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Cartaz do filme Cidade de Deus, 2002, de Fernando Meirelles



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Arte - Volume único
Cartaz do filme Cidade de Deus, 2002, de Fernando Meirelles.
O2 Filmes/R
eprodução/Arqui
v
o da editora
Reprodução/Odeon/Arquivo da editora
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Wall-E, animação lançada em 2008 pela 
Pixar. 97 minutos.
Da associação da Pixar com os estúdios 
Disney em 2006, resultaram sucessos 
comerciais como 
Wall-E (2008) e Up: 
altas aventuras (2009). Os filmes de 
animação continuam alcançando gran-
diosos lucros de bilheteria. 
Walt Disney Studios Motion Pictures/Everett Collection/Keystone
Walt Disney Studios Motion Pictures/Everett Collection/Keystone
Desenhos animados e tecnologia digital
No processo tradicional de animação, os artistas desenhavam 
uma a uma, sobre folhas de acetato transparente, as sucessivas 
imagens que depois seriam registradas em filme, também uma a 
uma. Com essa técnica, chamada stop motion, também é possível 
animar figuras feitas de massa de modelar ou dar movimento a 
objetos (Capítulo 19). 
A primeira produtora de animação a investir, já na década de 
1980, na geração de formas 3D por computador foi a empresa 
estadunidense Pixar, que em 1995 lançou Toy Story, o primeiro 
longa-metragem produzido digitalmente. Outros lançamentos se 
seguiram: Vida de inseto (1998), Monstros S.A. (2001) e Os In-
críveis
(2004). 
Apesar da evolução técnica da animação computadorizada, 
o estúdio Ghibli, fundado em 1985 por Hayao Miyazaki (1941-), 
no Japão, trabalha apenas com desenhos feitos a mão, embora o 
cineasta tenha chegado a usar computadores em filmes como 
viagem de Chihiro
, lançado em 2002. 
Usando o que há de mais avançado em tecnologia, o filme Ava-
tar
, escrito e dirigido por James Cameron (1954-), foi o maior 
sucesso de bilheteria da história do cinema até a primeira década 
do século XXI.
Ponyo, animação de 2009 dirigida por 
Hayao Miyazaki. 101 minutos.
Miyazaki inspira-se nas lendas tradi-
cionais japonesas para criar universos 
de beleza singular. Em 2009, 
Ponyo, 
uma menina-peixe, conquistou público 
mundial apresentando a riqueza da vida 
marinha.
Avatar, de 2009, dirigido por James 
Cameron. 162 minutos.
Apesar do enredo previsível, este filme 
de ficção científica de estética esmera-
da inova ao fundir atores reais e ima-
gens criadas digitalmente. Utilizando 
tecnologia 3D, o filme é um híbrido de 
cinema e animação.
Um mundo exponencial
O maior símbolo do início do século XXI é a 
internet. Por meio dessa rede, o mundo globaliza-
do não só consome mas também produz informa-
ção. Qualquer pessoa conectada à internet pode 
se manifestar, alcançando tanto seus vizinhos 
quanto o outro lado do mundo. Essas trocas cul-
turais simultâneas têm o poder de gerar diversi-
dades em escala exponencial.
No final do século XX, muitos artistas pes-
quisavam as possibilidades de interação entre 
vídeo e computadores, fazendo experiências 
nas quais projeções, laser e células fotossen-
síveis são combinados para permitir participa-
ção do público.
A tecnologia digital modificou especialmente 
os desenhos animados, que passaram da produ-
ção artesanal, em que as imagens eram registra-
das quadro a quadro, para a modelagem tridi-
mensional de personagens em movimento feita 
diretamente em computador. Muitas produções 
cinematográficas de hoje envolvem projeção em 
três dimensões. 
Mauro Fiore/20th Century Fox/Everett Collection/Keystone
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| CApÍtulo 26 | ARtE DE NoSSo tEMpo |
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Pipilotti Rist. Ever is over all
Videoinstalação, 1997, Museu de Arte 
Moderna, Nova York.
Nesses trabalhos as cores são sa-
turadas e o tempo de projeção é 
alterado. Nesta videoinstalação, 
as telas perpendiculares mostram 
à direita flores num jardim e à es-
querda uma jovem que subitamente 
arremessa a planta contra carros 
estacionados, num ato de violência 
aparentemente descabido.
Arte e tecnologia
Nas artes visuais, uma das artistas precursoras no uso de 
projeções luminosas foi a nova-iorquina Jenny Holzer (1950-).
Membro do grupo de artistas colaborativos Colab, que organizou 
o Times Square Show na década de 1980 (Capítulo 25), Holzer se 
destacou por levar o texto para o âmbito das artes visuais.
Beto F
elício/Acerv
o do fotógrafo
R
eprodução/Arqui
v
o da editora
Jenny Holzer. Projeções realizadas no Rio de 
Janeiro, 1999.
A maior parte dos trabalhos de Holzer é 
concebida para espaços públicos. Seus 
textos, sempre irônicos e perturbado-
res, podem figurar em cartazes, pai-
néis eletrônicos ou, como ocorreu em 
1999 no Rio de Janeiro, projetados nos 
morros e até nas ondas do mar.
Outra artista que se destaca nessa área é a suí-
ça Pipilotti Rist (1962-), com videoinstalações em 
espaços tridimensionais. Em seus trabalhos mais 
recentes, as projeções ocupam todas as paredes 
de ambientes museográficos. Filmagens feitas a 
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