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Arte - Volume único
Finalização da cena
Descrição
– Cada grupo deve agora ensaiar o 
que falta em sua cena. Defina um espaço da sala 
para ser o palco, combinando onde estão as coxias, 
ou seja, o local considerado fora de cena, onde o 
coro deve ficar antes e depois de sua apresentação. 
Cada coro, para finalizar sua cena, deve ensaiar três 
coisas: 
• A entrada no espaço de cena, isto é, a forma mais
expressiva daquele grupo chegar; 
• Os gestos e ações que serão realizados enquanto
a frase está sendo dita; 
• A saída do coro, ou seja, a maneira de deixar o
espaço de cena.
Dê aos grupos 10 minutos para combinar e en-
saiar as cenas. Depois, faça uma sequência de apre-
sentações dos coros. Peça para cada grupo escolher 
como deseja ser apresentado. A apresentação do di-
retor em voz alta é a marca para que a cena comece.
Fique atento
– Não deixe ninguém negligen-
ciar nenhum desses três aspectos, pois eles alteram 
completamente a leitura da cena. Um Coro de Ve-
lhinhos que entra em cena cantando é diferente de 
um Coro de Velhinhos que chega cabisbaixo e si-
lencioso. Uma saída triunfante produz uma leitura 
da cena completamente diferente de uma vagarosa,
por exemplo. Os gestos podem não ter relação 
com a frase falada: o Coro de Velhinhos pode ficar 
cavan do covas enquanto diz seu texto, ou regando 
flores. Cada elemento produz uma leitura – que lei-
tura o grupo deseja oferecer para o público?
Conversa final
Apresentadas as cenas, converse com a turma 
sobre como o mito foi representado por cada um 
dos coros. O importante aqui é a compreensão de 
como cada escolha dos elementos da cena produz 
um determinado significado. Pergunte para a clas-
se quais são as outras possibilidades de caracteri-
zação para aquelas frases. O que de mítico existia 
nas escolhas de cena? Quais os momentos mais 
marcantes das cenas? Finalize reservando os úl-
timos minutos de aula para que cada um registre 
em seu livro as experiências mais marcantes do 
encontro.
textos complementares
.. 
O corpo e a beleza
Os gregos refletiram sobre a arte e o belo, e alguns 
artistas chegaram a definir padrões de beleza. 
Foram os próprios gregos que olharam para sua 
cultura, para as obras produzidas no século IV a.C. 
e chamaram esse período de clássico. O historiador 
Plutarco, que viveu no século I, dizia que as escul-
turas desse período representavam algo que esta-
va para além da verdade. Os gregos também bus-
caram definir valores para o que é civilizado.
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a beLeza
A teoria da verdade visual
A teoria chegou até nós através de umas tantas cita-
ções e paráfrases, da autoria de escritores posterio-
res que fizeram comentários sobre os sistemas vi-
suais e os escritos teóricos dos escultores do início e 
meados do século V a.C.: Pitágoras de Rhegion, Míron 
de Atenas, Policleto de Argos. Os termos básicos uti-
lizados por eles de forma teórica em relação à figura 
humana, em particular as figuras de atletas mascu-
linos, eram “symmetria” (comensurabilidade), ryth-
mos (ritmo na postura e na composição), akribeia 
(exatidão) e aletheia (literalmente verdade).
A palavra symmetria referia-se àquilo que podia ser 
observado, às proporções capazes de serem medi-
das do corpo humano – tal como um tratado de Po-
licleto havia referido, “do todo para as partes e das 
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