Pesquisa incluída no fim de cada capítulo: assistir, ouvir, ler, contemplar e percorrer os sites indicados, sem limitações à curiosidade. Entretanto, é na página Ação



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Arte - Volume único
nome do Capítulo
teatRO
músiCa
Cinema
Dança
Capítulo 6: grécia
o teatro grego
Capítulo 10: 
Culturas nativas 
sul-americanas
música indígena
Capítulo 11: 
arte medieval
o canto gregoriano
Capítulo 12: 
Renascimento
shakespeare e o teatro 
elisabetano
Capítulo 13: Barroco
Commedia dell’Arte
Capítulo 14: 
neoclassicismo e 
Romantismo
música clássica e 
romântica
Capítulo 15: 
Realismo e Fotografia
Ópera
Capítulo 17: 
arte nova
a dança entra na 
modernidade
Capítulo 18: 
moderno e Racional
popular e erudito
o cinema russo
Capítulo 19: 
Dada e surrealismo
Cinema dada e 
surrealista
os ciclos regionais 
e Humberto mauro 
(disponível como Texto 
Complementar neste 
manual na página 75.)
Capítulo 20: 
arte e sociedade
Teatro do ator, teatro 
de revista e teatro 
modernista
a era do rádio e duas 
lendas do nordeste
Hollywood e os anos 
1930
alô, alô, chanchadas!
Capítulo 21: 
Depois da guerra
Vestido de Noiva 
(disponível como Texto 
Complementar neste 
manual na página 85.)
o neorrealismo no 
cinema italiano
uma terra encantada 
chamada Vera Cruz
Capítulo 22: 
Os anos cinquenta
o Teatro Brasileiro de 
Comédia
Bebop – o jazz depois 
da guerra
Hollywood, os musicais 
e a juventude
Bossa nova: música 
para renovar
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Nome do Capítulo
TEATRO
MÚSICA
CINEMA
DANÇA
Capítulo 23: Arte Pop
Arena, Ofi cina e CPCs
Quando tudo mudou
O cinema na Europa
Cinema Novo: revolução 
no cinema
Capítulo 24: 
Arte e conceito
O teatro dos anos de 
chumbo
Renovação em 
Hollywood
Outros limites para a 
dança
Os anos da Embrafi lme: 
o cinema e o Estado
Capítulo 25: 
Depois do Modernismo Teatro de abertura
Anos 1980: o rock 
brasileiro
Visões caleidoscópicas
Capítulo 26: 
Arte do nosso tempo
Processo colaborativo 
no teatro
Tecnologia e volta às 
raízes
Desenhos animados e 
tecnologia digital
A retomada do cinema 
brasileiro
Pesquisa
A seção 
Pesquisa, que corresponde a dois tem-
pos da disciplina Arte em uma semana, consiste em 
uma série de sugestões de links e filmes para serem 
apreciados em sala de aula. A seção está dividida em 
Global: com indicações de endereços, buscas de ar-
tistas e filmes internacionais; 
Brasil: com indicações 
de endereços, buscas de artistas e filmes nacionais; e 
Local: com provocações e estímulo para que o profes-
sor traga a cultura local para a sala de aula. Também 
pode estar subdividida, no caso da pesquisa teatral, 
em 
Teoria e Prática, pois existe a necessidade da 
pesquisa corporal, vivencial, que precisa acontecer 
antes da 
Ação proposta. Há ainda o comando Para 
encerrar, no qual o professor vai encontrar sugestão 
para roda de conversa com a turma, para encerrar a 
aula com questionamentos e debates pertinentes. Há 
um tema central de reflexão que reúne propostas do 
Contexto, da Pesquisa e da Ação que será feita.
Ação
As ações são propostas de atividades práticas para 
serem desenvolvidas em dois tempos da disciplina em 
uma semana. As 
Ações propostas envolvem desen-
volvimento de linguagens em artes visuais, música, 
teatro, dança, mídias e linguagens híbridas. Acompa-
nham as 
Ações orientações detalhadas de encami-
nhamento para o professor neste Manual.
