Oficina de história: volume 1


Linha do tempo (adaptada)



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Linha do tempo (adaptada)

BAIXA IDADE MÉDIA

ANOS

1054▾

Cisma entre a Igreja de Roma e a Igreja Bizantina.



1095▾

Papa Urbano II defende as Cruzadas no Concílio de Clermont.

1096▾

Primeira Cruzada.



1099▾

Cruzados capturam Jerusalém dos muçulmanos.

1100▾

Formação de uma liga militar conhecida como almorávidas, cujo centro de poder é Marrakesh. Conquistam o Império de Ghana.



1119▾

Fundação da Ordem dos Templários.

1122▾

Concordata de Worms.



1140▾

Início de um movimento de reação e reunião dos povos Berbere em torno de um chefe religioso. Seus seguidores são conhecidos como almoadas.

1147▾

Segunda Cruzada.



1187▾

Jerusalém é tomada pelos exércitos de Saladino.

1189▾

Terceira Cruzada.



1200▾

Os almoadas conquistam todo o Magreb até Trípoli e a Espanha muçulmana. Os escritos de Ibn-Rushd, conhecido na Europa como Averróis, foram um dos meios mais importantes de introdução da filosofia de Aristóteles na Europa, e teve grande influência sobre Tomás de Aquino e o desenvolvimento da teologia cristã.

1204 ▾

Quarta Cruzada.



1215 ▾

Concílio de Latrão.

1265 ▾

Marco Polo chega a Pequim.



1270 ▾

Expansão do Império do Mali até o Atlântico.

1272 ▾

Os almoadas são derrotados pelas forças cristãs na Espanha.



1274 ▾

Morte de São Tomás de Aquino.


Página 155

de Deus. Não se tratava exatamente do Paraíso perdido, mas de uma nova morada, uma cidade, a Jerusalém Celeste, que abrigaria a humanidade libertada do pecado pelos ensinamentos de Jesus Cristo.



Na segunda direção, no entanto, muitos praticaram um tipo de devoção mais concreta, que várias vezes ultrapassava os limites estabelecidos ou pretendidos pela Igreja. Aguardavam o Reino Eterno, mas procuravam na Terra alguma forma de recompensa imediata para sua fé. Durante o período medieval, a busca de objetos sagrados, túmulos e restos mortais de apóstolos e santos tornou-se prática regular. As peregrinações a lugares sagrados significavam sacrifícios (tarefas sagradas) que podiam, pelo desejo intenso, antecipar a salvação dos fiéis. Assim, o cansaço das viagens, os perigos, as privações, os flagelos, em suma, todas as dores vividas pelo peregrino eram tidas como imitação do sofrimento de Cristo, que os levaria ao reino de Deus por estradas bem materiais.

MUSEU DO PETIT PALAIS, PARIS, FRANÇA






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