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– A corrida armamentista e a Paz Armada



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2 – A corrida armamentista e a Paz Armada: Sustentando a corrida imperialista e protegidos pela 
argumentação nacionalista que servia para escamotear os principais interesses envolvidos, gerando 
um ambiente de rivalidades e tensões, os países europeus passaram a preocupar-se com sua segurança 
interna, intensificando a preparação de materiais bélicos. A essa situação damos o nome de Paz Armada, 
ou seja, a manutenção da paz por meio da preparação para a guerra. 
3 – A Política das Alianças e o estopim da Guerra: Esses antagonismos entre as potências estavam 
de tal maneira aguçados, que as principais nações procuraram se organizar em blocos de sustentação 
de suas atuações. Os Estados, estimulados por uma concorrência política crescente, estabeleceram 
alianças ofensivas e defensivas para evitar o isolamento, regular suas divergências e neutralizar ou en-
fraquecer os rivais mais importantes. De um lado a Tríplice Aliança: Alemanha, Áustria-Hungria e Itália 
(Apenas no princípio. Depois troca de lado durante o conflito, motivada pelo interesse na obtenção de 
territórios) e de outro lado Tríplice Entente: Inglaterra, França e Rússia. Nesse contexto de intensas dis-
putas, a gota d’água foram os assassinatos do príncipe-arquiduque, futuro imperador da Áustria-Hun-
gria Francisco Ferdinando e de sua esposa, vitimados em um atentado em Sarajevo, capital da Bósnia, 
que eles visitavam no dia 28 de junho de 1914. A sociedade secreta da Sérvia, denominada “Mão-Negra”, 
foi acusada de praticar o ato terrorista. A partir desse momento estava rompido o tênue equilíbrio entre 
as potências europeias.


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