Oficina de história: volume 1


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1. Sob o regime de escravidão o trabalhador é considerado uma propriedade, um bem que pode ser comprado, alugado ou cedido de acordo com a vontade de seu dono. Na servidão, o trabalhador também não tem liberdade, porém não é uma propriedade de seu senhor, devendo a ele a prestação de trabalho em suas terras ou a obrigação de entregar-lhe parte de sua produção. O trabalho assalariado caracteriza-se pela liberdade do trabalhador em vender sua força de trabalho ao empregador pelo preço e tempo que julgar conveniente, estabelecendo uma troca entre o tempo que dispõe ao patrão e o salário que recebe.

2. Devido aos altíssimos lucros obtidos pelos portugueses com o tráfico de escravos e à vinculação estabelecida entre as áreas exportadoras coloniais e os circuitos do mercado mundial, presididos pela ação do capital mercantil.

3. Além da lucratividade do tráfico de escravos, a exploração dos negros africanos escravizados obedeceu a necessidades políticas. Através da escravidão africana, a metrópole submetia os colonos portugueses na América, que ficavam dependentes do fornecimento contínuo de mão de obra que se realizava sob o controle da Coroa. Limitar a escravização dos indígenas e estimular a dos africanos uniram os interesses do clero, principalmente dos jesuítas, e da Coroa portuguesa.




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