Pesquisa incluída no fim de cada capítulo: assistir, ouvir, ler, contemplar e percorrer os sites indicados, sem limitações à curiosidade. Entretanto, é na página Ação



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Arte - Volume único
portuguesa também se assemelha às construções encontradas nas cidades coloniais brasileiras: igrejas, conventos 
e edifícios públicos.
3. Trabalho em grupo
Em grupos de cinco alunos, preparem um painel com imagens da cultura indiana. Procu-
rem em revistas e na internet representações das divindades cultuadas pelo hinduísmo, 
e imagens de templos budistas e hinduístas e de outras religiões que ali são praticadas. 
Pesquisem as roupas, os tecidos, o artesanato e as joias. Prestem atenção nas cores, nos 
ornamentos, nas letras, nos relevos. Reúnam o máximo de material que conseguirem e 
façam uma colagem pensando na abundância visual.
Professor, estimule os alunos a captarem o espírito da exuberante arte indiana. Instrua-os a atentarem para as cores usa-
das pelos indianos em suas roupas, pinturas e ritos, e particularmente para que percebam o uso que eles fazem das fl ores, 
do dourado e dos tons rosados. O painel pode ser feito sobre uma folha de papel duplex ou triplex e apresentar informações 
por escrito, como os nomes dos locais e deuses.
4. Outras indicações:
• Assista ao filme O Mahabharata. Direção de Peter Brook. Reino Unido, 1989. Esta 
é a versão cinematográfica do épico indiano dirigida por Peter Brook em 1989. 
O filme original, de 1985, tinha 9 horas de duração. A versão que encontramos
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sugestões de Leitura
ADAMS, Laurie Schneider. World Views: Topics in Non-
-Western Art. New York: McGrawHill, 2004.
ARUZ, Joan (Ed.) Art of the first cities: The Third Mil-
lennium B.C. from the Mediterranean to the Indus. New 
York: The Metropolitan Museum of Art, 2003.
CARRIÈRE, Jean-Claude. Índia: um olhar amoroso. Rio 
de Janeiro: Ediouro, 2002.
COOK, Michael. Uma breve história do homem. Rio de 
Janeiro: Zahar, 2005.
DALLAPICOLA, A. L. Indian Art in Detail. London: The 
British Museum Press, 2007.
DUARTE, Rogério. Bhagavad Gita: canção do divino 
mestre. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MITTER, Partha. Indian Art. New York: Oxford Univer-
sity Press, 2001.
5. China
Este capítulo aborda aspectos da cultura chine-
sa, focando os valores de tradição e ancestralidade 
que preservam algumas características culturais 
na China há quase seis mil anos. Muitos dos ob-
jetos característicos da cultura material da anti-
em DVD tem cerca de 3 horas. O roteiro foi o resultado de oito anos de trabalho de 
Peter Brook, Jean-Claude Carrière e Marie-Hélène Estienne. Peter Brook considera que 
o épico indiano conta a história da humanidade. 
Realizado de forma teatral, o filme conta a saga do longo poema. Os diálogos são den-
sos e apresentam fundamentos da cultura hinduísta. Experimente assistir a pelo me-
nos uma parte deste incrível épico.
• TEZUKA, Osamu. Série Buda. São Paulo: Conrad, 2005. A série Buda é uma coleção em 
14 volumes do mangá realizado em 1972 por Osamu Tezuka, artista que revolucionou 
os quadrinhos no Japão. O mangá narra a história de Sidarta Gautama, príncipe dos 
Sákyas, que nasceu por volta de 560 a.C. na região entre a Índia e o Nepal. A série 
recebeu o Prêmio Will Eisner, em 2003.
• O MUSEU ARQUEOLÓGICO DE SARNATH

site do Museu Arqueológico de Sarnath apresenta excelente material iconográfico 
sobre os principais sítios arqueológicos da Índia. Há um mapa que ajuda a visualizar 
como esses monumentos se distribuem geograficamente no país. Os textos estão em 
inglês, mas há uma farta galeria de imagens associadas a cada monumento (disponí-
vel em: ) e um mapa (disponível em: asi_monu_whs.asp>) dos sítios e monumentos classificados pela Unesco como Patri-
mônio Cultural Mundial. Acessos em: 19 jun. 2013.
guidade chinesa se relacionam aos rituais de ve-
neração aos ancestrais, como é o caso dos vasos 
de bronze. Muitos outros rituais tradicionais, como 
a cerimônia do chá e a caligrafia poética, são pre-
servados e praticados pelos chineses em seu coti-
diano. Outra questão relevante na cultura chinesa 
é a sofisticação tecnológica, presente na invenção 
do papel, da porcelana, da seda e da gravura com 
matriz de madeira.
Na abertura vemos seis imagens: um osso, uma 
joia de jade, um machado de bronze, um símbolo, 
um sinal caligráfico e uma ilustração. O professor 
pode interrogar a turma: O que estas imagens po-
dem nos dizer sobre a China? De que épocas elas 
são? O que elas representam? Qual a finalidade des-
tes objetos? De que material foram feitos? O que há 
em comum entre eles? E o que os distingue?
As frases apontam para algumas respostas; elas 
falam de máscaras, mundo sobrenatural, moda, 
dragão, precisão, equilíbrio e energia. As datas des-
ses objetos variam de 1600 a.C. até a representação 
atual do símbolo e do ideograma. A finalidade do 
pingente de dragão é adornar o corpo, o osso gra-
vado com pictogramas é um tipo de oráculo, usado 
para comunicação com o mundo sobrenatural. O 
símbolo do ying-yang é uma representação grá fica 
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manual do professor |
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da ideia de equilíbrio entre forças opostas, e a ca-
ligrafia de um ideograma tem origem na represen-
tação do arroz fumegante, a energia vital “chi” que 
se desprende do próprio alimento. O Cenário his­
tórico
, acompanhado de um mapa, informa sobre 
as primeiras civilizações, a unificação da China e o 
estabelecimento do sistema de dinastias.
tema subjacente do capítulo é Os meios de 

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