Oficina de história: volume 1


Criança de Llullaillaco. Múmia inca, c. século XV



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Criança de Llullaillaco. Múmia inca, c. século XV.
Página 191

Professor(a): A história da alimentação é um campo bastante explorado, atualmente, pela historiografia. Este livro oferece alguns recursos para desenvolver discussões nessa área, caso perceba interesse dos estudantes – por exemplo, à p. 24.

EXPANSÃO DO IMPÉRIO INCA (SÉCULOS XIV-XVI)



MÁRIO YOSHIDA

Fonte: Elaborado com base em SALMORAL, Manuel. Atlas histórico de Latinoamerica: de la prehistoria hasta el siglo XXI. Madrid: Síntesis, 2003.

Depois desse grupo, vinham os chefes locais (curacas) e os baixos funcionários. Na base da escala social, estava a maior parte da população, que habitava fora de Cuzco e era composta por artesãos e agricultores livres. Eles viviam em pequenas comunidades locais (ayllu), lideradas pelos curacas, que reuniam algumas famílias. Dentro de cada ayllu havia terras particulares e terras coletivas. Cultivavam principalmente batatas, milho, mandioca, abóbora e coca.

Os governantes das quatro partes do Tahuantinsuyu responsabilizavam-se pela cobrança dos tributos e pelo recrutamento militar em cada uma das províncias, além de prestarem contas diretamente ao Sapa Inca. Além dos impostos pagos em espécie, os membros do aylludeviam realizar trabalhos compulsórios em obras públicas, como estradas, canais e construção de edifícios.

A engenharia quíchua também se manifestou nos importantes diques e canais, que garantiam a irrigação de áreas agrícolas ou parcialmente desérticas, na construção de templos e pontes, que permitiam comunicação ágil dentro do império.






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