Pesquisa incluída no fim de cada capítulo: assistir, ouvir, ler, contemplar e percorrer os sites indicados, sem limitações à curiosidade. Entretanto, é na página Ação



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Arte - Volume único
mudar para melhor na cidade 
onde você vive?
A ideia é questionar, a fim de que os jovens pen-
sem soluções para a cidade. A cidade é uma obra 
coletiva: os jovens, a partir de suas vivências, po-
dem ter boas proposições para o espaço urbano.
ação – maqueTe da cidade 
Professor, o desafio nesta atividade é admi-
nistrar as ideias conflitantes que podem surgir. 
O mais importante é fixar uma escala. Sugira aos 
alunos que recortem uma figura de papelão ou 
usem um carrinho de brinquedo para represen-
tar a escala humana. Se não for possível realizar
um único projeto, sugira que façam o modelo em 
dois grupos. Se surgir na turma um desejo de tra-
balhar com outro material acessível, estimule a 
criatividade, deixando que os alunos proponham 
soluções.
Os alunos podem usar a própria fita adesiva 
como acabamento da cidade, mas podem sugerir 
outro tipo de material. Quando o trabalho estiver fi-
nalizado, peça que fotografem o modelo olhando da
perspectiva do habitante, de baixo para cima. 
Peça para cada um relatar o processo de criação 
coletiva: o que cada um pensou sobre a cidade, o
que foi possível realizar e o que não foi. Para finali-
zar, questione: Como ficou a maquete? Parece com
a cidade em que vivem? Vocês propõem alguma
coisa diferente?
sugesTões de leiTura
ALLAN, Tony. Life, Myth, and Art in Ancient Rome. Los 
Angeles: Getty Publications, 2005.
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte italiana: da Anti-
guidade a Duccio. São Paulo: CosacNaify, 2003.
GOMBRICH, E. H. A História da arte. Rio de Janeiro:
LTC, 2000.
KEMP, Martin (Coord.). História da arte no ocidente
Lisboa: Editorial Verbo, 2006.
STOKSTAD, Marilyn. Art History. New York: Pearson,
2004.
8. Povos do Níger
Este capítulo aborda os povos que ocuparam a
região do Níger, na África subsaariana. A escolha 
dessa região para uma abordagem sobre a África se 
justifica pela grande presença no Brasil de africa-
nos vindos da costa oeste, especialmente do golfo 
de Benin, trazidos pelo tráfico escravagista. O ca-
pítulo engloba a cultura Nok, a cultura Ioruba, o
reino de Benin e as cidades que se desenvolveram
em função da rota comercial do deserto. Apresenta, 
ainda, as características da arte nas tradições dos 
povos africanos.
A arte africana é manifestação coletiva de cren-
ças e festividades sociais variadas. Essas manifes-
tações são criativas, isto é, têm baixo índice de re-
petição em suas formas. Aparecem principalmente 
na forma de esculturas e performances e são forte-
mente conectadas ao corpo e à escala humana.
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manual do professor |
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Na abertura, vemos quatro imagens bem dis-
tintas: uma escultura de pedra, uma máscara, a
foto grafia de uma mulher nômade portando joias 
e adornos e uma escritura sagrada. O professor 
pode perguntar à turma: O que estas imagens
podem nos dizer sobre a África? E o que dizem
especificamente sobre a região do rio Níger? De
que material foram feitas as peças representadas?
De que épocas elas são? O que elas representam?
qual a finalidade destes objetos? Há algo em co-
mum entre eles?
As frases nos ajudam a responder algumas des-
sas perguntas: sobre Deus, sobre identidade, mundo
espiritual, tradição, adorno corporal, máscaras, nô-
mades. As datas dos objetos variam entre 450 a.C. e
o século XX. O Cenário histórico conta que nessa 
região, separada da Europa pelo deserto do Saara,
diferentes povos e ricas tradições culturais flores-
ceram, entre elas a dos iorubas. 
O tema subjacente deste capítulo é Identi-

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