado 
com a beleza de Griet e encomenda um retrato da criada. Griet então torna-se a modelo de Verme-
er, dando origem ao famoso quadro Moça com brinco de pérola. Já com o quadro pronto, a esposa 
descobre que Griet posou para o marido e a expulsa de casa.
Curiosidades:
O quadro que dá nome ao filme é considerado uma espécie de “Monalisa holandesa”, pelo tipo 
de sensualidade e mistério presentes na tela. Pouco se sabe da vida real do pintor Johannes 
Vermeer. Ele nasceu em 1632, em Delft, na Holanda e casou-se aos 20 anos com Catarina, 
uma jovem rica. Morreu pobre, aos 43 anos. Calcula-se que ele tenha produzido em torno de 
40 obras. Há inclusive dúvidas sobre a autenticidade de alguns quadros creditados a ele. 
Ao lado de Rembrandt, Vermeer é considerado um dos grandes pintores de um período que 
ficou conhecido como a Idade de Ouro Holandesa. 
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sugesTões de leiTura
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dias da Commedia dell’Arte
. Introdução, tradução, intro-
dução e notas Roberta Barni. São Paulo: Iluminuras, 2003.
14. Neoclassicismo e Romantismo
Este capítulo aborda a retomada dos valores da
Antiguidade clássica, especialmente da República
romana, pelos intelectuais envolvidos na Revolu-
ção Francesa, que dará fim ao poder absolutista na
França. Abarca também a estética romântica, que 
tem origem na arte popular germânica e surge em 
contraposição à austeridade do neoclassicismo. O 
capítulo apresenta brevemente a Revolução Fran-
cesa, o Iluminismo, o espírito e a música românti-
ca na Europa. No Brasil, aborda a vinda da Missão
Artística Francesa, apresenta o olhar dos artistas 
estrangeiros sobre o país no século XIX, o trabalho
das primeiras gerações de artistas acadêmicos e o 
surgimento dos ritmos brasileiros.
O neoclássico é mais uma vez regido pela razão:
trata-se de uma estética voltada para o que é públi-
co, moralizante, severo. O romântico é regido pela
imaginação, é subjetivo, movimentado e emocio-
nal. Mas o Romantismo é ao mesmo tempo o eu, o
subjetivo e a busca pelo exótico, o Oriente e a arte 
popular.
Na abertura
vemos quatro imagens: uma es-
cultura, duas gravuras e uma pintura. O que estas 
imagens podem nos dizer sobre o Neoclassicismo
e o Romantismo? O que cada uma destas imagens
representa? Como são estas representações?
Lendo as frases recolhemos algumas pistas para 
responder às perguntas: elas falam da volta à Anti-
guidade clássica, de liberdade, imaginação, artistas
viajantes, pintura histórica e ufanismo. A escultura 
de Canova, Cupido e Psiquê, não poderia ser mais 

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