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PARA SABER MAIS: 
LIBERALISMO POLÍTICO: Vídeo disponível em: 76Ww>. Acesso em: 17 maio 2021.
CONTRATUALISMO DE THOMAS HOBBES: Vídeo disponível em: ch?v=jnrzUx5xVac>. Acesso em: 17 maio 2021.
REFERÊNCIAS
COTRIM, Gilberto; FERNANDES, MIRNA. Fundamentos de filosofia. 4ª edição. São Paulo: Saraiva, 
2016.


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ATIVIDADES
1 – (ENEM, 2000) O texto abaixo, de John Locke (1632-1704), revela algumas características de uma 
determinada corrente de pensamento:
Se o homem no estado de natureza é tão livre, conforme dissemos, se é senhor absoluto da sua pró-
pria pessoa e posses, igual ao maior e a ninguém sujeito, por que abrirá ele mão dessa liberdade, por 
que abandonará o seu império e sujeitar-se-á ao domínio e controle de qualquer outro poder? Ao que 
é óbvio responder que, embora no estado de natureza tenha tal direito, a utilização do mesmo é mui-
to incerta e está constantemente exposto à invasão de terceiros porque, sendo todos senhores tanto 
quanto ele, todo o homem igual a ele e, na maior parte, pouco observadores da equidade e da justiça, o 
proveito da propriedade que possui nesse estado é muito inseguro e muito arriscado. Estas circunstân-
cias obrigam-no a abandonar uma condição que, embora livre, está cheia de temores e perigos cons-
tantes; e não é sem razão que procura de boa vontade juntar-se em sociedade com outros que estão já 
unidos, ou pretendem unir-se para a mútua conservação da vida, da liberdade e dos bens a que chamo 
de propriedade. 
(Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991.)
Do ponto de vista político, podemos considerar o texto como uma tentativa de justificar:
a)  A existência do governo como um poder oriundo da natureza.
b)  A origem do governo como uma propriedade do rei.
c)  O absolutismo monárquico como uma imposição da natureza humana.
d)  A origem do governo como uma proteção à vida, aos bens e aos direitos.
e)  O poder dos governantes, colocando a liberdade individual acima da propriedade.
2 – (UFU 1/1999) Para John Locke, filósofo político inglês, os direitos naturais do homem eram:
a)  família, propriedade e religião.
b)  liberdade, propriedade e servidão.
c)  propriedade, servidão e família.
d)  liberdade, igualdade e propriedade.
e)  família, religião e pátria.


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3 – “A única maneira pela qual uma pessoa qualquer renuncia à liberdade natural e se reveste dos laços da 
sociedade civil consiste em concordar com outras pessoas, em juntar-se e unir-se numa comunidade, 
para viverem com segurança, conforto e paz.” 
LOCKE, John. Segundo Tratado Sobre o Governo. São Paulo: Martin Claret, 2006, p. 71. 
Para John Locke, o homem abre mão da liberdade natural em função da
a)  valorização do bem comum para o fortalecimento da sociedade.
b)  possibilidade de aumentar seus lucros e seu poder de transação comercial.
c)  garantia legal dos direitos naturais: vida, liberdade e propriedade privada.
d)  possibilidade do seu instinto, ultrapassar aquilo que limita sua liberdade.
e)  sensibilidade altruística, seu objetivo é ajudar o outro homem.


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