Palavra da Presidente do Conselho de curadores Ika Passos Fleury


aulas em vídeo sobre a temática do aluno com deficiência visual na escola



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14 aulas em vídeo sobre a temática do aluno com deficiência visual na escola
10,82% de aumento em relação ao ano de 2015

Acesso ao TRABALHO


456 pessoas cadastradas em Banco de Talentos
70 pessoas qualificadas para o mercado de trabalho

9 cursos: Massoterapia, Rotinas Administrativas e Informática

Quem conhece Bruna Santos Guimarães, 25 anos, logo percebe a moça feliz, simpática e comunicativa que ela é. Com otimismo e confiança, deixou sua terra em busca de um diagnóstico e hoje escreve uma bela história de vida.

“Nunca achei que a minha doença fosse um obstáculo, eu só precisava ir para um lugar no qual eu tivesse mais oportunidades”.

Após terminar o ensino médio, Bruna e sua mãe deixaram o interior da Bahia e foram para São Paulo em busca de um diagnóstico. Ao chegarem, uma consulta com o médico constatou o que elas já esperavam: Bruna tem baixa visão e retinose pigmentar. Ele sugeriu que procurassem a Fundação Dorina.

Para Bruna, ter baixa visão sempre foi difícil. Durante sua infância, muitas pessoas duvidaram de sua deficiência, pois não entendiam como ela enxergava. Mas, na instituição, encontrou amigos e compreensão e as coisas mudaram.

Quando me falaram tudo o que a Fundação Dorina oferecia, fiquei impressionada: como poderia existir um lugar como esse?”.

Logo que chegou, ela foi recebida pelo grupo de acolhimento e começou a frequentar as aulas de orientação e mobilidade, braille e informática. Também passou pela psicóloga e pela terapeuta ocupacional, além de se formar no curso de massoterapia.

A formação em massoterapia foi a maior transformação pela qual Bruna passou desde que começou a frequentar a Fundação Dorina. Ela precisava ir ao curso e sua mãe não deixava que ela andasse sozinha, mesmo com as aulas de mobilidade. Atentas à situação, psicólogas e assistentes sociais se reuniram em um grupo de mães e convenceram a mãe de Bruna de que a independência era fundamental na vida de sua filha. Inclusive, a participação da família durante todo o processo e os atendimentos em grupo são essenciais para a evolução dos tratamentos oferecidos pela instituição.

Atualmente, Bruna é massoterapeuta em uma empresa de grande porte e com os ganhos paga a faculdade que sempre sonhou: psicologia. “Hoje eu sou cliente, mas um dia eu sei que poderei trabalhar na Fundação Dorina e ajudar outras pessoas”, diz. “Eu podia não ter nada, mas eu tinha muita vontade. E tudo o que me deram, eu peguei. Todas as oportunidades, eu aproveitei. E cheguei onde estou. Eu era um pássaro que queria voar e a Fundação Dorina me deu asas, me deu todas as ferramentas necessárias para que eu conquistasse tudo o que tenho hoje”.

Em 2016, a Fundação Dorina realizou a Semana das Profissões, que contou com uma gama de palestras ministradas por profissionais com e sem deficiência, atuantes no mercado de trabalho. Eles compartilharam suas experiências, como a escolha da profissão e as competências valorizadas pelas empresas.

O evento também realizou atividades ligadas ao mercado de trabalho, como elaboração de currículo, simulação de entrevistas, cartas de apresentação, dentre outros. O último dia foi dedicado à visitação da Feira do Estudante, organizada pelo CIEE.

A Fundação Dorina acredita que o processo de empregabilidade precisa ser constantemente repensado, com o intuito de ampliar o número de pessoas incluídas profissionalmente.

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