Oficina de história: volume 1


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1. Uma das motivações era restabelecer a harmonia entre os homens e Deus, rompida desde a expulsão de Adão e Eva do Paraíso. Outra era uma espécie de compensação para a constante insegurança material – provocada pela ameaça de fome, desnutrição e doenças – que rondava o cotidiano medieval.

2. Nessa sociedade iletrada, onde o acesso à escrita era privilégio de poucos, as mensagens bíblicas, os ensinamentos doutrinários e as lendas relacionadas com a busca do Paraíso Terrestre eram transmitidos pela palavra, por intermédio de sermões e pregações, e pelas imagens, pinturas, vitrais e esculturas.

3. a) As Cruzadas representavam a possibilidade do exercício de um tipo de devoção mais concreta, obstinada em tocar relíquias e lugares sagrados. Arriscar a vida e suportar os sofrimentos para conquistar Jerusalém, sob o domínio muçulmano, significava para os cristãos uma verdadeira prova de fé.

b) Controlar a região da Palestina significava também apoderar-se de novas terras, riquezas e estabelecer um entreposto mercantil favorável ao comércio de especiarias com o Oriente. Além disso, as Cruzadas exportavam para fora das fronteiras da cristandade


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grupos empobrecidos e representantes da pequena nobreza. Em ambos os casos, tratava-se de soluções políticas contra o risco de revoltas populares ou pilhagens e saque praticados pela nobreza. As Cruzadas exportavam as tensões sociais do feudalismo.



4. O Paraíso era representado como um lugar de harmonia espiritual, de salvação e proteção divina. Mas era também um lugar repleto de delícias materiais: abundância e fartura. As representações do Paraíso continham os desejos e as expectativas do homem medieval.

5. A resposta do aluno deve resgatar a característica fundamental da mentalidade medieval, ou seja, a religiosidade. Assim, o desejo da salvação aliado à crença de que o mundo era uma criação de Deus e seus fenômenos atos da vontade divina tornavam “plausível” a crença na ocorrência de milagres e na existência de lugares maravilhosos. As novidades tendiam a ser incorporadas ao repertório cultural religioso e fantástico já existente.

6. Não. O desenvolvimento das cidades africanas foi acelerado pela expansão islâmica e esteve vinculado à rede mercantil que articulava o Norte da África às regiões subsaarianas, ao Oriente e à Península Ibérica.

3 Entre o mundo medieval e o início da Idade Moderna






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