Faça aqui um registro dessa
experiência
Para finalizar a seção 
Ação, o professor pode 
pedir ao aluno um registro rápido, uma memória do 
que foi feito. Este registro descompromissado tem a 
função de consolidar o processo de cognição. O 
aluno, consciente das emoções e saberes mobiliza-
dos na 
Ação, registra rapidamente por meio de lin-
guagem verbal, visual ou mista (colagem, carimbo, 
desenho, pintura e texto) algo marcante dessa ex-
periência. O registro é também uma forma de 
apro-
priação do espaço do livro, através do qual o aluno 
individualiza seu material de trabalho. É importan-
te preservar a liberdade do aluno para os procedi-
mentos nesse espaço, que podem extrapolar a área 
branca definida pela programação visual do livro.
Bibliografia 
BARBOSA, Ana Mae. Dilemas da Arte/Educação como 
mediação cultural em namoro com tecnologias contem-
porâneas. In: BARBOSA, Ana Mae. (Org.) Arte/Educa-
ção Contemporânea – consonâncias internacionais. São 
Paulo: Cortez, 2010.
. (Org.). Arte/Educação Contemporânea – Conso-
nâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2010.
. Arte-educação: conflitos/acertos. São Paulo: 
Max Limonad, 1985. 
. (Org.). Arte-educação: leitura no subsolo. São 
Paulo: Cortez, 1999.
John Dewey e o ensino da Arte no Brasil. São 
Paulo: Cortez, 2001.
. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e 
novos tempos. São Paulo: Perspectiva; Porto Alegre: 
Fundação Iochpe, 1991.
; AMARAL, Lilian (Org.). Interterritorialidade: 
mídias, contextos e educação. São Paulo: Senac, 2008.
BOAL, Augusto. 200 exercícios e jogos para o ator e o 
não ator com vontade de dizer algo através do teatro
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1983.
BRASIL. Orientações curriculares para o Ensino Mé-
dio: linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: 
SEB/MEC, 2006.
Bibliografia 
Bibliografia 
BARBOSA, Ana Mae. Dilemas da Arte/Educação como 
BARBOSA, Ana Mae. Dilemas da Arte/Educação como 
mediação cultural em namoro com tecnologias contem-
mediação cultural em namoro com tecnologias contem-
porâneas. In: BARBOSA, Ana Mae. (Org.)
porâneas. In: BARBOSA, Ana Mae. (Org.)
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manual do professor |
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As perguntas O que é a arte? e Para que serve?
feitas pelo artista brasileiro Paulo Bruscky na década 
de 1970, são como um guia, uma provocação, um 
ponto de partida para o percurso que será trilhado. 
O questionamento pode ser feito para a turma 
pelo professor nesta primeira aula e sempre que 
for oportuno nas discussões com os alunos. Não se 
pretende assumir uma única verdade, mas expandir 
o debate e sobretudo deixar claro para os jovens 
que certas questões são permanentes.
unidade 1 – antiguidades
1. O nascimento da cultura
Este capítulo aborda o nascimento da cultura e 
abarca os primeiros registros de ferramentas e o de-
senvolvimento da linguagem, datados do Paleolítico 
superior; as construções e artefatos produzidos no 
processo de sedentarização durante o período Neo-
lítico e os registros dos primeiros povos do Brasil. 
Na abertura vemos cinco imagens: uma pintura 
rupestre, um abrigo e três objetos, dois de pedra e um 
de osso. O professor pode interrogar a turma: O que 
essas imagens podem nos dizer sobre o nascimento 
da cultura? De que épocas elas são? O que elas repre-
sentam? Qual a finalidade desses objetos? Por quem 
eles foram feitos? De que material? O que há em co-
mum entre as imagens? E o que as distingue? 
As frases nos ajudam a responder algumas destas 
perguntas, elas falam de paredes nas cavernas, abri-
gos, animais extintos, escultura em osso. As imagens 
são de várias partes do mundo: Escócia, França, Aus-
trália e Brasil. E as datas variam em milhares de anos: 
40 mil a 2 mil anos antes de nossa era. O Cenário 

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