Pensamento + Ação = fato! História – fato = Inverdade, Mito, Mentira



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ESQUIZOFRENIA

Enf. Silvia Rodrigues


PSICOSE

E se tudo o que você acreditasse, pensasse ter vivido ou ser real não fosse fato ou fosse improvável?

Pensamento + Ação = FATO!

História – FATO = Inverdade, Mito, Mentira

Quando a função mental de racionalidade e lógica não são executados o indivíduo delira pelos mitos, inverdades e mentiras.

Quando a função mental de racionalidade e lógica não são executados o indivíduo delira pelos mitos, inverdades e mentiras.

A PSICOSE é um estado de funcionamento psíquico anormal

Realidade?

O psicótico perde o contato com a realidade

Modificam-se os planos, as atitudes, as ideias devido a coisas absurdas.

São criadas relações com coisas que não existem.

Pode, repentinamente, sentir-se perseguido, em perigo, como se o mundo conspirasse contra ele.

Sintomas

DELÍRIOS: Ideias/Crenças inabaláveis e irremovíveis, contrariam quaisquer argumentos lógicos que se possa oferecer em contrário.

ALUCINAÇÕES:

ALUCINAÇÕES:

Tudo que pode ser percebido pelos 5 sentidos pode ser “alucinado”.

Percepção “real” de um objeto inexistente.

Envolvimento psíquico é contundente

Acompanhadas por delírios

PENSAMENTO DESAGREGADO:

Identifica-se no discurso

Não apresentam linearidade

Mistura de vários assuntos

Demostram desconexão, incoerência

AFETO:

AFETO:

Embotado Entristecido

Inadequado Rígido

Expansivo Plano

Exaltado Irritável

Indiferente

SINTOMAS MOTORES:

SINTOMAS MOTORES:

Pode ir da total apatia com ausência de movimentação, comunicação, interação de qualquer tipo

até...

Franca e severa agitação motora com descontrole de impulsos.

OUTROS SINTOMAS

OUTROS SINTOMAS

Motivação

Ambivalência

Angústia

Retraimento social

Insônia

Déficit de crítica/ insight

Ideação suicida/homicida

Exemplos de transtornos psicóticos

Transtorno delirante

Transtorno psicótico breve

Psicose puerperal

Induzido por substâncias

Esquizofrenia e seus subtipos

Esquizofrenia

É a doença psiquiátrica mais angustiante e incapacitante de todas elas. Geralmente começa na adolescência ou no início da idade adulta, podendo se manifestar desde a infância até os 40 anos.

Quanto mais cedo se apresenta, pior o prognóstico.

Seu início pode ser lento (meses, anos) ou abrupto (dias, semanas.)

Seu início pode ser lento (meses, anos) ou abrupto (dias, semanas.)

Suas causas não estão estabelecidas, acredita-se em fatores genéticos e ambientais.

A intervenção no primeiro episódio é fundamental no prognóstico do paciente.

Cada novo episódio faz com que o paciente fique cada vez mais desorganizado e cronificado.

Cada novo episódio faz com que o paciente fique cada vez mais desorganizado e cronificado.

Nos homens costuma ser mais precoce do que nas mulheres.

Difícil diagnóstico (exclusão)

Necessário presença de sintomas por 6 meses, no mínimo.

TIPOS

Paranoide: Delírios tipicamente persecutórios ou grandiosos, ou ambos.

Os delírios podem ser múltiplos.

As alucinações são relacionada ao tema do delírio.

A pessoa apresenta ansiedade, raiva, afastamento e tendência a discussões.

Pode predispor ao suicídio pelos delírios persecutórios ou predispor a violência.

Esquizofrenia Desorganizada: Os discursos são desorganizados, comportamento desorganizado e afeto embotado ou inadequado, risos imotivados.

Leva a uma severa perturbação na capacidade de executar atividades da vida diária (banho, vestir-se)

Esquizofrenia Catatônica:

Esquizofrenia Catatônica:

Perturbação motora grave, imobilidade ou

atividade excessiva.

Extremo negativismo, mutismo, ecolalia ou ecopraxia.

A imobilidade motora pode manifestar por estupor.

A atividade motora excessiva é aparentemente desprovida de sentido e não é influenciada por estímulos externos.

Esquizofrenia Hebefrênica

Esquizofrenia Hebefrênica

Mudanças afetivas, comportamento irresponsável, maneirismos, pensamento desorganizado e incoerente.

Tem um mau prognóstico devido ao embotamento afetivo, rápido desenvolvimento dos sintomas negativos.

 

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

INTERNAÇÃO

  • Atenção às necessidades individuais
  • Orientação (mesmo em situações de surto)
  • Riscos
  • Autonomia
  • Educação
  • Efeitos adversos medicamentoso
  • Reações adversas do tratamento

ALTA/AMBULATÓRIO

Educação família:

  • Aspectos da doença
  • Tratamento
  • Identificar sinais de reagudização e riscos potenciais
  • Busca por atendimento
  • Diminuir reinternações
  • Melhor qualidade de vida.

Obrigado!




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