Oficina de história: volume 1



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Bibliografia específica

BOSI, A. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

FERLINI, V. L. do A. Terra, trabalho e poder. São Paulo: Brasiliense, 1988.

JOHNSON, H.; NIZZA DA SILVA, M. B. O império luso-brasileiro (1550-1620). Lisboa: Estampa, 1992.

MARCHANT, A. Do escambo à escravidão: as relações econômicas de portugueses e índios na colonização. São Paulo: Nacional, 1980.

MELLO E SOUZA, L. O diabo e a Terra de Santa Cruz. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

1 A economia colonial

Tá ligado?! (e)

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1. A plantation caracterizava-se pela produção monocultora em larga escala, voltada para o mercado externo, realizada em grandes propriedades (latifúndios) através do trabalho escravo.

2. Sim, porque além das atividades agrícolas desenvolvia-se também todo um processo de transformação de matéria-prima que culminava na produção do açúcar: moagem da cana, na casa da moenda, movimentada por força animal ou hidráulica; cozimento do caldo, na casa das fornalhas; drenagem do melaço, na casa de purgar, e embalagem e encaixotamento do produto final.

3. A produção açucareira desenvolvida nos engenhos moldou as estruturas sociais da colônia. De um lado, favoreceu a disseminação da escravidão no cotidiano colonial. De outro, representava materialmente o poder dos senhores de terras sobre os plantéis de escravos, capangas, pequenos lavradores das fazendas obrigadas e seus próprios familiares. O exercício do poder privado dos detentores de terras, castigando seus subordinados, arbitrando conflitos entre a população livre pobre e monopolizando o exercício da política, marcou o período colonial e estabeleceu estruturas sociopolíticas que se mantiveram ao longo de toda a história brasileira.

4. Os holandeses realizavam o financiamento de engenhos, o refinamento do produto e sua distribuição na Europa.

5. O pacto colonial foi um conjunto de práticas e regras político-econômicas que justificavam a dominação das metrópoles sobre suas respectivas colônias. De acordo com o pacto colonial, as colônias deveriam garantir os lucros e o desenvolvimento de suas metrópoles.

6. O mercantilismo deve ser compreendido como o conjunto de práticas e ideias econômicas desenvolvidas durante a Idade Moderna com o objetivo de promover a acumulação de riquezas dos Estados absolutistas. O mercantilismo português pautava-se pelo desenvolvimento das atividades mercantis a partir de seu império colonial. Assim, através da exploração da produção açucareira e do tráfico de escravos, os portugueses procuravam acumular moedas e metais preciosos, de forma a garantir saldos positivos em sua balança comercial.

7. Limitada por perseguições e pelos preconceitos sociais que a cercavam, a burguesia não teve espaço para lutar pelo controle da sociedade portuguesa e viu seu desenvolvimento econômico reduzido. Além disso, a burguesia portuguesa ainda sofria a concorrência da produção de outros Estados europeus (França, Holanda e Inglaterra) menos refratários ao desenvolvimento econômico de seus grupos mercantis e manufatureiros.

2 Inferno dos negros, purgatório dos brancos, paraíso dos mulatos






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