Pesquisa incluída no fim de cada capítulo: assistir, ouvir, ler, contemplar e percorrer os sites indicados, sem limitações à curiosidade. Entretanto, é na página Ação



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Arte - Volume único
dade 3 – Arte Contemporânea
, torna-se difícil 
dizer qual dos aspectos seria o mais importante
entre tantas operações convergentes em cada uma 
das sínteses propostas nas 12 Ações. De forma ge-
ral, em todas elas os alunos vão pensar nas inter­
venções, refletir sobre o que se quer comuni­
car, desenvolver aspectos organizacionais do 
mundo do trabalho, potencializar os saberes 
do grupo, refletir sobre os exemplos estuda­
dos e operar com linguagens híbridas
. Todas es-
tas ações relacionam conhecimentos, práticas e 
desejos
dos alunos em processos culturais ver­
dadeiros
. Mesmo que não resultem em propostas 
artísticas prontas, bem acabadas e bem-sucedidas, 
consistem em processos intensos de aprendizado 
interdisciplinar.
Avaliação
A avaliação em Arte é também arena de grandes 
debates. Como avaliar valores subjetivos? Como 
criar padrões de desempenho para produções em 
artes, se não parece possível sequer definir, de 
modo duradouro o que é arte? 
Discute-se que é muito difícil, se não impossível, ex-
pressar claramente em palavras, concepções sobre os 
mais complexos e valorizados resultados (ou padrões 
de desempenho) obtidos na produção das artes visuais.
A tentativa de fazê-lo resulta em ambiguidades e redu-
cionismo. (ARMSTRONG, 1996; BOUGHTON, 1996c; HAY-
NES, 1996).
13
Para enfrentar a subjetividade que se estabelece 
na relação entre o professor, a Ação realizada pelo 
aluno, e as intenções propostas pelo método, é re-
comendado realizar a avaliação coletiva.
Avaliar o que foi realizado de forma coletiva é 
uma maneira de colocar os critérios em discussão, 
de verificar se os objetivos propostos foram alcan-
çados a partir de diferentes pontos de vista. Avaliar 
coletivamente contribui para o desenvolvimento 
13 BOUGHTON, Doug. Da teoria à prática. In: BARBOSA, Ana Mae (Org.).
Arte/
Educação Contemporânea – Consonâncias internacionais. São Paulo: Cor-
tez, 2010. p. 379.
3
A
A
A avaliação em Arte é também arena de grandes 
A avaliação em Arte é também arena de grandes 
debates. Como avaliar valores subjetivos? Como 
debates. Como avaliar valores subjetivos? Como 
do discurso verbal reflexivo do aluno a respeito da 
produção artística.
O professor deve se planejar para realizar es-
tas avaliações ao final das aulas de Ação. Reu-
nindo o grupo em uma roda, sentados no chão, 
ao redor dos trabalhos realizados em caso de 
produção material. Os jovens devem ser estimu-
lados a participar destes debates, apresentando 
suas dificuldades e acertos durante o processo. 
O professor deve questionar, mas principalmente 
escutar o que cada um tem a dizer a respeito do 
que foi feito.
Exemplo de questionamentos que podem ser 
feitos: O que foi realizado e o que se pretendia rea-
lizar? Quais dos trabalhos realizados foram mais 
bem-sucedidos, atingindo os objetivos propostos? 
Quais trabalhos foram mais ousados do ponto de 
vista da linguagem, experimentaram mais? Quais 
trabalhos parecem mais bem realizados? Quais tra-
balhos trouxeram questões pertinentes para o gru-
po? Quais trabalhos não atingiram os objetivos e 
por que isso aconteceu?.
Um parâmetro de avaliação que pode ser útil 
é a participação. O professor deve ficar atento e 
avaliar de forma positiva o desempenho e o com-
prometimento dos jovens com às atividades pro-
postas. A participação pode ser avaliada também 
na etapa de Pesquisa, na qual os alunos podem 
navegar livremente na internet e permanecer mais 
ou menos tempo na apreciação de determinado 
trabalho artístico.
Alguns alunos têm maior dificuldade de se ex-
pressar oralmente e podem não se apresentar du-
rante os debates. Nesse caso o professor deve ter 
uma atenção especial, procurar um espaço privado 
para diálogo com esses jovens.
Um bom material que pode ajudar numa ava-
liação individual é a seção Faça aqui um registro 
desta experiência
. A ideia é que o aluno se apro-
prie deste espaço com total liberdade: escrevendo, 
desenhando, colando, praticando a atividade de re-
gistro e memória do que foi mobilizado do ponto de 
vista emocional e cognitivo no desenvolvimento de 
determinada Ação. Deste modo, prever em seu pla-
nejamento alguns minutos para a realização dessas 
sínteses e acompanhar essa produção no livro do 
aluno, que tem um caráter de anotação e pode ser 
despretensiosa, também é uma maneira de mapear 
o desenvolvimento intelectual do aluno durante o 
desenvolvimento do curso.
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18
Organização da 
obra 
Além do capítulo introdutório e do epílogo, a 
obra estrutura-se em três unidades: 
Na Unidade 1 – Antiguidades: dez capítulos 
apresentam uma visão geral sobre algumas das 
principais culturas da Antiguidade, tais como: os 
povos que viveram na Mesopotâmia, os egípcios e a 
civilização do rio Indo, e culturas tradicionais como 
as dos indígenas brasileiros.
Há previsão para que cada capítulo seja traba-
lhado em 3 semanas, de modo que o professor vai 
encontrar no livro um guia para 30 semanas.
Na Unidade 2 – Cultura ocidental: dez capítu-
los apresentam o que conhecemos como a cultura 
ocidental. O desenvolvimento da civilização euro-
peia, o processo de colonização, o estabelecimento 
da cultura burguesa e o modernismo.
Há previsão para que cada capítulo seja traba-
lhado em 3 semanas, de modo que o professor vai 
encontrar no livro um guia para 30 semanas.
Na Unidade 3 – Arte contemporânea: seis 
capítulos apresentam o presente, as mudanças 
ocorridas nos últimos sessenta anos no mundo, a 
descentralização, a multiculturalidade e o impor-
tante papel que o Brasil vem assumindo no mundo 
contemporâneo. Na Unidade 3 foram previstas para 
cada capítulo duas Pesquisas e Ações em lingua-
gens variadas, de modo que o aluno possa, nesta 
etapa, estar mais tempo em ação.
Há previsão para que cada capítulo seja traba-
lhado em 5 semanas, de modo que o professor vai 
encontrar no livro um guia para 30 semanas.
lendo textos
A seção Lendo textos traz pequenos trechos de 
textos de autores brasileiros e estrangeiros que se 
debruçaram sobre a nossa cultura e propuseram no-
vas reflexões. Assim temos, entre outros exemplos, 
para apresentar o que é cultura, na Abertura, um 
texto de Darcy Ribeiro; no capítulo 3, há um tex-
to do estudioso brasileiro Ciro Flamarion sobre 
o significado da Arte para os egípcios; a respei to 
do candomblé, no capítulo 8, há um texto do fran-
cês Pierre Verger; e sobre o quadro As meni nas 
de Velásquez há uma interpretação bastante origi-
nal do crítico e poeta brasileiro Ferreira Gullar
4
O
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obr
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Além do capítulo introdutório e do epílogo, a 
Além do capítulo introdutório e do epílogo, a 
Existe ainda um trecho escrito por Rafael Cardo­

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