Organizador francisco josé gondim


Recomendações da prática de AF para gestantes



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Recomendações da prática de AF para gestantes
Embora já houvesse inúmeros posicionamentos quanto à prática de AF para 
o público geral, em 1985 surgiram as primeiras recomendações oficiais para ges-
tantes, com o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG, 1985). 
Com o acúmulo de evidências em respeito dos benefícios da AF durante a 
gestação, os posicionamentos passaram a ser menos restritivos, evidenciando a 
AF como ferramenta potencial para a prevenção de agravos e promoção de saú-
de entre as gestantes. Neste sentido, algumas recomendações se destacam por 
direcionarem as estratégias em saúde para esta população (ARTAL; O’TOOLE, 
2003; WOLFE, A.L.; DAVIES, 2003; USDHHS, 2008; WHO, 2010; ACSM, 2014)
No Brasil, o Caderno de Atenção Básica nº 32 (CAB 32), que aborda a aten-
ção ao pré-natal de baixo risco, enfatiza a necessidade da regularidade na prá-
tica de AF e práticas corporais para a manutenção da qualidade de vida, des-
tacando a importância da orientação do profissional de saúde (BRASIL, 2012). 
A Caderneta da Gestante e a cartilha “Orientações nutricionais: da gestação à 
primeira  infância”,  do  Ministério  da  Saúde,  apontam  para  a  importância  da 
prática  de  AF  entre  as  gestantes  e  seus  possíveis  benefícios  (BRASIL,  2016; 
BRASIL, 2015). 
Salienta-se que a otimização dos benefícios da prática de AF se dará a partir 
de  orientação  especializada,  com  profissional  de  Educação  Física. Ainda  que 
o  risco  de  lesões  exista,  este  pode  ser  minimizado  quando  a  prática  da AF  é 
prescrita de maneira individualizada, estruturada e orientada por profissional 
capacitado (AZEVEDO et al., 2011; CONFEF, 2010).
No que se refere aos aspectos relacionados à prescrição de exercício para 
este público, o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG) apon-
ta  para  cinco  pontos  cruciais:  o  tipo,  a  intensidade,  a  duração,  a  frequência, 
e  a  progressão  da AF  (ARTAL;  O’TOOLE,  2003).  Há  de  se  considerar  outros 
pontos  importantes,  como  a  respiração  durante  a  prática;  a  importância  do 
aquecimento, da volta à calma e do alongamento; os espaços para a prática de 
AF das gestantes e o retorno à prática após o parto (SCPE, 2015; ACSM, 2014; 
NASCIMENTO et al., 2014; MOTTOLA, 2011; HINO; REIS; FLORINDO, 2010; 
USDHHS, 2008; WOLFE; DAVIES, 2003).

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